Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

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⁠Bom dia
Amados
Amadas
Um dia irradiante para todos vocês
Com.muota paixão e amor

Não ligue para as provocações
Intrigas
Perturbações
Tem muita gente grande
Que continua pequena
E A vida
Vai de uma forma ou de outra

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠Arte
Amor
Beleza
Plenitude
Sutilidade
Leveza
Delicada
Originalidade
Harmonia
Com a essência e a natureza
Maravilhoso
Danielletatoo
Danielle Corrêa
Filha do coração

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠@gustavodagger

Desenhando, tatuando, ilustrando
Estampando
Com amor, gratidão
E perfeição
Meu genro, amigo e irmão
Brilho no olhar
Foco no objetivo
Perfeição
Show da vida
Gratidão
Muita luz
Sucesso na vida
Muita paz
Paz no coração
Abraços

Tatuagens Lisboa, Cascais, Estoril, Europa

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠ Viva o amor
Viva
GRITE:

_ VIVA O AMOR!...Vivaaaa!...

Não prenda o que realmente vai te fazer feliz
Porque é raiz
Já nasceu contigo
Te germinou
Fez crescer
Amadurecer
E ser o que és hoje...

Viva o amor
Seja o amor
Se envolva com essa luz interior
Pois só ela pode iluminar a sua caminhada.
Muita paz na sua vida

Paz no coraçãoAntoniocarloscorrea peregrinocorrea⁠

Inserida por PeregrinoCorrea

Eu não tenho muito,
mas o que eu tenho eu te dou.
Meu mate, meu colo, meu amor,
e o meu sobrenome, se tu quiser.

Inserida por carloseduardoback

⁠Para falar de amor não é preciso ser um especialista, basta ter um coração puro e a alma de um artista.

Inserida por JeanCarlosdeAndrade

Sou uma entre tantas sonhadoras, nada mais do que uma idealista, ou até uma lunática que levantou o seu próprio universo de fantasias, ficções e sonhos.

Apesar da minha vida barulhenta em um vasto universo eu tenho um refúgio silencioso e aconchegante. Uma janela com árvores frondosas e ouço o canto dos pássaros toda manhã na minha boa companhia.

Vaso Chinês

Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,
Casualmente, uma vez, de um perfumado
Contador sobre o mármor luzidio,
Entre um leque e o começo de um bordado.

Fino artista chinês, enamorado,
Nele pusera o coração doentio
Em rubras flores de um sutil lavrado,
Na tinta ardente, de um calor sombrio.

Mas, talvez por contraste à desventura,
Quem o sabe?... de um velho mandarim
Também lá estava a singular figura;

Que arte em pintá-la! a gente acaso vendo-a,
Sentia um não sei quê com aquele chim
De olhos cortados à feição de amêndoa.

Flor de caverna

Fica às vezes em nós um verso a que a ventura
Não é dada jamais de ver a luz do dia;
Fragmento de expressão de ideia fugidia,
Do pélago interior boia na vaga escura.

Sós o ouvimos conosco; à meia voz murmura,
Vindo-nos da consciência a flux, lá da sombria
Profundeza da mente, onde erra e se enfastia,
Cantando, a distrair os ócios da clausura.

Da alma, qual por janela aberta par e par,
Outros livre se vão, voejando cento e cento
Ao sol, à vida, à glória e aplausos. Este não.

Este aí jaz entaipado, este aí jaz a esperar
Morra, volvendo ao nada, – embrião de pensamento
Abafado em si mesmo e em sua escuridão.

Beija-flores

Os beija-flores, em festa,
Com o sol, com a luz, com os rumores,
Saem da verde floresta,
Como um punhado de flores.

E abrindo as asas formosas,
As asas aurifulgentes,
Feitas de opalas ardentes
Com coloridos de rosas,

Os beija-flores, em bando,
Boêmios enfeitiçados,
Vão como beijos voando
Por sobre os virentes prados;

Sobem às altas colinas,
Descem aos vales formosos,
E espraiam-se após ruidosos
Pela extensão das campinas.

Depois, sussurrando a flux
Dos cactos ensanguentados,
Bailam nos prismas da luz,
De solto pólen dourados.

Ah! como a orquídea estremece
Ao ver que um deles, mais vivo,
Até seu gérmen lascivo
Mergulha, interna-se, desce...

E não haver uma rosa
De tantas, uma açucena,
Uma violeta piedosa,
Que quando a morte sem pena

Um destes seres fulmina,
Abra-se em férvido enleio,
Como a alma de uma menina,
Para guardá-lo no seio!

Luva Abandonada

Uma só vez calçar-vos me foi dado,
Dedos claros! A escura sorte minha,
O meu destino, como um vento irado,
Levou-vos longe e me deixou sozinha!

Sobre este cofre, desta cama ao lado,
Murcho, como uma flor, triste e mesquinha,
Bebendo ávida o cheiro delicado
Que aquela mão de dedos claros tinha.

Cálix que a alma de um lírio teve um dia
Em si guardada, antes que ao chão pendesse,
Breve me hei de esfazer em poeira, em nada…

Oh! em que chaga viva tocaria
Quem nesta vida compreender pudesse
A saudade da luva abandonada!

O Ídolo

Sobre um trono de mármore sombrio,
Em templo escuro, há muito abandonado,
Em seu grande silêncio, austero e frio
Um ídolo de gesso está sentado.

E como à estranha mão, a paz silente
Quebrando em torno às funerárias urnas,
Ressoa um órgão compassadamente
Pelas amplas abóbadas soturnas.

Cai fora a noite - mar que se retrata
Em outro mar - dois pélagos azuis;
Num as ondas - alcíones de prata,
No outro os astros - alcíones de luz.

E de seu negro mármore no trono
O ídolo de gesso está sentado.
Assim um coração repousa em sono...
Assim meu coração vive fechado.

Oceano Poesia

"Caminhava eu há tempos
com o peito abafado
no olhar o desalento
e o semblante enrugado

Sentimento como esse
não havia experimentado
como se a alma gritasse
sem ninguém ter escutado

Era como se minha alma
fosse um imenso redemoinho
e pra dentro dela sugasse
as coisas do meu caminho

Era como se o miocardio
Fosse um imã desregulado
que pra dentro de sí atraísse
coisas de tudo que é lado

Se eu via alguém chorando
ou um casal apaixonado
se eu via alguém ajudando
ou alguém sendo assaltado

A gargalhada do bebum
ou o grito do estressado
se eu via um gesto obceno
ou um fiel ajoelhado

Isso muito me tocava
dentro do meu peito ficava
tudo junto e misturado

Dentro de mim ja não cabia
tanta coisa que eu sentia
Sentimento a revelia
me deixando atordoado

Caí de joelho ao chão
com as mãos no coração
O pranto escorria ao chão
formando um pequeno lago

E desse pranto salgado
nasceu minha poesia
mistura da amarga revolta
com a doce alegria

Mistura minha devossão
com a minha rebeldia
Mistura minha submissão
com a minha teimosia

E o pequeno lago de pranto
um riacho formaria
Sua água salgada deságua
e com o oceano fundiria

Quem nele nada, se afunda
nas suas águas profundas
ondas ricas e fecundas
do Oceano Poesia."

Querida noite!
obrigado por agregar-me
em tua infinita e sem com par
silêncio
tu és tão amiga,
tão cúmplice.
criadora de pensamentos,
de ideias,
projetos inefáveis,
é comigo sempre
em segunda pessoa,
és um ser,
não me deixas solitário.
Somos parceiros
por toda a eternidade ou
pelo tempo que nos custe,
amo-te querida parceira
faceira e intrigante,
me ponho a pensar ....
Penso que às vezes
me abres feridas,
ao mesmo tempo
que me ajuda fechá-las.
Ponto, nasci para ti,
e, tu para mim,
amo-te!
Noite.

Me perco sonhando acordado.
Querendo estar sempre ao seu lado.
Você me mostrou um mundo diferente.
Em que eu nunca estive presente.

Para acabar violência
É só mudar a postura
Escuta e tenha ciência
Paz é fruto da cultura.

INSONE

A insônia e a morte
Parceiras da noite.
Perseguem a vida
Devorando os dias...

Sem dúvidas ao contemplar tua presença meu coração insite em disparar. Minhas pernas tremem e meus olhos não param de bilhar.

Alguns entenderão esse sentimento como uma breve paixão mas, somente você sabe o que quero dizer quando digo que te amo "de montão".

É no luar e nas estrelas que consigo perceber a beleza dos seus olhos, que só aumeta em mim o desejo de amar mais e mais você.

Ah, como é bom lembrar nas noites mais intensas nós dois juntos a caminhar, buscando ao relento um simples lugar para conversar.

Não posso deixar de mencionar o seu corpo e seu cabelo extravagante a beira do "nosso mar", onde contemplamos juntos as estrelas ao namorar.

Ah, como é bom também ser teu amigo e passar às tardes contigo de domingo a domingo.

Poucos irão entender, mas é uma dádiva de Deus amar você. É inaceitável não viver ao seu lado sem dizer que a amo, e sua generosidade se torna uma expiração, pois quem te conhece percebe quāo grande é o seu coração.

Não sei ser poeta, estou tentando aprender, mas é com o meu amor, que dedico esse poema exclusivamente à você.

"Reflexões e pensamentos". Resende, 03 de Setembro de 2015.

⁠O coração cada vez bate mais forte
E eu pensando no seu olhar
Pensando em belas palavras
Que são difíceis lhe falar

A oportunidade não faltará
De externar tudo que sinto no meu coração
Mesmo que o tempo seja cruel
Ou que me faça cair no chão

Neste momento queria te ouvir
E em suas palavras filosofar
Pois tu és tão eloquente
Que para sempre queria te escultar

Sem querer ao escrever
Parte do que sentir, externei
Mas isso é simples
Pois para sempre se quiser, te amarei