Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

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⁠Florada do Cedro-Rosa
que não consegue mais
dominar assim sou eu
amorosa florescendo
com Versos Intimistas
dentro de você porque
os meus sinais austrais
você os lê com o coração
e me tem na palma da mão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Aguano na ribeira
ficou na memória,
Era uma vez um rio,
que restou o calafrio
não é mais segredo,
Do futuro eu morro
de medo e como
sou poeta o meu
dever é remar em rios secos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Que a vida não seria mais
a mesma já sabia com
toda a maior certeza,
Agora embalo o desejo
de saber como são
os seus olhos e recordar
dos sonhos na nossa
alegre companhia,
Porque o quê me interessa
é permanecer nesta poesia
sem a tal medonha nostalgia
porque a caminhada é longa
desde o primeiro consciente dia,
e não devemos carregar
conosco o peso da recordação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu tão querido
Boi Pintadinho,
diga para o Senhor
do meu destino
que não sei mais
viver sem amor
e sem o carinho
dele que cruzou
o meu caminho.

E que enquanto
isso me tornar
uma mulher ainda
melhor tem sido
o meu real e único
amoroso compromisso.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Bem-te-vi de outrora
quase não se escuta mais,
na memória o canto
não foi esquecido jamais.

Rotas que não deveriam ser
apagadas devem ser
constatemente resgatadas,
e laços igualmente refeitos.

Em nome daquilo que nunca
deveria ter sido esquecido:
caminhos devem ser restabelecidos.

Lembrar de tudo aquilo que fez
resistir para chegar até aqui é
necessário para continuar a existir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A vida não pede ré,
peço a bênção
forte do Aboré
para ter mais
confiança
e fé no coração,
Para não ter
nenhuma distração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O teu charme faceiro
faz uma acordeona
sem fim do meu peito,
Que você é meu
não tem mais jeito,
E há de se entregar
a cada dia inteiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando os mais humildes
vão marchar nas ruas
é porque tudo falta e não
estão sendo escutados;
De cada quilômetro percorrido
deles sou os passos
destes pés pela vida cansados.

Sempre que calam, constrangem,
agridem, prendem e torturam
a mais frágil filha de Bolívar,
A mim me calam, constrangem,
agridem, prendem e torturam;
Não consigo estar calada
e do lado daqueles que ignoram
o fato até dos grupos de jovens
terem virado adultos armados.

Da greve de fome do líder
o quê me grita mesmo nos
ouvidos é o barulho do estômago
vazio dos mais humildes
que não têm a quem recorrer;
O sangue das minhas veias
correm nas veias deles
e não sou quem finge não ver;
Se não for insistir pela via do diálogo,
eleger a pior via jamais poderá ser.

(Não existe como inventar outro fazer).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Alicali para julgar
o quê é o quê não é,
Não acredito que exista mais,
prefira mesmo é ter fé.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Temos mais de pássaros
do que nós imaginamos,
Assumo que não sou
diferente de um Alma-de-Mestre,
Quando está Sol nem
que seja espiritualmente
voo para o mar,
E quando vem a tempestade
fico com os meus pés na terra,
Assim tem sido o meu voo de poeta,
é o que dizem aqueles
que se veem como pescadores.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não sou Anujá
fácil de pegar,
É bom você
pensar mais de mil
vezes antes de tentar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não é segredo
para ninguém
que dias com flores azuis
do tempo não têm
sido mais os mesmos.

O importante é
que aqui na nossa Rodeio
no Médio Vale do Itajaí
cada qual os colore por dentro.

Dá até para perceber
nos sinais das cores
do Natal que se aproxima
da praça aqui no nosso Centro.

Em mim poesia é pincel
com as cores dos sentimentos
com toda a beleza
de tudo aquilo que nós temos.

Não importa se o ano
não foi fácil,
não importa o quê se passa lá fora,
O importante é que nós nos temos,
e que o Natal está chegando
para a gente reviver: CELEBREMOS.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O tempo ancestral
de Arabu na mesa
não volta mais,
O tempo de hoje
pede preservação
para não ficar para trás,
As novas gerações
precisam crescer em paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Araã diante deste
mundo não existe mais,
Prefiro não me aborrecer
em nome da minha paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nunca mais vi
uma Anhuma,
Só sei que dela
só sobraram
os locais,
Não sei por onde
voa Anhuma,
Não acredito
que exista mais,
A última que vi foi
há tanto tempo
que nem lembro mais.

Anhuma há tanto tempo faz...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pedi para saber
Eu insisti
Desafiei por mais de uma vez
Infelizmente você não quis
Realmente revelar: CANSEI.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Candongueiro infinito
que torna o Jongo
sempre mais bonito,
Não é diferente
do que seu sorriso
faz com o meu
coração entrar no ritmo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Percorrer uma estrada
Wari de mãos dadas
em direção a Via Láctea,
Não querer mais nada
na vida a não ser tudo
que tudo aquilo que
enleve e coincida
de maneira infinita
no ritmo do Universo
a viver a história
romântica mesmo
que tentem nos convencer
que isso não mais exista,
Porque sabemos que não
existe outra melhor coisa na vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Percorri toda a estrada
do sofrimento feminino,
Já não mais conheço
o caminho de volta,
O silêncio já é a resposta
como a noite de Lua Cheia.

Com a cátedra de quem
passou por esta estrada,
Posso dizer a vontade
que com as lágrimas de
uma mulher em nenhuma
circunstância da vida
se produz um bom perfume.

Por consciência terrena
optei ver toda a cena
pelos olhos de James Webb,
com a cara lavada e sem retórica:
O berçário de estrelas
e a magnífica dança cósmica.

Poligráfico é este poema
porque não cabe a mim
e a ninguém adentrar
histórias que não fazem
parte da própria biografia;
Claríssimo é o sentimento
que fez alcançar este momento
de dizer o quê mereceu ser dito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sonho que não venham
nunca mais ser trocados
os nomes dos heróis,
as placas das ruas
e os nomes das nossas
cidades e que entre
nós não haja nunca
mais baleados por
ordem do invasor
que é em si a verdadeira
tragédia para si mesmo.

Há quem perdeu a noção
daquilo que o invasor
faz o tempo todo contra
nós é um crime bárbaro,
Cada poema meu há
de ser mais forte do que
cada míssil pelo invasor
contra a Ucrânia lançado.

Não acolho com a minha
boca fechada e nem com
os braços meus abertos
que os caminhos com
gente mesquinha que
nega a agressão contra
a soberania venham
a se cruzar nesta vida.

Chega desta tragédia
distribuída na terra
dos meus ancestrais
e além fronteiras
desta estúpida guerra
de um invasor que tem
se comportado pior
do que qualquer fera.

Onde idioma ucraniano
não tem escapado
da voracidade e tem
sido forçosamente
obrigado a ser silenciado
por ordem deste invasor
que tem espalhado
a tragédia que é para si
diante dos olhos do mundo.

Por causa de tudo isso
na correnteza das águas
do destino eu atirei
o meu Vinok para a paz
e o amor vir de tanta
dor nos salvar daquilo
que está a sufocar.
sem perspectiva de cessar.

Enquanto isso, os campos
de trigo estão a queimar,
o bombardeio a estourar
e muita gente pelo mundo
afora com tanta mentira
sempre está a compactuar;
e eu não posso me calar
e o algoz tem aprender a parar.

Inserida por anna_flavia_schmitt