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Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

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A morte não extingue, transforma; não aniquila, renova; não divorcia, aproxima.

O mal maior da hipocrisia não é simplesmente aconselhar o que tu simplesmente não fazes. Mas acreditar que ainda és verdadeiramente feliz assim!

Com o tempo, não vamos ficando sozinhos apenas pelos que se foram: vamos ficando sozinhos uns dos outros.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

A felicidade é um perfume que não podemos espargir sobre os outros, sem que caiam algumas gotas sobre nós mesmos.

Nós não podemos fazer nenhuma grande coisa - só coisas pequenas com grande amor.

Talvez não tenhamos conseguido fazer o melhor, mas lutamos para que o melhor fosse feito!

Não importa a idade que temos, há sempre um momento em que é preciso chamar um adulto.

Se você não está pronto para morrer por alguma coisa, então você não está pronto para viver.

Quem quiser se aproximar, que se aproxime, mas não venha desrespeitar o Amor que me faz amar.

Se o cotidiano lhe parece pobre, não o acuse: acuse-se a si próprio de não ser muito poeta para extrair as suas riquezas.

De vez em quando eu não sei o que fazer comigo mesmo e com o meu gênio. É um saco estar sorrindo e dois minutos depois chorando.

Procure sempre uma ocupação; quando o tiver não pense em outra coisa além de procurar fazê-lo bem feito.

Quem não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.

Arthur Schopenhauer
Aforismos para a sabedoria de vida.

Não creio em nada e de nada descreio. O que concebe a imaginação aproxima-nos tanto da verdade como o que pode provar a matemática.

O verdadeiro amor, como qualquer outra droga forte que cause dependência, não tem graça. Assim que a fase do encontro e descoberta se encerra, os beijos se tornam surrados e as carícias cansativas. Exceto, é claro, para aqueles que compartilham os beijos, que dão e recebem as carícias enquanto cada som e cada cor do mundo parecem se aprofundar e brilhar em volta deles.
Como acontece com qualquer outra droga forte, o primeiro amor verdadeiro só é realmente interessante para aqueles que se tornam seus prisioneiros. E como acontece com qualquer outra droga forte que cause dependência, o primeiro amor verdadeiro é perigoso. Os que estão sob o domínio de uma droga forte – heroína, erva-do-diabo, verdadeiro amor – frequentemente se veem tentando manter um precário equilíbrio entre discrição e êxtase, enquanto avançam na corda bamba de suas vidas. Manter o equilíbrio numa corda bamba é difícil até mesmo no estado mais sóbrio; fazer isso num estado de delírio é praticamente impossível. A longo prazo, é completamente impossível.

Não vou perguntar por que você voltou, acho que nem mesmo você sabe, e se eu perguntasse você se sentiria obrigado a responder, e respondendo daria uma explicação que nem mesmo você sabe qual é. Não há explicação, compreende? Eu também não queria perguntar, pensei que só no silêncio fosse possível construir uma compreensão, mas não é, sei que não é, você também sabe, pelo menos por enquanto, talvez não se tenha ainda atingido o ponto em que o silêncio basta? É preciso encher o vazio de palavras, ainda que seja tudo incompreensão? Só vou perguntar por que você se foi, se sabia que haveria uma distância, e que na distância a gente perde ou esquece tudo aquilo que construiu junto. E esquece sabendo que está esquecendo.

Eu aprendi que sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho forças para ajudá-lo de alguma outra forma.

Desconhecido

Nota: No Brasil, a frase é repassada como sendo de William Shakespeare, enquanto que nos Estado Unidos é atribuída Andy Rooney. No entanto, nenhuma dessas atribuições se confirma.

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Quando você é chato e mesmo assim eu te beijo, não é porque sou paciente. É porque estou me despedindo.

Não deixe que o ruído da opinião alheia impeça que você escute a sua voz interior.

Steve Jobs

Nota: Trecho de discurso em Stanford, 2005

Viva hoje! Arrisque hoje! Faça hoje! Não se deixe morrer lentamente! Não se esqueça de ser feliz!

Desconhecido

Nota: Trecho de versão adaptada da crônica "A Morte Devagar", de Martha Medeiros