Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

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"Toda consciência é consciência de alguma coisa. Não sendo apenas uma consciência cognitiva, mas uma sabedoria organísmica que possui o potencial de nos transformar — se agirmos alinhados com os princípios aprendidos."




"Não sei" indica algo que se está consciente, mas que não quer ou não pode lidar no momento. Não há como não estar consciente de algo.


Tudo está interconectado. Não existe fala solta, sem contexto.


Sempre há uma mensagem por trás, que revela a experiência, as sensações, os pensamentos e comportamentos do sujeito.


É preciso retirar os bloqueios internos que impedem a viabilização do nosso processo terapêutico, o qual só poderá ocorrer seguindo algumas condições. Por isso a importância do AUTOCONHECIMENTO.

Se negligencio minhas experiências, não supro minhas necessidades.


Se não passo pelo "processo de me permitir sentir ou viver algo", adoeço.


Toda emoção busca ser processada. Ela possui um destino. Ela busca ser satisfeita, sentida, vivida, presenciada, compartilhada.


Será que estamos permitindo isso?


É justamente isso que busca o nosso corpo: a autorregulação organísmica.

Tudo que é repetitivo pode não ser saudável, porque se contradiz com a capacidade criativa de mudança que o ser humano possui.


Não é bom tentar manter uma personalidade rígida. É preciso flexibilidade, para as mais variadas situações. Reinvente-se, seja dinâmico.


...




A compreensão de uma situação (ou uma reação específica) não deve* ser generalizada de forma inadequada / desadaptativa. Isso pode me adoecer.

As pessoas atribuem a fatores externos sua falta de competência ou desconhecimento.


A ignorância é o verdadeiro inimigo, que nos limita a vivermos repetidamente aprisionados aos mesmos problemas.

Multidimensionalidade, vários aspectos que precisam ser considerados.


Vários objetivos a serem atingidos.


Lacunas de informação, aprendizado e atitudes


"Não é pra dar certo agora, é pra te movimentar. E com o tempo, o seu movimento trará os resultados que você espera."




O processo não fica mais fácil. Não desista.

A complexidade das minhas crenças perpetua-se à medida que não as ressignifico e submeto ao teste da realidade.


Sou um complexo de complexos em um processo de (re) existência constante, um universo que vai além da finitude do corpo.


Um incansável e infinito Devir.

Se me derem o ar da hostilidade, ventania será para fortalecer os meus pulmões.


Se lançarem sobre mim a terra do desprezo, sobre ela caminharei.


Se, como fogo, suas atitudes quiserem me abrasar, meus sonhos às cinzas não se submeterão.


Se me derem águas de ingratidão, por meio delas navegarei até meu porto seguro.


E se não me derem mais NADA, então tudo eu construirei.






Sim, Poeta serei.




...




Se quiserem minha voz silenciar, minh'alma rugirá em resistência.


Sim, em (re) existência lutarei — até que cale a voz de meus opressores e inimigos.




...




E, por fim, se forem insensíveis e indiferentes, então a DIFERENÇA me tornarei. Minha sensibilidade não mais me atrapalhará.


Como águia, meu voo subirei até que não os veja mais por perto.

– Não faz mal, eu vou matar ele.
– Que é isso menino, matares teu pai?
– Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

*Nem Sempre o Sempre*

Mamãe, queria que você ficasse aqui pra sempre.
Mas nem sempre o sempre, sempre será pra sempre.
O sempre que me deste, mora agora no cheiro do café,
no jeito que dobrava a coberta, no "se cuida" sem porquê.

Teu sempre virou semente dentro do meu peito.
Não tem despedida que arranque raiz desse jeito.
Então você fica. Não no quarto, mas no gesto.
Não na rotina, mas em tudo que me fez honesto.

O sempre mudou de endereço. Agora ele é lembrança,
é força que levanta, é colo quando a vida cansa.
E se a saudade apertar, eu fecho o olho e escuto:
tá tudo bem, filho. Meu sempre agora é teu.
(Saul Beleza)

Pergunto pra vocês, conhece Saul?
Pergunto pra vocês, conhece Saul?
saul...dade de você,
Saul...dade eterna.
Hummmm...chalá.
(Saul Beleza)

Leva-me, agora, por favor, Deus,
Por caminhos de sonhos e aventuras,
Que eu quero viver, sentir e sonhar,
E nunca mais parar de voar.
(Saul Beleza)

Entre, não fique nervosa, de um sorriso, conto as horas
Venha, se enrosca, me sufoca, saia da toca
É a nossa vida, se esforça ou dedica, se arrisca
Na hora de amar não se complica, vamos nos pertencer
Deixa acontecer, ficamos nesse vai e vem só ate o amanhecer, pode ser?...(Saul Beleza - Ca dentro da nossa porta)

Sei que você é uma mulher forte, e que o teu chão sumiu muitas vezes, sei também o quão é difícil.
Existe até o medo de amar e ficar dependente.
(Saul Beleza)

Assim é ela:
Hilária, divertida, moleca, alegre, maçã com limão, mãe, irmã, amiga, avó, tia, sogra, cunhada, brigona, original, Skol, chopp, quibe, chá, café, café, café sem açúcar, patrola, dorminhoca, fogosa, bandida, descarada, sincera, honesta, meia boca inteira, e eu fico maravilhado com ela.
(Saul Beleza)

A separação:

Ficaram as crianças/levei a recordação,
Ficaram as roupas/levei a pele,
Ficaram as almofadas/levei o cansaço,
Ficaram os lençóis/levei o sonho,
Ficaram as prateleiras/levei o bornal,
Ficaram as mesas/levei a fome,
Ficaram os fogões/levei a chama,
Ficaram os cômodos/levei o vazio,
Ficaram as plantas/levei a semente,
Ficaram os amores/levei a saudade,
Ficaram os dias/levei a alba,
Ficaram!/levei...
(Saul Beleza)

Mãos de cinza, pés de barro, um corpo frágil.
No peito, um coração que esconde uma relíquia guardada, talvez o amor.
Um tesouro que não se perde, um fogo que arde sempre, mesmo na mais fria das noites, mesmo na dor do abandono.

A vida pode quebrar, pode machucar,
porém o amor resiste, não se desfaz.
É a chama que ilumina, é a força que me faz um refúgio seguro, um porto no mar cheio de conflitos.
(Saul Beleza/Leni Freitas)

Um coração confuso, uma mente alucinada
E eu querendo a ti cada vez mais e mais.
Chamo a ti, e nem assim me espia.
E a solidão se torna minha companhia.

A noite cai, a escuridão me envolve,
e a tua ausência me judia.
Tento esquecer, mas não consigo deixar de pensar em ti.

Me perco em sonhos, me encontro em teus olhos, mas ao acordar, a realidade me golpeia
e a dor da saudade me açoita,

A espera é longa, o tempo não para,
e a esperança se esvai, como areia na mão.
Mas mesmo assim, eu te quero, eu te espero,
e a tua falta é um vazio que não some, não enche.
(Saul Beleza)

Quando a distância é longa, a saudade é cada vez mais curta
E no coração, um nó que não desata.
A mente viaja, a alma se acalma.
E no silêncio, um nome se multiplica.

A cada dia, um pouco mais perto
do momento em que vou tentar te esquecer.
A ansiedade aperta, o tempo acelera os dias.
E a saudade, um fogo que arde e não sacia.

Mas na memória, um sorriso.
E a esperança de um flerte se avança.
E mesmo sufocado, um brilho se acende.
É a certeza de que o amor não se rende.
(Saul Beleza)

As palavras fluem, como águas do corrego Campo Alegre, que deságua no rio São Tomaz, e assim segue teu curso, puro, repleto de emoções, que transborda em versos, até chegar ao mar.

O poesia é um canal, o poeta um condutor de alma
Que transforma dor em beleza, e tristeza em canção
Um alquimista das expressões, que cria e recria o mundo ao seu redor, com a força do pensamento

A poesia é um dom, uma dádiva do céu,
um sussurro do divino, que ecoa nos ouvidos.
Um sopro à vida, um convite à paixão.
Um poeta é um amante, da alma, do amor e das tentações.
(Saul Beleza)

Hoje foi um dia de muita chuva
Muitas lembranças, muito querer
Algumas miradas, apenas um sorriso
E o coração ficou aqui, perdido no tempo

A chuva lava as ruas, mas as lembranças...
Ah, essas ficam grudadas no peito e são uma enxurrada de pensamentos.
(Saul Beleza)