Poema Nao Chora mais ele vai Voltar
Um ser desolado.
Eu sei dos meus sentimentos,
mas depois de ontem
Tornaram-se irreais
Como pensei que seria,
tudo se estendeu por um tempo
e minhas relações definham
Pessoas importantes
deixaram de ser.
Enquanto tenho olhos,
enxergo uma péssima pessoa
Meu espelho reflete
todos meus erros e defeitos
não tenho muitos desejos.
Perguntava o motivo de alguns
me odiarem.
Agora direciono essa dúvida
aos que dizem me amar.
Eu me preocupo
unicamente em ser bom
pois sei o quão ruim sou.
Matei sonhos, corações, pensamentos...
Como qualquer outro tenho lágrimas,
mas são dedicadas ao meu sofrimento.
Mesmo com alguns pensamentos
autodestrutivos, temo a morte.
Minha falta de esperança na vida,
e acompanhada de covardia acabar com tudo.
Eu não posso dizer que tenho bons motivos,
mas meu passado justifica meu agora, meu futuro.
Culpar os culpados não me faz certo.
Neste dia não dizer quem sou,
alguém frio e indiferente em relação ao mundo
ou uma pessoa abalada por sucessivas crises
O fundo do poço não existe,
Não há fundo para o infinito.
Na Corda Bamba e de Sombrinha:
Dizem que é na corda-bamba que se enxerga melhor o abismo!
Pois bem, cuidado com a corda bamba: quando alguém só falou mentira da pessoa que descartou, todos ao seu redor acreditarão.
Mas, quando esta pessoa, contou ao descartado, podres (ou não, vai saber né), de todos os seus ouvintes, só precisa que um deles saia da posição de fiel.
E olha que este mundo é pequeno demais e hoje eu confidenciei a um deles tudo o que você contava dos outros.
A pessoa riu de mim: ela também já sabia do teu abismo. E contou que muitos deles também já sabiam...
Segue o baile...
(Prisão sem chave) 16/02/21
Cada um na sua casa,
Cada um na sua prisão,
Os que eram pra estar,
Lá não estão,
Qual a desculpa,
Super lotação?,
O sufoco é a máscara,
Na TV informação não se acha,
Governos corruptos,
Vish! cilada,
Você trabalha,
Você recebe,
Só não usufrua para viver,
Aí você perde,
Você faz o que quer,
Ou o que te mandam,
Você questiona?,
Estou te questionando,
O amor atual,
É padrão e vive de aparência,
O filtro já tirou sua essência,
Ainda bem que sou poeta,
Doze do seis,
Amor de nascença,
Nossos direitos estão presos,
A liberdade escorre pelos dedos,
Me diz aí amigo,
Sadisfeito?! .
Adner Fabricío
Te deixei livre
Tu e este imenso universo
Tu e tua plena vontade
E por razões que desconheço
Decidiste ficar
Pra me fazer sorrir
Um doce poema
Digno da perfeita sincronia
Que carregas no corpo
Curvas e tons claros
Logo, não menos importante
A sincronia do doce açúcar
Que resulta
Na química distorcida
Que nos une
Química distorcida
Que resulta
No teu nome
“Porquê tenho dormido tarde”
Amanhã o sol celebra
Então aproveita, meu amor
Que hoje eu tomei calmante
E se o copo quebra
Eu não forjo nem com teu calor
Ele nunca mais vai voltar a ser como era antes
Eu ouvi dizer que só se vive uma vez
Mas pra mim isso não é o bastante
Roubo tua mágica, é isso que tu quer?
Sua gata, cê vive 7 ou 6
Te quero comigo, te desejo nos meus sonhos, te ponho na minha estante
Você tá cada vez melhor, ein mulher
Eu não sei mais o que tu quer
Mas eu sei que a primeira refeição é sempre a melhor
Pois é nela que há mais calor
Você fica brava com o que eu fizer
Então se eu te disser que tu é a pior
É porque só há você, meu amor
Você nunca me deixa só
Por isso você é a melhor
E se tu quiser fugir de mim eu te dou um nó
Seu novo filme favorito eu sei de có
A minha insegurança me diz que tu só tá aqui por dó
E no fim da noite isso me deixa na pior
Mas o teu sorriso é a coisa mais bela do mundo
É por isso que eu esqueci que eu deveria morrer ontem
E estarei cantando amanhã
Olha pra lua, meu bem, meu mar, meu mel, meu mundo
Olha para as estrelas, minha lua, meu sol, meu tudo, razão dos meus sorrisos aos montes
Olha pra rua, minha estrela, meu banho de chuva, meu pingo d'água, meu mousse de hortelã
Me diz que sou louco
O mais doido dos tontos
Que eu te quero aos poucos
Quando eu te vejo me dá um sufoco
Mas se eu não te vejo eu fico aos prantos
Olho pra mim e rio, eu quem dizia ter o coração oco
Perdi a conta do que aconteceu,
eles tem apenas o passado como presente,
de mãos atadas, na hora errada,
eu sigo em frente.
Me ofereceram a crueldade,
um cachorro que finge a morte,
a cortesia e a virilidade
se eu pudesse vê-los longe seria sorte,
duas cicatrizes e um corte... Um norte...
Fiquei a dever a mim mesmo um
bom mestre, a mais,
as corridas, meus desejos,
a nunca dar ouvidos a triviais.
Pelas manhãs
O que quer?
Filho, sabe como eu sou? Sabe mesmo como eu sou?
Saiba que sou muitos pensando em como é a minha verdadeira solidão
Quem não a conhece sabe que ela está mergulhada agora, se a encontrar
Mais que só ela a terá
E o nirvana?
Então vá embora!
(Escafandro) a fera que aguarda é faminta
Ou fica se quer teu mundo novo em movimentos lentos
E em fluidos devastadores, solitários descobrimentos profundos
Para leigos, perturbadores.
Para que antes eu te direi que já não podes mais voltar.
Quem não me sabe sentir só conhece, são simplesmente pessoas
Pessoas simples por todos os dias
Daqueles que me respiram invisível vivo dentro
Enquanto espreito desse Aquário, sem que saibam
Pois os corpos só confundem as almas, eles me teriam
Perdidos gritariam, mas o silêncio engoliria todos.
Eles já puderam ver teu rosto envelhecer?
Em contraste com o que não muda por traz, como suportar isso?
Mas pense!
A dor que seria isso nunca sentir, contra o belo eterno que alguém acredita existir
Sente as pessoas mudarem sempre por fora?
Há pessoas que são como casas que nunca entro, não as eram
Não puderam ser reais.
Há uma conclusão depois dos anos
Que mais cedo ou mais tarde, te obriga a ver as coisas
(Espero que possa perceber)
Alguns se enveredam e sorriem a vida toda
Sem se importar com o perecer
Que para outros é inferno; para mim, não minto! incomoda um pouco.
E aqui quando te sinto, nem deveria eu falar disto, é como falar sobre sonhos acordado
Então teu lado desperto é me aqui um sonho, tu és meu lado dormido
Ou um sonho que relato acordado.
"Do que são feitos os sonhos?
Perguntou o pensador.
Atento, o poeta lhe respondeu:
da matéria prima dos desejos contidos,
dos sorrisos aparados,
dos beijos não dados,
enfim,
de todas as coisas que guardamos no bolso da alma,
próximo do pulsar do coração."
Corriqueiro é o quotidiano ao qual as pessoas detém a faculdade de eleger a usança de nossos costumes. Usualidades essas que podem te tornar rapidamente um insólito. Naquele instante ínfimo em que você, por um mal estar de ser, na ambiguidade do seu estado de espírito, se dá a virtude de não responder algum aficionado em tempo hábil.
Martírio daqueles que se concebem análagos e ortodoxos diante dos seus.
Eu, estouvado como sou, não posso me dar a virtude de me adequar a qualquer sistema comportamental idiossincrático.
De toda forma, normalizo a mim mesmo, sim, com a angústia e a prepotência de um desajeitado; de um mal estar, no jeito de ser.
Trago comigo, meu alforge metafísico, abastecido de tudo aquilo que deixei de ser, sem metafísica. Aqueles que se incomodam, eu protesto com razão, não me queira um produto de uma taxidermia social, pois reservo a mim o epíteto de atordoado, complexo, dúbio, confuso e irresoluto. Atipicamente entendido ou classificado, normal.
DUQUESA
Observar a beleza que lhe rodeia
me enche de surpresa com a riqueza
de sua pureza. O minha graciosa Duquesa
ROSA
Esteja seca ou molhada, mesmo na terra
encalhada ela me olha maravilhada
em suas pétalas agasalhadas, mesmo sendo
destrambelhada se mantem determinada
de seguir sua encruzilhada.
Águas claras caindo no chão pés descalços sob a elevação.
Dedos sem pontos unidos meus braços abertos além disso.
Estéril fuga um aceno estirado na fileira esquecida estirpe.
Noite toda barbárie gota a gota mortalmente o resoluto feri.
Rescente reacender luminar frequente sob luar estimando-se.
Cego afundará reluz espero sonhar completo refletindo espiral.
Bel-prazer adianto o inevitável o querer sem definição real.
Interceptações e negligênciais degradam a rua dentre mortais.
Brusco atirar flecha e fogo foi morto sem espectador absorto.
Ingrediente constituído sem ler o manual o listrado pijama.
Conto primeiro se despede-te fronte ao pátio protesto vigorou.
Obnubilação mestre rei e guardiã clara luz que vem logrando.
Aflora sementeira irrigando-se a passo curto prazo puro.
Ajeita sexta respectiva pinça valente balanceando o centrista.
Romancista emigrando de tempo a porta a verdadeira vida.
Parte 2
Brilhará as luzes sobre teus cabelos brancos
molhados.
Assim caiu e arruinou o último do favo de mel
dourado.
Afundei a terra descalço pois pisei sobre uma
folha salgada.
Dedos sem pontos a se descolorir meio a meio
numa paisagem.
Beijo que arde os poros dilatados de ser um ser
vivo.
Menina de luz caiu pelo chão sem perecer do rio
nenhuma palavra.
Esqueço e me apavoro diante dos meus apagões
grisalhos.
Uma lágrima para você enxugar ao te ver sumir na
raia.
Nem o andorinha quer ser tão mais minha
esquerda na praia.
Oh justiça do querer que prendeu o meu sentir
desse amor.
Assim deus cria um teste se for tão longe ter todo
esse rigor.
Arranho a mesa enquanto a vela acesa na beirada se
derreteu.
É doce morrer de sede em frente ao mar azul
pulsante sussurrei.
Pois no fim aquilo era obra de um imã de serpentes
um lagar.
Proteção ao meu querer realiza-se um fixo
trancar-viar.
Esqueço fitas de madeira e fixas chamas nesse longo deslumbre.
Virarei os poços de sangue que você se mantém sempre tão submersa.
Sei que meus pais vão dizer ao ser que era outora um
casulo.
Bem feito escritor se despiu da vida vivida num
papel obtuso.
Morri de querer ser além do ser, que é além do
meu ser, um tudo.
A arte urbana é a oportunidade que o artista tem de expressão;
É aquela arte de que vem do coração.
A inspiração vinda dos periféricos;
É uma criação única, ao invés de algo genérico.
Com as cores vibrantes do grafite nas cidades;
Os olhos dos apreciadores ver a arte.
Tu queres alguém que cuide de ti,
te escute e te entenda,
alguém que te mime,
que ligue e diga que sentiu falta da tua voz,
que te dê confiança,
alguém que em tempestades segure a tua mão até o fim. Digo, alguém que não te largue na primeira oportunidade.
Alguém que te olho nos olhos e saiba o que estás a sentir,
alguém que te faça sorrir quando não estiveres nos teus melhores momentos,
alguém te deixe ser tu mesma,
que te faça sentir bem,
que cultive o amor em ti.
Tu apenas queres viver um amor,
saber como ele é na mais pura forma,
vê-lo desabrochar como uma flor,
e se for lindo como dizem,
apreciá-lo dia e noite,
protegê-lo de tudo e todos que sejam contra,
dar a vida por ele,
fazer dele a peça central do quebra-cabeça da tua vida,
sabendo que sem ele vives,
mas que ele é fundamental para que estejas completo.
Tu apenas queres viver um amor.
(Um amor)
Evidentemente diferente
Me eventurei numa terra desconhecida
Vagando nela fiquei
Do nada achei uma saída
Foi quando ali te encontrei
O Preto e branco você coloriu
Foi quando a tristeza partiu
Disse-me ser minha amada
Mas se estiveres errada?
Uma letra do alfabeto
A mesma que mudou meu dialeto
Entre as flores do jardim
Só você me deixa assim
Imaginando coisas em minha cabeça
Espero que não desapareça
Permito que nos meus sonhos sempre apareça
Me beija logo antes que eu enlouqueça.
*DIGNIDADE HUMANA*
Todo ser humano,
Possui muito valor,
Potenciais escondidos,
Que precisam expor.
Alguns, escrustrados,
Mascarados em meio a trapos,
Jogados nas calçadas,
Conformados, humilhados.
Outros, encarcerados,
Fadados ao fatalismo,
Acreditaram na pobreza,
Como um determinismo.
Mas, achamos tão incrível,
Quando alguém se desloca,
Do estado de miséria,
Alcançando vida própria.
O que é dignidade?
Sempre ser dependente?
Controlado por quem entrega,
Apenas o suficiente?
Conceder dignidade,
É dar plataforma à prosperidade,
Oferecer suporte para crescer,
Para superar e florescer!
O medo de ver erguer,
Acima do próprio ser,
Só exibe um dado erro,
Achar que irá perder.
Todavia, não existem,
Duas pessoas iguais,
Um dom não suprime outro,
Só abençoa os demais.
Aprender a dar as mãos,
Crescer juntos, em união,
Sim, dignifica a pessoa,
Em máxima proporção.
Migalhas de dependência,
Sem projetos de autonomia,
É forma de subjugar,
A própria simetria.
✒️ Autor: Vanessa Ribeiro
☀️ Inspiração: Bispo @jbcarvalho
Matando a saudade
Eu já matei a saudade
Milhares de vezes
Tantas foram às vezes
Que já me sinto um assassino
Mais ela sempre teima em volta
Sempre se aproveitando da sua ausência
Basta um breve momento
E já esta ela a me rodear
Como um predador
Em busca de sua presa
Por isso me desculpe
Pelas vezes que te ligue
Sem quase nada a falar
Era a saudade que eu estava a matar.
No meio
Queria esta para sempre no meio
No meio da chuva,
Da alegria
De um encontro
De um sorriso
De um Abraço
Do seu espaço
Do sues cachos
Dos altos e baixos
No meio dos seus sonhos
E porque não no meio da sua vida!
Surpreender, palavra única que remete desde a criação do homem a até ato de pensar, anologia a René que disse, “Penso, logo existo”.
Surpreender, como um magico faz ao tirar um coelho da cartola. Surpreender como dar uma flor a quem nunca recebeu com tanto amor, Surpreender com um beijo inesperado quem nunca esperou receber,
Surpreender motivando coragem quem almeja crescer.
Surpreender com chuva, quem passa calor logo no amanhecer.
Surpreender dizendo o quanto gosto de você.
E se logo sei disso, queria muito te surpreender, que ultimamente só penso em você, e se logo existo, só quero você!
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