Poema Nao Ame sem Amar
Descobria a face da maldade
E de tudo que não conhecia
Preparei meu coração
Regredi minha paixão
E observei que o mundo
É tão vazio e solitário
Que a mim não pertencia
E que tudo era muito superficial e vazio
Desiludi-me, fingi e tentei escapar.
Acabei como um momento de puro sofrimento
E destruí meu coração
Fui encantado pelas palavras
Que eram dissimulados, enganosas e destrutivas.
Não sou mais quem eu era
Morreu o velho eu e surgiu um velho ser.
PVHD
A primeira vez que nos encontramos, não foi um encontro entre eu e você, mas você já se fazia presente naquele momento, você plantou sua semente em mim. O tempo passou, mais a semente jamais foi esquecida, por um momento em minha mente vi que seu veneno já estava em mim, correndo em minhas veias, passando pelo meu coração levemente, e por um longo período me fez feliz, mas seu veneno ainda estava completo, e eu sempre quis me saciar por inteiro, mais como as coisas mudam, quando parecia estar no fim seu efeito, você reaparece mais forte, mais brutal, me deixando em um estado de êxtase total, com sua magia virtual. Mas a realidade sempre vem trazer a tona, algo muito melhor, porem me levaria a fazer uma coisa que eu nunca imaginei, uma coisa proibida, imoral e desconhecida, talvez até imperdoável. Porem espetacularmente maravilhosa, minha alma agora já depende disso para poder seguir, quando não a ''tomo'' meu dia não tem graça, é triste e frio como o chão do mar. Que posso eu fazer a não ser me entregar ao que irá me matar, e já está matando, pois sempre soube que isto seria meu veneno, desde sempre meu sangue fervia e dependia de você, mais e mais, para toda a eternidade.
Minha algoz, venenosa e traiçoeira, que me livra de todos os males, para poder me matar sozinho.
Então venha mais uma vez na escuridão, naquele banco, com o vento exalando o perfume de rosas e folhas secas.
Mostre-me mais uma vez sua ira minha vampira.
Hoje...
Hoje meu amor nao me visitou...
Escondeu-se entre lamurias e mau- humor...
Hoje procurei meu amor...
Minha princesa escondeu-se...
Na insatisfação da vida...
Nublou o dia da minha alma...
Hoje nao sai pra passear..
Hoje nao contemplei o Sol...
Que sequer raiou um sorriso..
Prendendo- me aos meus desejos...
Sequer dei graças a Vida..
Que permaneça a lição ..
Que a vida e minha e que eu jamais permita novamente...
Que outro coração...
Seja de princesa ou dragão...
Tenha a responsabilidade que e somente minha...
De resplandecer os meus dias!!!
Já morreu
a saudade, inválida
não entendo o sufoco,
ciumeira transviável
desassossegante
não graduei-me na melancolia
sou refém do sinal vermelho.
A maior barreira que enfrentamos é de não acreditar que
PODEMOS'...
+sonia solange da silveira Ssolsevilha
Sou errôneo.
E só porque eu cai de joelhos
Não significa que o eu verdadeiro
Irá manchar de sangue esse chão.
E só porque eu sofro calado
Não significa que apaguei o passado
Do meu retalhado coração.
Sou simples, mas sou verdadeiro
De tão pouco meu ser é herdeiro
Mas carrego a saudade e a solidão.
Sou errôneo, mas sei pra onde ir
Meus amigos não me deixam cair
Afinal, os verdadeiros eu sei quem são.
Se me contasse...
Bem caro seria, uma dessas dores.
Duas cores, três regadas. Três mil flores não compraria tanto desse amor.
Um ajuste pra segurar tudo. Tanto de tanta coisa.
Cicatrizes.
Não precisa mais doer, mas a cada passo... Pesa.
As lágrimas que o tempo leva, como as cores da luz. Da luz do sol.
Não importa, tua insônia é resposta. Veja, veja, veja, veja...
Não sente atrás desta porta e começar a chorar feito louca, pois já vai terminar, ainda nesse verão.
As pessoas já não sabem mais guardar segredos.
Já não sabem se importar. Já não sabem mais se vestir.
Nem tampouco ressentir.
E eu pediria, sim eu pediria. Deixaria ir embora. Soltaria. Desafixaria. Despregaria.
Não usaria mais palavras. Não contaria mais elas.
-Chorando palavras-
Não quis ler, olhei assim, um bocadinho. Mas nunca quis.
Devia ser mais, não muito, mais um cadinho.
Era sempre certo. Não sei por que. Não tenho motivos pra me esclarecer.
Sempre impecável, sempre bem vestido, mas os dedos já amarelos do cigarro. Não sabem nada. Pouca gente vai saber o que eu sei. Não tem ninguém, pra continuar.
Ah, se você soubesse meu bem.
Não há algum outro assim... Não posso segurar.
De tão comprido seja esse meu amor.
Ou leve, bem de leve esse meu carinho.
Pois não seria céptico o suficiente pra me renegares.
Pra não esquecer.
Não é tarde demais, esperar um tempo tão curto quanto algum. Mas eu sentarei bem aqui, nesta terça-feira de marés. Aqui, eu sei que o resto não pode me importar. Ainda assim um desses sorrisos velhos me importa. Paciência, não pode ser em vão.
Mas não, espera!
Ainda podemos achar maneiras... Corre. Procura. Hoje ainda é segunda.
E nesta vez, eu sei, vai dar certo. :)
E você não por que chorar.
Parece que as coisas vão despencar em minhas costas. Outra vez.
E isso dói.
Mas uma vez, isso pesa.
De um jeito errado, perdia.
Você diz que não se importa com mais ninguém.
Que se arrepende.
Que desiste.
Que se cansa.
Que tropeça demais.
Demais...
25 de julho, dos poetas.
Poetas não enlouquecem. Nunca foram normais.
Não falo com próprias palavras, não tenho tanto estudo assim... Sem leitura, nem intimidade. Era o ultimo.
Não, não disse só isso... Queira ou não queira, escreveria na próxima manhã. Dando cores nas janelas, e ventos nas portas.
Deixe-me ter o prazer de conhecer suas profundas economias de criações.
Desembaraços.
Não substitua seu nome próprio, meu bem.
Uma pessoa, uma cidade... um Deus. Tudo pela sua qualidade ou por uma perífrase de alguns atributos.
Príncipe poeta, camaleão de 7 cores.
em um jogo o que emporta é vencer....
as vezes não as vezes é participa com o coração em deus ,mas as vezes a gente joga pra vencer e sair do jogo campeão ,mas as vezes não conseguimos o que queremos as vezes temos que aceitar
PERDEMOS
uma palavra que faz parte de nois as vezes GANHAMOS,MAS AS VEZES NÂO
