Poema o Mundo Gira
Hoje rezei por alguém muito especial para mim.
Alguém que veio ao mundo, através de mim... Nasceu de mim!
Deus me usou para trazê-lo ao mundo.
Durante nove meses ele foi só meu.
Tudo que precisou, dependeu de mim.
Em uma noite do dia 21 de março de 1988, ele chegou e trouxe muita alegria.
Meu pedacinho de gente, tecido por Deus em meu ventre!
Agora ele é um homem!
Mas pra mim continua menino.
Deus lhe abençoe meu filho, hoje e sempre
- Lhe desejo o melhor de tudo no mundo.
O melhor Hoje, o melhor Amanhã,
O melhor de tudo na vida, sempre!
Parabéns!
Com amor mamãe!
Haredita Angel
21.03.2006
"Existe o silêncio para estabilização
e existe o silêncio obsceno, e deste último
o mundo está cheio."
Haredita Angel
27.10.15
"A melhor coisa do mundo...
Sentar na areia da praia;
Ouvir o canto do mar;
Esquecer os desencantos da vida!"
Haredita Angel
02.11.23
"Num mundo onde todos querem ser tão iguais, seja diferente; - o sucesso se faz entre minorias!"
Haredita Angel
07.08.2009
"Ao seu lado sou uma criança que vê o mundo cheia de esperança.
Proteja essa criança, não sabote
o seu mundo."
Haredita Angel
28.10.11
- Feliz ano para todos que amam demais.
Que acreditam demais num mundo melhor.
Que vêem beleza demais no tentar ser mais humano, mais resiliente, mais flexível...
Mais Gente!
- E, Jesus que nos ama demais, nos guie demais em sua luz perpétua!
Votos sinceros de 365 dias Demais pra vocês!
Haredita Angel
15.12.25
"Eu acho que viver, foi o jeito de Deus dizer pra gente que todo mundo vai morrer..."
- Cuidemos!
Haredita Angel
09.01.25
"O mundo vive dividido:
- Uma parte mata e a outra vicia.
E num estreito vivem os bobos a torcer
e a brigar por essas partes."
Haredita Angel
31.12.24
Eu te amo.
Tu me amas.
Ele (o mundo), não importa.
Nós somos poesia.
Vós veneração do sagrado.
Eles...quem são eles?
Haredita Angel
17.04.26
Crack é seu codinome
Quando veio para esse mundo
Muita dor causou
Minha mãe contou
Que de muita dor berrou...
Naquele dia
Lençóis foram rasgados
Descia lágrimas quentes
Em sua face fria
De tanta dor que sentia
Crack é seu codinome
Você cresceu
Saúde recuperada
Com muito amor de mãe
Forte ficaste
Mas na adolescência
Um atalho você rumou
Crack é seu codinome
Perdeste a identidade
A autoestima
Santo Deus!
Perdeste até a carne...
Seu submundo agora é só alucinação
Seus delírios
Paranoicos
Submundo do seu EU
Violento
Inadequado
Sem noção
Diante dos que estão
No seu dia a dia
Crack é seu codinome
Os anos se passaram
Agora um senhor sem personalidade
O que dificulta a nossa irmandade
Homem sem decisão
Sem escrúpulo.
E também
De pouca fé.
No seu mundo sujo e podre
Só há espaço para os solventes
Éter
Amônia
Ácido sulfúrico.
E também
Querosene, cal
Etc. e tal
Isso tudo
Que por si só
Nocivos a nós
E principalmente
A você
Crack é seu codinome
Sua sensação de bem estar é fictício
O pesadelo agora é seu mundo
Abandonaste
Trabalho
Estudos
Abandonaste
A todos aqueles que te amam.
Entraste para o rol
Da escória
Meu irmão de sangue
Crack foi seu codinome
Agora a morte é o seu nome
Seu fim
Trágico
Acabou!
Que Deus onipotente
Tenha compaixão de ti
Meu irmão
Oh meu adeus!
Esses versos eu te fiz
Somente para ti.
Que tua alma descanse em paz
Meu irmão
Porque agora
Morte é seu nome!
Com a mão direita, eu peço a paz.
Queria ter o poder de gerar calmaria em um mundo caótico. Penso no renascer. Sim, às vezes o ato de renascer vem e me assusta, porque sinto que é como olhar para trás e dar adeus a algo que, em algum momento, foi bom, foi conforto, foi amor.
Às vezes tenho a sensação de estar em dívida com o mundo, mas, ao mesmo tempo, sinto raiva do destino. Afinal, ele dá rasteiras na vida, e a queda dói, maltrata, podendo até matar. E não há o que fazer, pois são coisas do bad boy chamado destino.
Medo da profecia!
Fico pensando como seria o remake da vida, se isso fosse possível.
Seria opcional?
Seria racional?
Há dias em que acordo vestida de cinza, com a garganta presa. Nesses dias, não quero comparecer a lugar nenhum, não quero ver olhos nem bocas. Quero apenas brincar de escrever, onde sou sorriso e felicidade.
Maldade Humana
Neste mundo em que vivemos, o limite da maldade humana parece não ter fim. É como se nem mesmo conhecesse o significado da palavra “limite”.
Eles vivem aqui. Convivem conosco.
Suas ações transformam o nosso mundo em um mundo imundo — escória.
Notícias que sangram. Selfies ao lado de corpos sem vida. Uma necessidade cada vez maior por likes. Há os que sorriem enquanto outros morrem por curtidas. Há os que fazem piadas, os que não se importam.
As atrocidades contra nossas crianças e nossos idosos são gritantes.
Nem os animais escapam da crueldade dos insensíveis.
É a minha opinião — mas o amor faz tão bem.
Que mundo imundo… escória.
No futuro, monstros serão abraçados, a escória exaltada, a beleza plastificada admirada, e o dinheiro lavado ocupará o topo da pirâmide.
Nesse dia, a palavra perderá seu valor — e o cheiro será um só.
Ops… será que já está acontecendo?
É a minha opinião, mas o amor me faz tão bem.
É achismo ou realidade? Será que o mundo já está sendo comandado por um só? Será aquele que todos temem? Ou estaremos todos errados, e tudo não passa de balela? Será que ninguém está percebendo? Ou todos fingem não enxergar, porque acreditam que nada podem fazer? Será apenas uma fase de reconstrução?
Medo!
Entre o despertar e a espera
Quando o sussurro falar
Quando enxergarmos o mundo com outro olhar,
quando acreditarmos que a Terra
é a energia de um todo e que depende da ação de cada ser humano,
então poderemos acreditar na mudança, no equilíbrio.
Mas será que vale a pena esperar que o ser humano acorde para que o planeta possa mudar?
Enfim, quando tivermos consciência desses e de tantos outros embates,
o planeta já estará em transformação.
Teoria da conspiração, sonho
ou apenas o desejo de um mundo melhor?
Tempestades de Amor e Verões de Justiça
Sei bem que, neste vasto mundo que o Criador nos deu para habitar e cuidar, há muitos corações famintos por vingança. Mas o que mais me encanta é saber que há muitos, muitos mais famintos por amor.
Então, em qualquer tempo da nossa existência, que tenhamos verões de justiça.
Que tenhamos tempestades de amor.
Que tenhamos ventos fortes de fé.
Que a chuva do céu lave a tristeza de todos, que ilhas de esperança se formem e que possamos nos agarrar às árvores da paz.
Que eu possa, também, conectar minha energia de alegria com todos os meus e com os seus.
E que hoje, nesta Sexta-feira da Paixão, possamos suportar as dores do dia a dia e, aos domingos, celebrar o amor sem dor.
A Pirâmide que Observamos
Nesse mundo, existem camadas sociais que vão do miserável ao bilionário — e, futuramente, talvez alcancem os trilionários. E existe eu, que daqui observo essa pirâmide mal estruturada e me pergunto: o que foi feito para chegarmos a um patamar tão desalinhado e desproporcional?
Um lugar onde, muitas vezes, dificilmente teremos a chance de evoluir. Um triângulo que, para mim, é escaleno — desigual em todos os lados.
Para aqueles que, como eu, conseguem enxergar e têm a certeza de que não podemos nos desassociar dessa pirâmide — até porque sabemos que, quase sempre, é o dinheiro e o poder que definem essa estrutura —, surge um pensamento inquietante: passamos a vida inteira lutando para nos encaixar no ponto mais alto possível desse triângulo de lados desiguais, que não se iguala a nada.
E, ainda assim, o impossível insiste em acontecer.
Então me pergunto: onde nos encaixaríamos, se a vida realmente nos desse uma chance?
Às vezes, fico pensando… será que, no futuro, poderá existir uma outra pirâmide — um espaço à parte, mais justo, mais humano, onde alguns possam ser acolhidos?
Ou será que sou eu quem está atrasada nesse pensamento?
Utopia?
Vida paralela existe, com certeza.
Vejo o celular como a porta de entrada para um mundo universal — um mundo digital onde todos se encontram, se mostram, se escondem… e, de certa forma, se reinventam. Para mim, esse universo virtual é o verdadeiro mundo paralelo que tantos procuram, e o celular é o portal silencioso que nos conduz até ele.
Veja bem: eu existo nesses dois mundos. Transito entre eles. Sinto em ambos. Mas há um limite invisível que não posso atravessar — não posso tocar o meu “eu” do outro lado, não posso dar as mãos a essa versão que também sou.
E então me deparo com uma verdade simples e implacável: dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço.
Talvez seja apenas uma teoria… uma reflexão de uma leiga no assunto.
Mas, ainda assim, carrega um certo peso de realidade.
E aqui estou eu…
Rindo — ou talvez pensando demais — dentro do meu próprio mundo.
O Fim sempre dói, mais nada é eterno
aqui neste mundo, temos que saber
ganhar mais também saber perder.
Tem momentos que o melhor é deixar
as coisas acontecer, tomar seu rumo.
Sem magoas, ressentimentos. Apenas
seguir em frente. Tudo é aprendizado,
veja o lado bom das coisas, ontem
a noite foi de frio e tempestade, e
mesmo assim o Sol, já nasceu e esta
brilhando no céu. È hora de seguir
em frente.
Gosto de pessoas que com pequenos toques
de carinho, mudam meu mundo e transformam
meu dia em pequenas e suaves delicadezas.
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