Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

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Gratidão a Deus, porque foi Ele quem me sustentou nos dias em que ninguém via a batalha que eu travava por dentro. Quando faltou força, Ele foi meu refúgio. Quando faltou direção, Ele foi luz no caminho. A paz que vem do alto me manteve de pé, mesmo quando tudo ao redor parecia querer me derrubar.


Gratidão ao trabalho, que nunca foi só sustento, mas também caráter sendo moldado. Cada suor derramado construiu mais do que resultados construiu resistência, disciplina e visão. O trabalho me ensinou que dignidade não se negocia e que quem planta com fé, colhe no tempo certo.


Gratidão às pessoas verdadeiras que permanecem. As que não precisam de plateia para demonstrar lealdade. As que chegam no silêncio, ajudam sem anunciar e ficam quando muitos vão embora. Poucas, mas suficientes. São conexões que Deus coloca para lembrar que ainda existe verdade no meio de tanta superficialidade.


E acima de tudo, que a paz de Deus guarde meu coração, e que o amor de Cristo transborde em cada atitude minha.


Que eu nunca perca a essência, nunca endureça o coração e nunca esqueça de onde vim porque tudo que sou e tudo que conquisto começa n’Ele e termina n’Ele.


By Evans Araújo

Aquele que se esconde carrega dois medos o de ser visto… e o de nunca ser notado.
Ele se apaga para não se expor, mas no silêncio começa a duvidar se alguém sequer percebeu sua presença.


É como mensagem no WhatsApp um aplicativo de mensagens famoso aqui no ano 2026 , existe a confirmação de leitura e não confirmação. Uns não exibem a visualização da mensagem que o ser próprio enviou,
Fica ali… enviada, entregue talvez, mas nunca assumida.
Não sabe se ignoraram.
Não sabe se foi lida.
Não sabe se foi sentida.


Quem se esconde vive nessa incerteza constante.
Quer atenção, mas teme a exposição.
Quer ser escolhido, mas evita se mostrar.
E nessa fuga, vira refém da própria dúvida.


Porque no fim, pior do que ser visto é nunca saber se realmente existiu no olhar de alguém.

Ah, braços!
E como é tudo um abraço seu.
sinto que ele é tão meu naquele momento.
E a minha pouca altura me permite dependurar.

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*Viúva de Marido Vivo*


Ele se comportou como o próprio diabo. Mentiras embaladas em papel de promessa, falso amor entregue com laço. Seduziu como serpente antiga, repetiu a história de Eva sem nem disfarçar.


Agora diz que viveu no inferno. Que não aguenta mais.


Se você não aguenta, me diz: como ficou quem foi enganada?


Você foi embora sem sair de casa. Levou as promessas de amor eterno, o cuidado que nunca existiu, e deixou o corpo. Ficou. Presente de carne, ausente de alma.


E eu? Eu virei viúva de marido vivo. Velo um casamento na sala enquanto o defunto assiste TV.


A serpente não foi expulsa do paraíso. Ela comprou o sofá.


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*Créditos: Texto original por Mikaele Tavares, reescrito em forma de crônica por Luna 💙*

"A glória de Deus e amar
O que Ele te der
A glória de Deus e amar
O nosso sofrimento com fé!"

Tem dias que o tempo passa comum… e tem dias que ele carrega um significado que só quem sente entende.


Amanhã é um desses dias.


Não posso dizer nomes, nem apontar direções, mas existe uma presença que transforma o ritmo de tudo ao redor. Como se o mundo, por alguns instantes, aprendesse a fluir melhor… mais leve, mais alinhado, mais verdadeiro. Você sabe.


Tem algo curioso sobre encontros que não precisam ser explicados. Eles simplesmente acontecem… e quando acontecem, deixam sinais. Pequenos códigos no jeito de falar, nos apelidos que surgem do nada — ou talvez de tudo. “Sunshine”… não é só uma palavra, é um estado. Uma luz que não precisa pedir permissão pra existir.


E eu sigo percebendo… que quando você está por perto, até o que era difícil encontra caminho. Como se o improvável deixasse de ser obstáculo e virasse apenas um detalhe no percurso.


Talvez algumas histórias não sejam feitas para serem expostas, mas sim sentidas em silêncio, compreendidas nas entrelinhas. E talvez, só talvez, aquilo que é verdadeiro nunca se perde — apenas encontra o tempo certo de se revelar.


Porque no fundo, o que é pra ser… encontra um jeito.


Hoje, deixo isso no ar… como quem não diz, mas deseja. Como quem não aparece, mas está.


E que de alguma forma, você sinta.


“ que é verdadeiramente destinado a você — sejam oportunidades, amores ou lições — encontrará seu caminho no tempo certo" .


Feliz o seu dia… do jeito que só você vai entender.

My Devil Talk's


Hoje encarei, frente a frente,
aquilo que um dia me chamou de futuro.


Ele chegou antes de mim.
Inteiro. Limpo. Insubmisso.


O café entre nós não era bebida —
era intervalo,
era a distância exata entre quem eu fui
e o que restou de mim.


Acendi um cigarro.


Ele não suportou.
Não o cheiro —
mas o símbolo.


Disse que eu havia aprendido
a conviver com aquilo que antes me destruiria.
Que eu transformei renúncia em hábito
e cansaço em identidade.


Meus silêncios — segundo ele —
não eram profundos.
Eram covardes.


Minhas palavras,
repetições de um homem
que já se traiu tantas vezes
que começou a chamar isso de adaptação.


Ele não tinha pressa de chegar.
Tinha urgência de não se tornar eu.


E isso…
isso foi o que mais doeu.


Porque ali, diante de mim,
não estava alguém que me admirava —
mas alguém que me reconhecia
e recusava.


Olhou minha vida
como se fosse um território negociado,
cada princípio vendido em parcelas silenciosas.


Perguntei, quase implorando sem voz:
— você volta?


Ele sorriu.


Não foi gentileza.
Foi sentença.


O tipo de sorriso
de quem ainda não foi quebrado
o suficiente para aceitar menos do que é.


Pagou o café —
como quem encerra um ciclo
que eu nunca tive coragem de terminar —
e partiu.


Sem peso.
Sem dúvida.
Sem mim.


Na mesa, ficaram vestígios:
uma coragem que eu abandonei cedo demais,
um sonho que eu dobrei para caber no medo,
e uma pergunta —


crua, implacável, irreversível:


— em que momento você decidiu sobreviver
em vez de ser?


Fiquei.


E pela primeira vez,
não havia distração possível.


Apaguei o cigarro.
Mas o que queimava
não estava entre meus dedos.


E então compreendi —


o silêncio não veio me consolar.


Veio me julgar.

Platão tratou o amor como um banquete
Você me mostrou ele como migalhas
Ao te oferecer presentes, mostrou que tem preço.
Ao te oferecer palavras de afirmação, seu ego entrou em ação.
Ao te oferecer tempo de qualidade, mostrou que só se importa de verdade com coisas que enaltecem sua vaidade.
Ao te oferecer toque físico, optou pelo distanciamento.
Ao te oferecer atos de serviço, quis ser auto suficiente.

Quer carinho? Peça a sua mãe!
O mundo é pai, ele te da oportunidades, desafios.
Ele te testa, te eleva ao seu limite.
Ele te força ser melhor.
Se não aguenta, corre pro colo da mamãe.

12/04

O que ninguém te conta sobre domingo
é que ele é mágico.

Como pode um único dia ter tanta vida?

Tem vida da hora que acorda
até a hora que vai dormir.

Abre a janela,
e aquele sol tímido
pronto para aquecer…

De manhã, tem cheiro de café passado na hora.
Passa um tempinho, tem cheiro de sol…

E, conforme vai passando o tempo,
tem cheiro de vida,
de casa,
de feijão fresquinho…

O sol fica calorado, calado,
e o ritmo em paz.

O coração quentinho.

Crianças e suas risadas,
o barulho e o movimento,
música…

Uma despedida do fim de semana,
um convite à renovação.

A energia necessária para mais dias de vida
e descobertas…

Domingo é mágico,
só precisa parar um pouquinho para perceber…


Ana Caroline Marinato

Paródia: Naquela Mesa - Nelson Gonçalves.


Mesa Declinada


Naquela mesa ele nunca foi presente,
E esse amor ausente me bate sem dó.
Naquela mesa não houve vitórias,
E nunca demos glória pelo amor ao redor.


Naquela mesa faltou amor presente
E essa dor persistente vem logo de manhã.
E na minha lembrança só vem gatilho,
Por causa desse empecilho durmo no divã.


Sem saber que doesse tanto,
Tento conter os prantos que matam a mim.
Se eu contivesse essa ferida,
Essa dor da minha vida não seria o fim.


Esse ardor que mais ninguém cala
Embaraça minha fala quase que no fim.
E as memórias que eu tenho dele
Me deixam daquele jeito bem assim.


Esse ardor que mais ninguém cala
Embaraça minha fala quase que no fim.
E as memórias que eu tenho dele
Me deixam daquele jeito bem assim!!


Tsharllez Foucallt

Existe uma linha silenciosa entre sentir e se perder. Entre ouvir o mundo e permitir que ele te defina.
Durante muito tempo, você pode até acreditar que ser afetada é apenas sensibilidade — e, de fato, é. Mas há um ponto em que o que vem de fora deixa de tocar e começa a ocupar. E quando uma crítica tem o poder de te desmontar, ou um elogio te leva a um lugar que nem você sustenta sozinha, algo dentro de você já não te pertence por inteiro.
É sutil. Quase imperceptível. Mas perigoso.
Porque, aos poucos, você começa a se moldar pelo olhar alheio, a medir o próprio valor pela reação dos outros, a se reconhecer mais no reflexo do que na essência. E então, sem perceber, entrega a própria mente nas mãos de quem nem sempre entende o peso das palavras que carrega.
Sentir é humano, mas se perder não pode ser rotina. Nem toda crítica é verdade, nem todo elogio é medida. O que vem de fora pode atravessar, mas não pode permanecer sem que você permita.
Existe uma força silenciosa em se pertencer. Em saber quem você é, mesmo quando o mundo te aplaude ou te questiona. Em não se inflar com o reconhecimento, nem se despedaçar com a rejeição.
Porque, no fim, liberdade é isso: não se tornar refém de vozes passageiras. É voltar para si, todas as vezes, e ainda assim, permanecer inteira.

O caos nunca chega batendo à porta; ele entra pelos cantos, desalinha os quadros, derrama café sobre os planos e troca o nome das coisas dentro da gente. No começo, parece apenas ruína: gavetas abertas na alma, relógios mastigando pressa, pensamentos correndo descalços por corredores sem fim. Mas há uma inteligência secreta nesse desarranjo. Como a terra revolvida antes da semente, o caos fere a superfície para que algo mais vivo encontre passagem.
É nele que antigas versões de nós desmoronam feito casas cansadas, abrindo espaço para janelas que ainda nem sabíamos desejar. O coração, quando perde o mapa, aprende a ouvir estrelas invisíveis. E a dor, essa costureira impaciente, rasga primeiro para depois unir com linhas mais fundas.
Talvez criar seja isso: suportar a desordem sem fugir, permitir que o incompleto respire, aceitar que nem toda beleza nasce limpa. Há flores que só entendem o próprio perfume depois da tempestade. Há pessoas também. O caos não é o oposto da criação; é seu ventre escuro, quente e profundamente humano, onde tudo se quebra para finalmente começar de novo, em silêncio.

você é fogo ele diz


eu respondo


eu sou vulcão⁠
sou sua dona e você é meu cão
sou sua escrava e você é meu não
você é o poeta eu sou o poema


esse amor meu alimento
meu suspiro é seu lamento
sem você eu não vivo
sem teus olhos eu não penso
se não sou eu,hora pois
ninguém te leu

Busquei mil maneiras de mostrar meu amor...
Parei quando ele usou mil e uma mentiras e causou meu dissabor.

Está guardada.


Lhe guardei no coração,
mas ele ficou grande
demais para você.
Então lhe coloquei
Na memória, sabe que
Ficou até bom.

Cena de Cinema.
Parecia cena de cinema,
Bastava alongar o
pensamento e
Perto dela ele estava.
Nesse momento tudo
pairava no ar.
O entorno deixava de
existir, Eram só os dois e
O mundo lá fora.

Amor...


Enquanto ele brincava,
Ela o amou. Cada minuto
Em que juntos estiveram
Ela o amou.
Hoje, ele vive aos pedaços

Palavra sem som.


E olhando dentro dos olhos dela,
nenhum som saiu.
Ele treinou tanto,
Palavra por palavra,
cada ponto e virgula.
Olhos abertos, mãos
nos bolsos e nenhuma palavra
na boca.
Foi assim que o amor
não aconteceu.

Iguais no amor.


Ela
gostava de Balé
e músicas Clássicas.
Ele
gostava de samba
e futebol.
Apesar da aparência
contraditória,
Entendiam se bem,
pois o que os uniam
era o
AMOR.