Poema Nao Ame sem Amar

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Às vezes erramos.


Às vezes erramos, e como somos covardes; e não queremos assumir o nosso erro. Quando somos punidos, então procuramos colocar sobre alguém a culpa da nossa sentença.
Isso me faz ver o quanto somos covardes a ponto de não ser capaz de assumir que erramos e o nosso erro nos puniu. Aí, em vez disso, nos fechamos dentro de nós e botamos a culpa do nosso erro em alguém que apenas fez justiça, nos fazendo pagar pelo crime que cometemos contra alguém.

A pena!

A pena que hoje cumpre não é culpa de ninguém. Quando te deram conselhos, você não quis ouvir.
Agora, atrás das grades, foi que bateu o arrependimento, nesse inferno fedorento.
Você deseja liberdade, mas agora é tarde; está pagando pela sua maldade.

Não gosto de ir a sepultamento.

Não gosto de ir a sepultamento,
Porque não suporto o fingimento dos filhos e parentes, quando ouço a lamúria, dá vontade de vomitar em cima dos hipócritas que fingimem ao falecido amar.
Teve oportunidade, nunca abriu o coração para dizer ao falecido: "eu te amo, meu irmão".
Do mesmo modo acontece com os seus genitores, jogam nos abrigos e nunca vão visitar; mas quando a morte os levam, os miseráveis se põem a chorar.
Por esse motivo não vou a sepultamento, pois meu coração não suporta tanto fingimento.

Continue confiante.

Não saem mais de casa,
Não procuram mais trabalhar.
Confiante no bolsa-família, nem se
quer querem saber de estudar.
Até quando o governo vai sustentar
esse povão?


Não fazem mais nada na vida, porque recebem sem nada fazer.
Enquanto trabalhei trinta anos para poder me aposentar, e ainda sou obrigado a contribuir com a Previdência Social, lei criada em dois mil e seis.

FORA PT


Fora PT, Fora PT
Não aguento mais
passar fome com você.
Fora PT, Fora PT
Não aguento mais
passar fome com você.


Nós servidores, dizemos não,
Para vocês nessa próxima eleição.
Nós servidores, dizemos não,
para vocês nessa próxima eleição.

Você vai prosseguir




Não existem incentivos,
Você vai prosseguir
o amigo invejoso não quer ver você subir

“A vida não é medida pela quantidade de amores que tivemos, mas pela
quantidade de amor que doamos” - (Pena)


—Onaile A Prudent

Não te amarro, te sinto.
Não te prendo, te deixo ficar.

Porque o amor que é livre
não foge,
ele escolhe.

E no espaço leve do teu peito,
eu existo
não como dono,
mas como morada.

Se um dia quiser partir,
vá…
mas leve contigo
esse pedaço de mim
que aprendeu a viver
só por te amar.

Não espere que acabe, continue.
Não espere o fim, prossiga.
Não espere o amanhã, faça hoje.
Não espere um adeus, lute.
Não espere acabar, transborde.

Ele entrou na minha vida em 2019… e nunca mais saiu.
Não foi uma história.
Não foi um relacionamento.
Não teve construção, promessa ou continuidade.
Mas teve presença.
Teve troca.
E teve um sentir… que eu nunca mais consegui acessar igual.
Eu não criei fantasia.
Eu não projetei um futuro.
Eu estava bem, resolvida, inteira.
E mesmo assim… ficou.
Anos se passaram.
Não nos vemos.
Não nos falamos.
Mas basta um sinal, uma lembrança, uma imagem…
E o meu corpo ainda reconhece.
Frio na barriga.
Energia que atravessa.
Como se nada tivesse ido embora.
Eu tentei entender.
Psicologia.
Espiritualidade.
Desapego.
Divórcio energético.
E nada apagou.
Até eu perceber uma coisa:
Talvez não seja sobre ele.
Talvez seja sobre o nível de presença que eu acessei sendo quem eu era naquele encontro.
Sobre a versão de mim que despertou ali.
Sobre o quanto eu senti… sem bloqueio, sem medo, sem defesa.
E isso marca.
Nem toda conexão vem pra ficar.
Algumas vêm pra te abrir.
E o verdadeiro despertar não é ficar presa ao que foi…
É honrar o que sentiu, integrar… e seguir inteira.
Porque sentir assim não era sobre ele.
Era sobre o que já existia em mim.

Eu sei que você não sabe.
Nem se notifica em saber.
Um dia Eu vou esquecer você
que.
Já superei

Minha espiritualidade não me anula, ela me revela.
Ela expande o que sou, não me cala, não me poda… me eleva.
Expandir a consciência, hoje, é rebeldia silenciosa, é ouvir a própria voz num mundo que pede ausência.
Se anular por algo ou alguém… nunca fez bons guerreiros, porque quem se apaga, não sustenta o próprio império.
Ele já nos salvou.
Agora é sobre presença, verdade e coragem,sobre honrar quem somos, sem pedir permissão.🔥

Há momentos em que o silêncio entra na vida como quem não quer nada, mas, pouco a pouco, ocupa todos os espaços. Ele se senta entre duas pessoas, paira sobre uma lembrança, repousa no canto de um quarto vazio e, sem dizer uma sílaba, revela o que nenhuma palavra consegue alcançar. O silêncio também fala, e muitas vezes fala com verdade do que qualquer discurso.
Ele se manifesta no olhar cansado de quem pede ajuda sem coragem de pedir, na pausa de quem guarda um sofrimento antigo, no abraço que dispensa explicações. Há silêncios que são muralhas, erguidas para proteger feridas. Outros são pontes, construídas com afeto, compreensão e presença. Em ambos, existe linguagem.
Ser humano aprender a escutar o que não foi dito. Nem todo silêncio é ausência; às vezes, é excesso. Excesso de dor, de amor, de medo, de saudade. Por isso, ouvir alguém vai além de prestar atenção às palavras: exige sensibilidade para perceber o que a alma sussurra quando a boca se cala. E talvez seja nesse espaço invisível que nascem as verdades profundas.

O Inventário do Invisível


Talvez não tenhas me perdido num golpe,
num corte súbito de adaga ou de vontade.
Foi, antes, um desatar de nós mansos,
um esquecer-se de ser por pura distração da memória.
Não houve o estrondo da renúncia,
apenas o passo que, de tanto não voltar,
esqueceu o rastro do caminho.


Havia, outrora, um vulto, um breve estio,
um pólen de mim que pousava em teus dias;
uma cintilação de que eu, de algum modo,
atravessava o teu horizonte.
Hoje, o que resta é o vácuo, essa arquitetura muda.
E o silêncio não é ausência de som,
é o peso de um espaço que desistiu de ser preenchido.


Talvez não tenha faltado querer,
talvez tenha sobrado tempo, esse rio voraz
que carrega as margens que não são de pedra.
E eu, náufrago de um cais que nunca se firmou,
procuro o instante preciso da minha transparência:
quando foi que meus passos deixaram de ecoar no teu chão?
Ou terá sido minha alma, em seu delírio,
que desenhou cidades onde havia apenas deserto?

Não espere do mundo aquilo que nasce, silencioso e poderoso, dentro de você. Há batalhas que ninguém pode travar por suas mãos, nem caminhos que outros possam percorrer por seus pés.


A dependência dos homens, quando se torna abrigo constante, enfraquece a alma como vento que apaga lentamente a chama — e, com ela, vai se esvaindo também a fé, que precisa de autonomia para respirar.


Não entregue suas vontades ao teatro das expectativas alheias. Não se torne marionete de aplausos passageiros nem refém de julgamentos frágeis.


Seja a mão que escreve o próprio destino, a voz que define seus limites, o espírito que constrói, com coragem, suas próprias leis

Quando acaba,
o que sobra é o fim.

E o fim grita.
Grita tão alto
que não consigo ouvir
mais nenhum eco do passado.

Porque o amor não se cala —
mas fica quieto demais
pra competir
com o barulho do último adeus.

E, sem poder te ouvir
uma vez mais,
é como se agora
eu fosse surda.

E, sem poder te ver de novo,
sem sentir os seus olhos em mim,
sem a bênção do seu olhar amoroso —
é como se agora
eu fosse cega.

O seu adeus
ficou gravado na minha retina.

E as minhas melhores lembranças
se escondem
atrás dessa última imagem.

Mas eu espero…
que um dia
eu consiga enxergar
tudo o que ainda vive
além do último instante.

Não me limite aos seus conceitos.
Pra que iria ficar olhando meu umbigo, se posso contemplar as estrelas.


(Nepom Ridna)

Oh céus!
Como isso é deplorável!
Sentir teu cheiro,
Falar contigo,
E mesmo assim...não poder ti abraçar...
Será que ainda é só o começo?
Ou será o fim?


Tento tomar coragem, mas os céus não permitem nossa união?
Seria uma visão equivocada minha?


Mas isso me consome por dentro...
Espero por sua mensagem...nada
Procuro não me redimir a isso...
Um dia vai passar, e só ficará memórias.


Há! se um dia pudésse sentir o toque da minha mão na sua, eu seria a pessoa mais feliz deste mundo...
Mas isso é difícil de ocorrer, como se em minha mente...não houvesse possibilidade...do nosso sentimento
ser correspondido.


Seria melhor te esquecer?
Esquecer dessas memórias?
Onde está sua preocupação?
Seria melhor parar de regar essa flor e cortar suas raízes?


Fico no aguardo...esperando você me corresponder...

Meu íntimo chora,
Ele se agonia
Sinto ciúmes, mas não posso fazer nada...
Esse sentimento busca me atormentar, mas não deixarei ele se aflorar...
Arrancarei ele pela raiz (como sempre faço)


Posso eu escrever sobre esse tema?
Creio que não,
Mal sinto esse sentimento atualmente...
Porém, sinto...não importa a intensidade...Eu sinto!
Mas não posso nada fazer
Qualquer rejeição será em vão e levada junto embora com a brisa.

Como é milagroso termos um amanhã, nós só percebemos que é milagroso quando o amanhã não chega mais...


Por que somos todos tolos e só percebemos a preciosidade das coisas depois que a perdemos.