Poema Nao Ame sem Amar

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Cada passo que eu dou no chão,
Tem o ritmo do teu coração,
Não há mapa, nem direção,
Quando é o amor quem dá a mão. _ Frase da música Por Inteiro do dj gato amarelo

Meu amor não busca roteiro,
Nem precisa de paradeiro,
Eu te sigo sem fronteiras,
Sou teu por inteiro... _ Frase da música Por Inteiro do dj gato amarelo

Meu amor não é mochileiro,
Eu sou seu por inteiro,
Fico aqui, na tua voz,
No silêncio que há entre nós. _ Frase da música Por Inteiro do dj gato amarelo

Nos olhos teus, reflete o amanhecer,
O mundo gira para a vida vai acontecer,
Não há relógio que apague o sentir,
Juventude é o desejo de seguir. _ Frase da música O mundo gira do dj gato amarelo

Teu riso é brisa que me faz voar,
Entre promessas que o tempo não vai levar,
Se o amor é o verbo da juventude,
Que seja eterno, em plenitude. _ Frase da música O mundo gira do dj gato amarelo

⁠Curta demais para não se fazer o que tem vontade,
Frágil demais para se ter medo de arriscar,
Imprevisível demais para querer acertar sempre,
Bonita demais para se entregar à inércia,
Divertida demais para sucumbir ao enfadonho,
Misteriosa demais para contar com a ideia de que haverá uma outra chance.

Essa é a vida.

Viva!

Conta-se, que há muitos anos, existia um valente povo,
Nas terras, de Portugal, que outro igual não houve!
Eram os tempos do império Romano, que a todos, fazia dano.
Eram os romanos, um povo sem compaixão, um povo insano.

Suas tropas, aos povos, davam opressão e morte muita.
Apesar disso houve um povo, que medo não tivera, dos inimigos.
Foi o povo Lusitano, que destas terras eram amigos!
Sua força era muita, quando unidos, a gente era junta.

Estavam os da gente maléfica, desgostosos e tanto,
Por derrotas, sempre deste povo obtidas...
Em povos outros e em batalhas muitas,
Nunca em história, sua tal houvera desencanto.


Nestas terras havia, glorioso e forte sentimento
Nesta gente da Lusitânia, "Nobre povo, nação valente"...!
De alma grande, gente que por terra esta amar, em frente iam!
Até que os romanos, nenhuma mais força tinham!

Oh tu Deus do Olimpo, a quem com tua ajuda, os de Roma iam!
Sabe que gente de Lusitânia em visão tanto tinham...
O futuro reino de Portugal, que nos mares, dominariam.
Que por seu rei Viriato, os romanos, nunca estas terras teriam!


Mas gente insana, sempre em este mundo, houvera.
Que sobornados, por os de Roma, servos do lusitano rei...
À espada seu senhor, dormindo tal nunca pensara. ..
Que estes de seu povo, a vida lhe tirariam, sem medo da lei.

Oh povo de Portugal lembra-te de Viriato, teu amigo
Que no seu morrer, foi sempre contigo!
E vós filhos de Roma, sabei, que Jesus Cristo,
Esta vossa gente derrotou, sabei pois isto!

Pois o império Romano caiu, por seus muitos pecados,
E Jesus com o amor, aos poderosos venceu...
E desta terra, rei será em fortes atos!
Disso muita certeza, a todos deu!...

Não há vendaval que possa tirar você do chão ou desmontar suas estruturas ,se você tiver em si uma tempestade de Fé.
╰☆╮
___________FranXimenes
08*08*2013

Não há pior miséria que:
A falta de partilha de pão, e a falta de partilha do amor.
____________FranXimenes
08*08*2013

Não queira ser um multiplicador de dores. Mas um ser divisor de pensamentos e ações que cura e salva.
╰☆╮
FranXimenes
26*08*2013

Insuficiente

Dizes-te presente —
mas permaneces?

Há um vazio que não se cala.
E ele pergunta
com a voz que não tens.

Se te ofereces,
por que não te revelas?
Se te dizes suficiente,
por que te ausentas
no gesto?

Não peço excesso.
Peço constância.
Um corpo que fique.
Uma presença que não oscile.

Alguém capaz de preencher
o espaço vasto
que se abriu em mim
e aprendeu a chamar-se morada.

Se és esse alguém,
não tardes.
O tempo aqui é lâmina.
Age.
Socorre-me.

Estou à beira
de um abismo que não promete retorno.

E se não vens,
se não és,
se não ficas —

Adeus.

R. Cunha

Madrugada

Na madrugada,
meus olhos não se fecham.

Deito —
o corpo cansado,
o dia ainda preso em mim.

Pés gelados.
Olhos marejados de saudade.

Solidão.

O sono vem pesado,
profundo,
mas breve.

Cinco minutos.
Desperto.

Solidão.

Os olhos se enchem outra vez.
A boca seca.

Levanto.
O silêncio da casa
é um vulto —
assusta,
me reprime,
a alma quase abandona o corpo.

Deito.
Levanto.
Deito.

Repetição.

A madrugada passa.
E nasce
um novo dia.

O ego e o orgulho não são ruins por natureza.
Um busca se proteger, o outro se afirmar.
O problema surge quando um fica muito inflado e o outro, frágil demais.

"Faço tudo o que tem, com o que tenho, não deixo "uma vida" me levar, de cantar sem música e dedilhando notas mortas de falsos acordes"!
Se superar, o desafio o convida à pensar em contrabalançar, entre a investida na vida com a dilapidação dos momentos, sem se deixar seduzir pela rotina!
A intenção subjacente não é oculta: iniciar o ciclo de decisão para abrandar o atrito, entre "o que está acontecendo na vida", e "o que foi compactado com a vida"!
Sobre esperar o que é melhor, não corra atrás, sempre atraia, se transforma um drama em símbolo de empatia!

Eu não vou te fazer rir
Só pra disfarçar a dor que você carrega
Posso até aliviar o peso do dia
Mas ferida profunda não sara com conversa
Eu gosto de você, mulher
E é por isso que eu falo sem maquiagem
Amor não é hospital de emergência
Nem remendo bonito pra salvar aparências
Eu não sou a tua cura
Nem o milagre da tua confusão
Te quero do meu lado inteira
Curada de si, em decisão
Curada não por mim
Porque assim você vive na ponte, indecisa
Um pé no medo, outro na vontade
E o coração sempre em risco de queda
Eu não sou meio-termo
Nem pra mim, nem pra você
Ou vem com verdade no peito
Ou é melhor não me envolver
Seja a tua própria cura
Antes de bater na minha porta
Não sou teu remédio de hora marcada
Sou abrigo, sou parceria, sou rota
Amor não salva quem não quer se encontrar
Não resgata quem foge do espelho
Eu fico, eu cuido, eu caminho junto
Mas não carrego o teu peso só pra te agradar.
Reflita a tua dor cura-te
Antes de andar do meu lado.
Venha viver o teu melhor comigo.
Vou estar contigo por onde cê está.
Na vida no amor homem e mulher.

Porque você foi embora
Eu não estava pronto pra sua ida
Você chegou de surpresa
E partiu levando minha vida
Foi sem aviso, sem conversa
Sem um “fica”, sem explicação
Tudo aconteceu tão de repente
Que rasgou meu chão, meu coração
Eu ainda arrumava a casa
Pra te fazer ficar melhor
Enquanto você já partia
Me deixando sozinho com a dor
Eu não me preparei
Nem imaginava separação
Quem ama nunca espera
O adeus batendo no portão
Eu não me preparei
Pra dormir sem teu perdão
Você levou tudo com você
E deixou silêncio em meu coração
Ficou o cheiro da saudade
Teu nome preso na minha voz
A cama fria, a lembrança
Do que éramos nós
Se um dia você lembrar
Do amor que eu te dei
Lembra também que eu fiquei
Quando você foi… e eu não me preparei
Eu não me preparei
Nem imaginava separação
Quem ama nunca espera
O adeus sem explicação
Eu não me preparei
Pra esse fim sem razão
Você foi embora da minha vida
E levou meu coração.

Outro encontro contigo.
Outra vez você não foi.
Na verdade eu já sabia,
fui só pra confirmar
que você não é presença,
é promessa que não sai do papel.

Tolice tua imaginar
que eu ainda me importo.
A tua ausência não disputa
com a minha presença.
Eu chego inteiro
mesmo quando ninguém chega.

Não te espero.
Não te imagino.
Não te coloco no caminho.
Minha estrada é deserta
porque eu escolhi seguir,
não porque faltou companhia.

Aqui não existe meio termo,
nem passo atrás disfarçado de saudade.
Quem anda comigo tem a própria decisão,
quem hesita fica no acostamento.

Eu sigo.
Sem sinal, sem retorno, sem você.

Eu não sei se talvez.
Se um dia haverá compromisso
ou se tudo vai continuar exatamente como está:
no meio do caminho, sem nome, sem promessa.
Não vou oferecer o meu ombro
nem pedir que me ajude a dividir o peso.
Cada um carrega o que escolhe carregar.
Silêncio também é escolha.
Não te cobro presença,
mas também não aceito ausência disfarçada de liberdade.
Sentimento não é rascunho
pra ser deixado na gaveta quando aperta.
Se for pra ficar, que seja verdadeiro.
Se for pra ir, que seja honesto.
O que cansa não é a dúvida —
é permanecer onde nunca se decide.

Se sou desastrado, significa que cometo erros.
E se cometo erros, significa que não sou perfeito.
E se não sou perfeito, logo sou um ser humano.
E sendo humano, sou um ser racional.
E sendo um ser racional, penso — logo existo.
René Descartes disse isso
Mas Pedro Cabral apenas completou sua frase.
Porque o aluno que raciocina se torna mestre
E caminha ao lado dele na jornada

Meu amor, será que você deseja compreender
A angústia muda da minha solidão?
Não responda, por favor, se é só pra fugir,
Se você não entende, como pode estar comigo aqui?
Eu parei tudo pra tentar te mostrar
O caos que grita por dentro do meu peito
Mas você olha e não enxerga
Escuta, mas não sente
E eu me perco nesse esforço sem efeito.
Você chama de exagero
O que em mim é sobrevivência
Enquanto eu sangro em silêncio
Você chama isso de ausência.
Estou refletindo a tua incompreensão
Ela dói mais que a distância, mais que a negação
Não é falta de amor, é falta de visão
Você não me vê, e isso quebra o coração.
Expliquei com palavras simples
Desenhei com atitudes reais
Mas quem não quer entender
Nunca entende, nunca vai.
Cansei de traduzir sentimento
Pra quem não quer aprender a sentir
Meu cansaço não é fraqueza
É o limite de insistir.
Estou refletindo a tua incompreensão
Ela pesa, machuca, vira prisão
Amar sozinho é contradição
É gritar por dentro e receber indiferença em vão.
Talvez um dia você entenda
Quando a ausência fizer barulho
Que não era drama, nem carência
Era um pedido de cuidado, simples e puro.