Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

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⁠Deus é Amor! Foi em Jesus de Nazaré que esse Amor ganhou cara, voz, cheiro e jeito de gente.

Dores e amores, nem tudo ama mas tudo sente e sentir algo alem do amor é desconfortável.

Você não é uma opção... é um privilégio que a vida me concedeu. Ter o seu amor é o maior presente que eu poderia receber, e todos os dias escolho você com a mesma certeza de quem encontrou o lugar onde o coração pertence. Você é meu amor, minha paz e a razão dos meus melhores sorrisos

Plante o amor como uma semente e distribua com fé e alegria os frutos que ele produzir.

O amor perfeito complementa a saúde conjugal e rola tudo normalmente, atendendo as necessidades da vida a dois.

Declare amor àquele que lhe deu a vida, pois depois da morte saberá o quanto Ele fez para você viver eternamente.

Pense e faça de seu Ano Novo 365 dias ativos de fé, sabedoria, amor, alegria e boas realizações!

Demonstre amor, paciência, coragem e sabedoria para com os que tropeçaram nos sermões até que voltem oportunamente preparados para falar de novo com uma nova visão da realidade espiritual.

Quem nao tem mais romance, visite ROMA com seu cônjuge e volte atrás com muito AMOR.

Eduque com educação elevada, servindo com alegria, paz e amor, pois quem é educado aprendeu a respeitar o próximo, mesmo sem a educação igual a sua.

Acredite no homem sábio e santo: ele age, cumpre e responde com sabedoria, amor e alegria.

Os laços são lindos, variados e imperfeitos; mas, perfeito mesmo é o amor que constrói laços de relacionamentos saudáveis, duradouros e felizes.

O amor não é uma alucinação romântica; é o único ato político capaz de sabotar o niilismo e a indiferença.

O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.

Se a moral fosse filha do medo, ela desapareceria na ausência de vigilância; mas o amor a mantém mesmo no silêncio.

Se deus é amor, alguém esqueceu de atualizar o manual de instruções da realidade.

A criação não foi um ato de amor, foi um espasmo de tédio de uma entidade que não suportava o próprio vazio.

Sou o universo em colapso, querendo o infinito, carregando o amor como uma supernova.

O amor é o único erro de cálculo que vale a pena cometer num universo indiferente; é a única forma de cuspir na cara do nada e dizer: "Hoje não, hoje eu escolhi a alucinação de ser importante para alguém".

Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.