Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

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⁠Como o painel da Guerra
na entrada para confrontar
a consciência este é o poema
que apresento a Humanidade.

O Deus da Guerra nunca
mais dançará neste país,
O Brasil de Portinari
haverá de ser ainda muito feliz.

Como o painel da Paz
na saída para iluminar
a consciência é o meu poema
para converter a guerra em paz plena.

O Deus da Guerra nunca
mais ousará tocar no meu continente,
na América Latina
e em cada país das Nações Unidas:
(O Deus da Guerra sempre morre
diante de quem escreve poesias).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Resolvi te trazer
as poesias das sete
cores para fazer esta
sublime declaração,
O poema branco é
para afirmar a conexão
mais alta do coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu te cubro todo
com as poesias
das sete cores,
E trago para perto
o poema amarelo
com a fé que o nosso
amor vai dar certo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O teu amor é o poema
azul claro como o céu
em dia de tempo aberto,
Eu sei que o teu peito
é o meu endereço certo,
e é por isso que te trago
as poesias das sete cores
e cubro os teus passos
com pétalas de flores.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você derrete
o meu coração
com todo o mel
da sua atenção,
Poema romântico
em personificação,
Colocando-me
em plena levitação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O poema verde
das montanhas,
dos prados
e das matas
é a poesia
da tranquilidade
dentre as poesias
das sete cores
pelas quais devoto
os meus amores
e toda a inspiração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Poema Preto
é para celebrar
o nosso segredo,
Com o meu
amor apaixonado,
Tenho neste poema
junto com os outros
poemas das cores
místicas a devoção
sutil e perfeita
para te pertencer;
Serei perplexidade
extática olhando
nos teus olhos
apreciando
cada sinal teu
de muito prazer
ao me render
e te enternecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Algo de inexplicável
tem provocado
o poema do presságio
da visão amável
de ver as mãos pintadas
de henna entregando
com toda devoção
o paraíso na terra,
e você dando o seu coração
que é a sua maior riqueza
sob minha perpétua custódia
com toda doçura e grandeza.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu poema absoluto
da América do Sul,
amor profundo,
e tesouro misterioso,
Sempre vou me render
ao seu charme sedoso,
Não haverá regresso
porque para ti irei viver
do amanhecer ao anoitecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Este é poema
que nada rima,
E tampouco
alguém metrifica,
é o poema do
sentido de justiça
e das siglas
Sem liberdade
não há nada,
E tampouco poesia,
Na Sebin Helicoide
estão aprisionados
aqueles que como
muitos estão
em cada sigmoide,
Na Sebin Plaza
Venezuela
não é diferente;
Em Ramo Verde
não há notícias
de fazer qualquer
um contente,
Nas FAES la quebradita
a história se repete
com muitos presos
de consciência
que já deveriam ter
ganho a liberdade
devido a este vírus.
Em Tocuyito não
é diferente,
e ali tudo é dolorido,
No Hospital Militar
nem fala,
Como todos os demais
todos deveriam
é estar em casa;
Na DGCIM e seus sótãos
e casa dos sonhos
estão corações
em escombros,
já passou da hora do Sol
da Justiça raiar por
cada canto e em casa lugar.
Em Fuerte Tiuna
doí o meu coração
só de falar,...
É no Cárcere da
Polícia Militar
dali é que está
preso o General
injustamente
sem nunca ter
tido o direito
a audiência preliminar,
Ninguém sabe
como ele está,
visitas ele não está
sequer recebendo
e nem alimentos
sequer deixar entrar.
Em Santa Ana
o silêncio imenso
me preocupa,
De 29 de Julio
não há notícias
De INOF
nada se sabe,
Em FAES Caricuao
não é diferente,
Em CICPC Parque
Carabobo a dor
e o desgosto se repetem
Em Sebin Bolivar
não há novidade para falar.
Está na hora dos presos
de consciência libertar,
E ao redor do altar
da reconciliação
todos se unirem
para ninguém nesta
pandemia naufragar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poema primogênito,
eco gutural ao vento,
da guitarra o lamento
de todo o mês feito
de memória e de mar.

Da memória nunca
vai apagar porque
não faz pacto
de rendição:
a vida ensinou
do que é justo não
se deve abrir mão.

A Bolívia e o Chile
continuam sem
o mar e com a tal
lei longueira que
não permite o povo
na vida se emancipar,
a história ainda não
voltou ao seu lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Da América do Sul
eu sou o último
soldado da trincheira,
Poema de sete
assentamentos,
Letras de sete
indomáveis ventos
agitando o mar
para a memória
jamais se apagar.

A ironia orquestrada
a palavra descumprida,
não serão ultimatos,
porque o justo sempre
há de ser irrenunciável,
a história, a verdade
e os fatos jamais
serão apagados.

Neste oceânico
poemário altivo
como o vale
e de uma história
que envolve
uma questão
não honrada,
e uma injustiça
cometida no dia
primeiro que por
haverá sempre
de ser relembrada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O som deste poema é auto

de confissão de uma paixão,

A viola é a haste de letras

tão irisadas quanto doídas,

A vida poderia ter nos unido

de tanto que nos amávamos,

Os versos que saem em todos

os tons e o peito que alto

Se declara culpado por não

ter os desafios por ti enfrentado.





Bailarina da minha dor,

Poetisa sem rima,

Concubina da Literatura,

Declaro ao Universo:

- Eu te pertenço, ainda sou tua!



Profetiza de um amor,

Fiel sem pastor,

Colombina sem Pierrô,

Declaro ao Inferno:

- Eu vencerei a pena com louvor!...



O tom que grita este poema e auto

de confissão deste coração,

É viola que cairá nas mãos

do violeiro amado,

O exílio que te forçaram

nunca fará de ti um amor

Esquecido e deste peito apagado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Para você oferto
o sutil poema
da Via Láctea,
todas a vezes
que estou
perto ou longe
do que nos afasta,...

Quando a Lua
se ergue diante
da tua fronte
que é o Universo
avistado no alto
de um monte
e que reflete
nos bosques;

Apesar deste
tempo ruim,
tenho todas
as razões
para te adorar
nestas noites
que você está
para chegar,...

Só quero que
saiba que
todas as cenas
sempre são
e serão motivos
para a tua imagem
jamais se apagar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Arranco de ti um poema

como se fosse um beijo,

Desvendarei o teu mistério

- e o teu sabor

Não me importo, o amor

tem o seu próprio jeito.

Busco por ti não importando

- por onde for,

Os nossos hemisférios ganharão

- o ritmo do amor,

Não temo dar ao tempo

o seu próprio tempo,

Dou-te tudo, inclusive, o meu galopar,

Resolvi para você me entregar.



Teço planos como o bico das gaivotas

desenham o mar

- debaixo do sol e de chuva -

estou a te esperar,

há uma encantadora vontade

para te devassar...

Estou aqui hipnotizada a nos imaginar...

Duma forte e ditosa paz semeada

- resolvi ser tua,

Podem dizer que é delírio de amor

- não ligo,

Resolvi ser tua namorada

- bendigo,

Sou tua flor perfumada à luz da Lua.



Neste teu corpo, navegar é preciso,

Quero o teu delírio de amor, e o teu feitiço,

Não ligo que me digam que estou perdendo o juízo,

Tenho um céu, um mar e um bom motivo;

Não preciso de mais nada a não ser te sentir,

Tenho a urgência do teu amor,

Só me falta mesmo é ter o teu calor.

Vem logo!... Meu amor mais que doce amor!



Tenho por ti a mesma leveza

de uma borboleta azul,

Moro aqui em Balneário Barra do Sul,

A minha saia rendada

pelo vento balançada,

Faz coreografia para colocar

a tua vontade atiçada,

Só de te aguardar aqui

nessa praia tranquila,

Planejando entregar para ti

as peraltices meninas,

Trago por ti uma ternura que não termina,

e uma carícia ensolarada:

ainda hei de ser tua amada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Poema bom é para ser copiado,

Tal qual um beijo roubado,

E um bom vinho tomado.



Poema é bom é como um corpo

assanhado, - extasiado;

Igual ao céu estrelado,

E eu juntinha de ti,

Bem pertinho do meu namorado.



Poema bom é sempre desejado,

Tal qual um chocolate trufado,

Pronto para ser provado.



Poema bom é para ser declamado,

Ao pé do ouvido para te deixar

corado, - avermelhado;

E você pertinho de mim,

Um verdadeiro poema revelado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Um poema, um vinho e um carinho,

Trago para ti um céu estrelado

E de ti peço em troca um beijinho,

quero que sejas meu namorado.



Pergunto pelo meu amado,

Estou apreciando o céu,

Enluarado e guardando

Bem este mel apaixonado.



É primavera do amor, é noite!

Dou-te o melhor de mim ocultado.

Os versos estão aqui, é só ler!

Este 'verso' saiu bem perfumado...



Um poema, um vinho e um carinho,

Quero sentir a primavera do teu amor.

Ousaremos iluminar noites e noites,

Escreveremos afinados em nossos corpos

Mil histórias do nosso amor...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os meus olhos de amor

te guardam,

E te enxergam

na noite escura.

Somos um poema

místico de amor,

E uma dulcíssima

aventura!






Os meus olhos de amor

te veneram,

E resguardam-te

com ternura.

Somos um poema

místico de amor,

E uma dulcíssima

ventura!






Os meus olhos de amor

te cobiçam,

E te guardam

sossegado.

Somos um poema

místico de amor,

E uma dulcíssima

loucura!






Os meus olhos de amor

te embalam,

E te deixam

enfeitiçado.

Somos um poema

místico de amor,

E uma dulcíssima

bravura!






Os meus olhos de amor

te esperam,

E te desejam enamorado.

Somos um poema

místico de amor,

Nós somos capazes

de alumiar

Qualquer noite escura.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cada poema
neste tempo
estranho tem
sido de minha
exclusiva
responsabilidade,
Todo o dia um
desentendimento
diferente vem
me corroendo
na integralidade:
Porque recobrar
um pouco de
lucidez para
uns parece um
crime de verdade.

O diálogo com
a minoria opositora,
Parece até que
abriu a famosa
'Caixa de Pandora',
Depois de tantas
farpas trocadas
lá para trás;
Tem sido tanto
tumulto que se
esqueceram
de libertar
até os Generais.

Não que eu aceite
o rumo dos fatos,
Embora não tenha
Sei que não tenho
autoridade para
falar porque se
trata de uma
Pátria que nem é
um pouco minha;
Busco só entender
o quê se passa
por crer que
insistir em cultivar
a hostilidade vai
levar uma Nação
inteira na desgraça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Blumenau Festiva

⁠Uma cidade poema
chamada Blumenau
que te recebe de braços
abertos de verdade,
e só de olhar para você
pensa em Stammtisch,
porque te ter por perto
é razão para ser feliz.

Blumenau querida,
é na Vila Germânica
que a tua presença
se observa romântica.

Uma cidade poética
que as origens não nega,
e todas as gentes
com boas festas reúne:
amo tanto você que
não nego o meu ciúme.

Blumenau festiva,
na Festitália
e alma posta na mesa:
a minha alma delira.

Um poema cidade
chamado Blumenau
que para amar não
tem e nunca teve idade,
e na Oktoberfest
te leva pela mão
para rodopiar no salão.

Inserida por anna_flavia_schmitt