Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

Cerca de 302569 frases e pensamentos: Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

POEMA DEIXA FLUIR
Deixa que as nuvens se preparam para a chuva!
Levante os braços, suavize seu lindo rosto, abra um sorriso,
deixe que as gotas de água banha todo seu corpo!
Não deixe que ninguém tire sua paz.
Só não deixe que ninguém destrua teu coração!

POEMA O VENTO LEVOU
Há chuva caia lá fora, eu olhando pela
janela, tinha tanto medo de molhar que o
tempo passou, a chuva cessou!
Com o vento ela toma outro rumo,
ou quem sabe foi molhar flores com
aroma diferente!
Despertando
algo avassalador!

Poema: minha mãe
Moça Bonita
Amável e verdadeira
Rainha minha
Inteligente e guerreira,
A mais maravilhosa sim é ela.

Sueli o segundo nome dela
Um sorriso encantador
É o dela uma mulher,
Linda e bela
Isso tudo define ela a mais bela.

Dona Sueli baixinha extrovertida
Ela tem a capacidade de ouvir o,
Silencio e adivinhar sentimentos.

Sua existência é em si um ato de amor
O brilho da lua nem se compara com ao brilho dos
Teus olhos, Dona Maria Sueli.

Inserida por MDAFRASES

Poema "Mar..."

Mar…
És fonte de sal
Que tempera a nossa vida
De forma especial.

Mar…
Palácio com imensos peixes,
Que habitam dentro dele
Querem que tu os deixes.


Mar…
Sinónimo de imensidão
Acalma o meu coração
Faz-me viver
Em constante emoção.

Mar…
Pérola do mundo
Mesmo ali no fundo
Para um oceano a encontrar.

Mar…
Gestos e imperfeições
Barcos a remar
Navios a flutuar.

Mar…
Largo de imaginações
Presença ondulada do infinito
Em constantes transformações.

Mar…
É o pai de todos os rios
Que nele vão desaguar
Cada um em seu lugar!

Mar... simplesmente MAR.

Inserida por josemartins26

Poema adaptado da obra da escritora Rosa Luísa Gaspar - "Os segredos de um búzio"


Os segredos de um búzio

Linda, menina de muitas aventuras,
Um lindo sorriso espalhava
Junto ao mar fazia caminhadas
E do amigo Poncho
Nunca se separava!

O seu avô que fora pescador
Homem de histórias e pescaria.
Linda não entendia
Sua tamanha melancolia!


As histórias que o avô contava
Mostravam que adorava o mar
Mas Linda, por vezes, sentia
O avô numa aparência sombria!


Linda gostava do mar,
De nadar com aroma
E cor a maresia,
Por isso estava preocupada
Com o que ao avô afligia!

Certa noite em especial,
Quis ficar bem acordada
Pois queria descobrir
Com o que o avô se preocupava.

Ambos na soleira da porta se sentaram
E o avô sem demoras
Fez uma simples questão:
- E se o mar desaparecesse então?

Com a pergunta
Linda confusa ficou.
Procurou respostas no céu…
E de um búzio se lembrou.

Lembrou-se do búzio
Que o avô lhe dera
Onde aprendera a ouvir
O que o mar lhe queria dizer
Mas será que ele sabia a resposta?

O avô percebeu a sua aflição
E disse-lhe que a sua tristeza
Era porque o mar
Já não é o que era.

Mar fonte de sal
Que tempera a nossa vida
De forma especial.
Palácio com imensos peixes
Que habitam dentro dele
Querem que tu os deixes.

O avô pediu-lhe então
Para ouvir o búzio que lhe dera
Pois o búzio sabia
Tudo o que o mar já foi e era.

O que afinal afligia o avô
Era o desmazelo das pessoas
Que desrespeitavam o mar, a natureza…
E toda a sua beleza.

A Linda descobriu então
Que precisava de planos fazer
Para agir com cuidado
O mar e a natureza proteger!

Inserida por josemartins26

POEMA – PRECORDIALGIA NUMA QUARENTENA

Hoje, eu só queria falar da dor, da dor que enlaça o meu peito nesse momento de confinamento. Sei que está sendo difícil, já senti vontade de chorar, até. Talvez esse seja um momento de encontro comigo mesmo. Quanto tempo que não tive mais esse contato, esse encontro, talvez a dor surge em meio a essa dificuldade de me encontrar e de conectar-me a mim mesmo no dia-a-dia. Nesse momento, talvez um acalento singelo pudesse apaziguar essa dor tão devastadora que urge em meu peito. A precordialgia me invade! Nesse nome, percebo o quanto o preço da dor dói em mim, o quanto eu permito ela doer em mim. Qual o preço da dor? Qual o preço da cor? Não sei! Mas, sei que estou pagando o preço por guardar tudo em mim, esses sentimentos guardados se transformaram em dor no meu peito, essa dor que me sufoca, que me tira o fôlego, parece que estou morrendo, que tem algo me corroendo por dentro. Fico pensando e imagino que o preço da cor está naquilo que eu não faço ou gostaria de fazer. Até colorir isso tudo, essa dor que está aqui dentro, levarei uma quarentena. Talvez esse momento seja para isso: para transformar a dor em cor, para refletir se vale a pena cultivar essa dor, para transformar a escuridão em luz, para colorir em aquarela a algia que surgiu quando eu entrei em contato comigo mesmo. A dor tem preço, e desse preço eu quero levar o valor da cor. Ao fim da tão dolorosa quarentena, virei um pintor de mim mesmo: a dor virou cor!

Inserida por Robkenede

POEMA DA SAUDADE

Chove chuva
Chove adeus
Lágrimas
Chove em minha vida
A lembrança dos carinhos seus.

Inserida por alexsandre_soares

PENITÊNCIA

Se você não for o seu carinho
Ficará sozinho
E este poema chorará sem coração.

Inserida por alexsandre_soares

Poema que eu fiz pro natal,
Ao noel,
Meu formoso obrigado,
Por fazer-me ver como é bom sonhar,
Acordar com o encanto,
Sem nada planejar,
Pois toda madrugada de sua vinda marcada,
Uma surpresa me esperava,
E mais um sonho se realizava,
Nunca deixe de existir,
Mesmo que seja só imaginário,
Porque mesmo tão longe,
Estará sempre tão perto,
Até sua vinda novamente,
Ansiosos esperaremos,
Com imenso amor e espírito natalino,
De você nunca esqueceremos.

Inserida por BeatrizCoelho

POeMA DE SEGUNDA

A semana começa.
O dia termina.
O tempo voa.

Sexta chegou —
e o tempo foi pouco.
Sábado passou,
domingo é sala de espera pra segunda.

Tudo recomeça.
A roda gira:
tempo, trabalho, tropeço e o vôo.

E a vida?
Bilhete de ida
pra um tempo qualquer
Pra uns, curto.
Pra outros, um pouco mais.

No fim,
somos só isso:
passageiros do tempo,
com hora marcada.

Inserida por mardoniobarros

A ⁠SEDE

Observo UM, que a água do poema, não lhe satisfaz o espírito.
Para sobreviver, entretanto, o banhista mergulha no rio da poesia.
Onde submerso abandona suas inquietudes.

Inserida por JROBeto

Poema

Memórias e Arrependimentos

⁠Nunca vou esquecer de como,
Arrependi-me das minhas escolhas.
Nunca vou esquecer de como,
Vivi para os outros, sem forças.

Nunca vou esquecer, quando mais precisei,
Não tive apoio, fiquei sem amparo.
Nunca vou esquecer que as pessoas
Só veem a utilidade, sem reparo.

Nunca vou esquecer de quando precisei
De ajuda com algo importante.
Nunca posso ser ajudado,
Sigo só, cada instante.

Arrependo-me por ter escolhido
Viver dessa forma, sem alegria.
Hoje, minha vida é um lamento,
De outrora, só nostalgia.

Inserida por rubensdaves8

Vim aqui para espresar oque sinto por vc
por-isto aqui estou um poema a faser
gosto de como é e do seu jeito de ser
quando olho em seus olhos só amor,
consigo ver ...

Inserida por lucas2000

Poema
Mãe você é tudo para mim,
você é como a flor de Jasmim,
você é a minha vida,
você cicatriza as minhas feridas.

É tudo na minha vida,
ti amarei com sabedoria,
e me carregou por 9 mês na barriga,
Se preciso daria a sua vida.

Amarei por toda a minha vida,
minha mãe querida
Você sempre mim dar guarida
Pricesa mais bonita.
Te amo

Inserida por josepha

Poema e Canção

Você é como uma canção que a muito
tempo tenho guardado como tesouro dentro
do meu coração, uma música suave como a brisa do mar,
e forte como o Amor que sinto por você.
O som da sua Voz aguça os mais belos sentimentos
e meu coração bate acelerado em ritmo não cadenciad

Inserida por CleberSouza38

Ligue a navalha !


⁠Tenho 66 anos,
meu primeiro poema,
eu nunca esqueci.

Tinha 9 anos, quando
o escrevi.
Ligue a navalha,
que eu paro de bater,
se não ligar, eu bato
até morrer.

Batia em uma lata,
para minha vizinha ligar
a navalha, pra que o rádio,
eu pudesse excultar.

Me lembro como hoje,
a sua mãe ordenado,
ligue essa navalha,
pra esse garoto,
parar de ficar batucando.

Inserida por COMPOSITOR

Para mim na base do amor,do carinho e do jeitinho voçê me leva até para o inferno e na pressão,na briga ou na chantagem não leva nem para o céu.

Estava precisando fazer uma faxina em mim… Jogar alguns pensamentos indesejados fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados. Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais. Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões. Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei; joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas, com bastante cuidado. Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras que nunca queria ter dito, mágoas, lembranças de um dia triste. Mas lá também havia coisas e boas. Aquela lua cor de prata, um pôr do sol, uma música. Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. Aí, sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas. Joguei direto no saco de lixo os restos daquilo que pensei ser amor; peguei palavras cheias de mágoas que estavam na prateleira de cima, e também joguei fora, no mesmo instante. Outras coisas que ainda me ferem, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, talvez as mande para o lixão. Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o Amor, a Alegria, os Sorrisos e a Fé. Arrumei com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista. Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e de recomeçar.

Ame apesar de tudo: do medo, da ansiedade, da angústia, da incerteza, do passado, do futuro e do presente. Ame apesar dos outros e de você mesmo!

Se não deu certo hoje, amanhã eu acordo mais cedo, preparo meu mate e tento de novo!