Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
adjetivos e preposições são usadas em conjecturas de um instante passado, aonde a saudade é comparada com o mero acaso
nem imagino . . apenas quero esquecer . .
o que foi e porque foi e se foi acabou . . não estou disposto, alias entrego meu posto e lavo meu rosto. Digo um até breve com gosto de ADEUS.
Senhor . . ,
se for para eternidade, que não nos cause dor nem tristeza. E que a saudade venha como um respirar profundo, aliviando o momento
quando o som da palavra já não faz mais sentido, usamos a tinta e o papel para marcar nosso instante no tempo.
Deslumbre ou apenas vaidade de um coração que apenas reflete a alma de um poeta
em um desses momentos . . acabo domando essa saudade, me perco desse sentimento e quem sabe com alegria eu possa te achar.
A vida ensina muitas coisas . . A vida proporciona muitas coisas . . A vida só não ensina você "AMAR".
mudar hábitos - perder a noção e voltar a viver . .
a esperança deve ser renovada por novos ideais . .
muitas vezes, voltamos para a nossa realidade com marcas que deixam nossos dias de amanhã mais leves.
muitas vezes meus pensamentos são saudades,
outras vezes sentimentos e em alguns instantes apenas um pensamento.
preciso me encantar, sentir o aroma e o fresco de uma paixão, tocar a alma, afim de saborear a ilusão dessa alusão que como a brisa acalma a saudade.
Para-vento, noção do tempo, partícula do desejo, recanto do amor.
jardineiro que sou . . percebo e as vezes consigo sentir . . mas prefiro a beleza e o perfume do jardim.
Um respaldo de emoções que por dias eu já vivi.
