Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Descobri o amor quando deixei de amar, a vida quando deixei de viver, e o tempo só se revelou para mim na manhã cinzenta em que o sol não nasceu.
O amor é a água que surge no deserto, a luz que rompe a escuridão. É o colchão que nos ampara quando pulamos do precipício, acreditando que a vida perdeu o sentido.
Eu escrevi sobre amor a minha vida inteira mas só entendi de fato o que é amor, quando tive um filho.
um coração alegre transmite paz ,amor e torna você uma pessoa melhor . Já um coração machucado mostra quem realmente é você em seus dias atuais
seja você mesmo o seu amor , seja você o seu guia e Esplorer os lugares que você nunca sonhou em em ir . Perermita-se ,a curti a vida pois é uma só ".
As vezes dentro da igreja, cheio de regras, com lindos códigos morais, mas sem AMOR. E também por sua face mais feia: corrupção, violência, mentira, desvios de toda sorte que ocupam nossa vida e relacionamentos, conduta facciosa, pitadas de malícias,zero lugar do outro. Tudo como resultado da falta de AMOR e respeito,ao próximo . Peço a DEUS,me ensine a melhorar,a me examinar , pois sei satanás desvirtua a essência do AMOR,e destila sordidez.
"Todos nós temos uma definição de amor, porém não existe uma definição ou um consenso sobre o que venha ser verdadeiramente o amor."
Às vezes queria apenas dormir e acorda sem me lembrar do sentimento que sinto por você, o amor que sinto por você. Só para esse sentimento e essa dor acabar!
Em cada batida do meu coração, sinto o amor que você me ensinou, pai. Um amor incondicional, que me cuidou e protegeu desde o primeiro instante. Seu exemplo de caráter é meu orgulho, uma luz que guia meus passos. Cresci envolta em seu amor, um amor que nunca me abandonou, e por isso, não aceito qualquer amor. Pois sei que mereço um amor tão puro e verdadeiro quanto o seu, que me mostrou o que é ser amada de verdade.
Aos poucos me libertei daquele amor exigente. Nada de desespero por presença, nem tampouco choro por solidão. Aprendi a me completar com meia dúzia de bons amigos. Aquela vontade de estar sempre junto ainda existe, mas o abandono tem lá suas regalias: nos ensina a "se bastar". Me bastei no amor, no beijo, no toque, na presença. Há tanto tempo não me abraçava de frente ao espelho, e hoje vejo o quão isso é importante. Aposto que muitas pessoas nunca sentiram tamanha experiência: utilizar os próprio braços, colocar as próprias mãos, cruzadas, sobre os ombros, tombar a cabeça para a direita, fechar os olhos, sentir o próprio cheiro e, além de tudo, sentir-se especial. Nunca foi hipocrisia ser feliz sozinho quando não se encontra alguém "à altura". Hipocrisia seria aceitar, por mera carência, uma pessoa qualquer, permitindo-a ocupar um espaço especial reservado para alguém especial...
Nenhum ontem me fará mudar de ideia em relação ao amor e ao que espero dele. Nenhum. Pois só os desiludidos abrem mão de chegar a algum destino. Eu não. Faço paradas obrigatórias se for preciso, mas prometo não perder a crença de que existe pureza mesmo depois de enfrentar tanta lama. Porque enquanto eu tiver pés para calejarem, terei coração para me encher de Esperança.
Que aprendamos a amar sem medida, e a aceitar que nem sempre esse amor poderá acontecer. Pois amar é deixar livre. E que possamos parar de dizer que esperaremos pelas pessoas, porque quem se interessa larga tudo. Tudo, menos a gente.
Hoje concluo: não foi o amor que me fez sofrer, foi o que eu esperei dele. Acreditei muitas vezes que a felicidade viria apenas quando eu estivesse totalmente feliz. Pensei que seria amizade só quando fizessem as minhas vontades e aceitassem de mãos beijadas os meus defeitos. Jurei que seria amor quando os olhos se cruzassem e não mais quisessem se separar. E também jurei acreditar que o amor de novela existia. Até entender... que pra ser feliz, basta eu fazer algo pequeno, mas que seja escolha minha, para eu ter a oportunidade de me culpar ou glorificar. Que pra ser amizade, eu preciso de um 'amigo espelho' para me dizer o que tem de errado em mim, em minha aparência, em meu caráter, sem medo da verdade, e principalmente sem medo de discordar dele. Porque muitas vezes o outro também quer desabafar e tem lá suas crises existenciais, e é bem mais fácil jogar seus defeitos naqueles que temos afinidades ou que estão por perto. Até entender que conviver com amigos requer abrir e fechar de mãos, mas nunca soltá-las. E entender que vida de novela é fantasia, e que vida real é a minha, e é dela que eu sempre deverei cuidar. Antes que o amor acabe. Antes que o dia termine. Antes que faltem palavras. Antes que seja tarde demais...
Reinventei o amor levando a vida devagar, sem muita bagagem e sem pegar carona no desespero. Abri a porta dos sentimentos nobres e decidi esquecer essa mania de amar demais, querer demais, esperar demais. Aceito metades e me tranquilizo toda vez que imagino-as se transformando em inteiros. Dei tempo ao tempo, fechei os olhos e rezei. Um dia me disseram pra manter os pés no chão e, de distraído que sou, retirei toda a poeira da pureza que em mim habita e coloquei alguns grãos de esperança no bolso. E voei
