Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
As pessoas esquecem de apreciar a beleza da vida, pois preferem se lembrar das coisas inúteis que já lhe aconteceram.
Se você parar neste momento para refletir e enumerar o quanto de dificuldades que já enfrentou em sua vida (e que ainda vai enfrentar) e das vezes que já conseguiu “dar a volta por cima” e que saiu vitorioso, você acreditará sempre em um “novo amanhã”, em um “recomeçar”, na “luz no fim do túnel”.
Estamos constantemente em busca de realizações, mas nunca estamos satisfeitos com o que conquistamos. No momento da conquista, temos um sentimento de euforia; o que nao é o mesmo que felicidade. Quando o prazer da realização passa, volta o vazio, porque toda realização é passageira, é temporária. O que precisamos é estar mais satisfeitos conosco.
A arte se mostra um importante recurso não só como meio de autoconhecimento, mas também de catarse, melhorando a qualidade de vida do paciente, promovendo sua inclusão social, aumentando sua autoestima e promovendo uma vida mais gratificante e feliz.
Em algumas fases da vida precisamos acender o candeeiro do nosso ser, alternativa única para aclarar a estrada possível na busca do discernimento.
Será que Lulu Santos ao compor a música " Como Uma Onda", estudou o filósofo grego Heráclito? Definitivamente não sei, mas penso que quer onde Heráclito de Éfeso estiver está feliz ao ouvir uma música que extrai o seu filosofar.
A paixão é a supressão temporária de 98% dos recursos da inteligência.
Durante a fase aguda da paixão a pessoa perde totalmente o senso de realidade, passando a ser guiada pela imaginação.
Testemunhamos mais facilmente a fé que dizemos ter em Deus quando amamos e acolhemos os que precisam de nós.
Quando utilizamos a religião para justificar nossos ódios e preconceitos, privamo-nos de encontrar no outro a verdadeira face de Deus.
Amamos melhor quando nos livramos da pretensão de comandar a vida alheia. Exigir que o outro corresponda ao que esperamos, ainda que isto o negue em sua identidade, é a prova de que somos comandados pelo egoísmo.
Deixar partir também é ato de amor.
Ao dizer o que sentimos aceitamos o risco de que o sagrado do sentimento seja banalizado. Convém o silêncio. Nem tudo a palavra sabe dizer.
Alegrar-se mais, estender no tempo a gratidão pelo bem acontecido. Entristecer-se menos, desobrigar a vida de ser como imaginava que seria.
O homem que conseguir domar seus instintos e equacionar suas inquietações terá para si o império que desejar. Não há fortaleza maior do que o excelso domínio interior.
A impotência gera o sonho de onipotência. Todo idealismo subjetivo — sobretudo os disfarçados, tão comuns na modernidade — reflete um desejo de fugir para um mundinho da nossa própria invenção. Não me curei disso estudando, mas ficando perdido no mato por quatro dias. NADA ali era o que eu pensava.
Muitos filmes eu vejo só para tentar entender que merda esse pessoal de Hollywood tem na cabeça. É um enigma fascinante.
