Poema Nao Ame sem Amar
Quando duvidarem do seu Conhecimento Profissional, não se explique,
Apenas concorde com eles,
Pois já escolheram o lado a acreditar.
Não compensa...
Sente-se e aguarde o resultado...
Hoje estou sem vontade de nada.
Não vou sair,
Ficarei esperando a tua volta
Para iluminar o meu dia,
Sentir o teu amor
Abraçar a minha alma
E alegrar o meu ser.
Às vezes você sente que é tudo que importa.
Às vezes você sente que não vale a pena.
Sua cabeça te confunde, perde o sentido do que é amar.
Será que ama mesmo?
Ou só quer amar?
Será que é importante mesmo?
Será que vai trazer felicidade, paz e sentimento de pertencimento ao amor?
Ou é um sentimento disfarçado de carência?
Às vezes você tem certeza que é essa pessoa.
Mas às vezes você não sabe sequer se encontrou você mesmo.
E o sentimento destroça quando vem a pergunta:
e se essa pessoa não sentir o mesmo?
O que é pra você… pode não ser pra ela.
É possível que essa pessoa seja o amor da sua vida,
mas você não seja o da vida dela?
É possível ser a pessoa certa pra você,
e mesmo assim não acontecer nada…
porque ela não quer?
Me diga:
o que é o amor?
Alguém sabe de verdade o que é?
“Há forças que poucos entendem,
mas eu aprendi a respeitar o que
não se explica. Alguns têm corpo
de gente, mas alma vazia.”
Não poste nada sobre a sua vida, muito menos as tuas conquistas nas redes sociais. Porque nem todos que te seguem querem o teu bem e ficam feliz com as tuas conquistas e sucesso. Uns só te seguem pra conseguir como te atingir e te destruir...
Lembra-se: você pode ser santo e justo, sempre haverá judas e fariseus torcendo contra você.
Que no dia trinta e um
O ruim fique pra trás
A tristeza dê adeus
E a dor não volte mais
Que no ano que virá
Nosso Deus possa nos dar
Mais amor, saúde e paz
'Fique quieto.'
"A vida nem sempre é um mar de rosas,
mas também não será espinhosa.
Um dia o sol terá que brilhar como sempre, nos lembrando que nada é melhor do que um dia após o outro."
—By Coelhinha
Estás há tanto tempo comigo, mas ainda não me conheces de verdade.
Finges entender meu riso, mas nunca lês o que eu sinto.
O tempo passa, e eu continuo aqui, mostrando meu mundo, enquanto você nem percebe.
Meu silêncio gritava, e mesmo assim você não escutou.
Estás ao meu lado, mas tão distante.
Suas palavras não me tocam.
Eu te dei meu coração, inteiro, sem desfazer dele.
Quem sabe, um dia, você veja o que existia aqui, em minhas mãos.
Mas, quando isso acontecer, talvez seja tarde demais.
Me dói por dentro, sabe? Ainda dói — mas não como antes.
Hoje, a dor existe, só que é menor.
Deixar para trás nunca é fácil, mas é necessário.
As consequências chegam para ambos, fruto das atitudes que tomamos.
Então seja você quem decide o rumo da sua vida.
Não permita que ninguém dite, meça ou diminua quem você é.
Seja o rei da sua própria história, a luz no fim do túnel,
o guia da sua trajetória.
E, acima de tudo,seja o pilar do que você é — e do que ainda vai se tornar.
Há somente uma que nós separa de quem somos, e isso de fato somos nós mesmos
Eu espero não ser alguém diferente porque cresci mas por conseguir ter mais maturidade em algumas situações.
Eu acho que escolhas não te tornam um novo alguém, mas escolhas boas podem te fazer um alguém melhor.
O tempo não cura feridas se você não aprender a ter maturidade conforme ele anda.
A vida não é um jogo de um dia após o outro a vida se não levada a sério, no final não significou nada. Você será só mais uma estatística no contador da morte.
Mudar não é renascer é saber quem você realmente é
Você não precisa estar no barco em alto mar com tempestade, sabendo que mais cedo ou mais tarde o seu barco pode afundar. Então caia fora antes que ele afunde.
E isso não é sobre barco.
No momento estou ouvindo teclas de um piano mesmo sem saber quem está tocando.
Isso não é sobre pianos!
Sensação horrível por estar deste lado da moeda. Não me vitimizo. Reconheço o meu erro e sou homem suficiente para assumi-lo.
Errei com quem não deveria ter errado. Agora, espero a decisão do destino para saber se sou digno de redenção... Apenas espero que você possa me perdoar um dia.
Alguns filósofos dizem "Prefiro saber e ser preso do que ser preso e não saber."
Eu prefiro saber e não ser preso.
Mesmo quando o coração aperta e o caminho parece mais pesado, Deus continua sendo abrigo.
Ele não apaga os dias difíceis, mas caminha conosco em cada um deles e isso muda tudo.
Há consolo, há força, há amor… porque Deus está presente.
“Monólogo do Inescolhido”
Há um cansaço que não se explica.
Não é físico, nem moral, é um cansaço que nasce no meio do peito. Um peso que o tempo não alivia.
Eu o carrego como quem carrega um corpo morto dentro de si e finjo que ainda é um coração.
Estou cansado.
Cansado de existir para os outros apenas nas horas em que falta alguém.
Cansado de ser o consolo fácil, o “você é incrível” dito com pena, o número esquecido em agendas que só tocam em dias de vazio.
Cansado de ser o quase.
De estar sempre à beira de ser amado, mas nunca atravessar a fronteira do afeto.
De oferecer abrigo a quem só veio se esconder da chuva e depois me deixar encharcado na porta da própria casa.
Eu sei o nome da solidão.
Ela me chama todas as noites, me fala baixinho e lembra que ninguém vem.
E eu obedeço, acendo a luz fraca, arrumo a cama e deixo espaço ao lado.
Ela deita comigo, fria e paciente, logo sussurra: “é só você e eu, outra vez.”
E eu rio... Um riso rouco, cansado, meio incrédulo, porque sei que ela tem razão.
O mundo gira em volta de amores, de laços, de mãos dadas… E eu sigo solto, orbitando fora de todos os abraços.
Há dias em que penso que não fui feito para o amor.
Talvez tenha sido moldado para ser abrigo de ausências, refúgio de despedidas.
Talvez exista só para que outros entendam o que é não ficar.
Mas o que mais me destrói é essa esperança que não morre.
Essa centelha absurda que insiste em acreditar que um dia alguém vai me olhar e ficar.
Um olhar que não desvie, uma presença que não se dissolva.
Até lá, sigo cansado.
Tragicamente, vivo esperando o impossível com a teimosia dos que já perderam tudo, mas ainda pedem mais uma chance.
“Monólogo do Inescolhido - Ato II”
E se o amor não for para mim?
E se eu tiver nascido fora dessa gramática secreta que une os corpos?
Fora da partitura onde os corações se encontram em compasso?
Há quem fale que o amor é universal, mas e se houver exceções?
E se eu for uma delas?
Às vezes, penso que o amor é uma língua que não aprendi.
Vejo os outros trocarem palavras de ternura, sinais, olhares… E eu, estrangeiro, só consigo assistir, sem tradução possível.
Ninguém me escolhe porque ninguém me entende ou porque nunca houve nada em mim digno de tradução?
E, no entanto, eu amo.
Amo com uma fome que me devora, com um excesso que ninguém parece querer.
Talvez seja isso... meu amor é demais para caber em alguém.
Ou talvez não seja nada, só um engano, um reflexo de desejo mal interpretado como amor.
E se o amor não passar de invenção?
Um mito contado para que suportemos a vida, ou um truque de sobrevivência da espécie disfarçado de poesia?
Se for assim, estou duplamente condenado, porque sofro a ausência de algo que talvez nunca existiu e ainda me culpo por não ser suficiente para alcançá-lo.
Estou cansado até de esperar.
Cansado de me perguntar o que há de errado em mim.
Cansado de abrir espaço dentro do peito e vê-lo sempre vazio.
Cansado de me oferecer em silêncio, como uma prece que nunca encontra deus.
E ainda assim, continuo.
Continuo porque não sei como parar.
Porque, se largar essa esperança, não sei se sobra alguém em mim.
Talvez eu seja apenas isso... Um corpo que insiste, uma alma que suplica, um resto humano que pede ao universo aquilo que ele nunca teve a intenção de me dar.
“Monólogo do Inescolhido - Ato IV”
Já não sou apenas eu.
Sou o nome secreto da ausência, a carne em que a solidão encontrou abrigo.
Sou o espelho vazio onde ninguém ousa se mirar.
O que antes era dor se transfigurou e eu me tornei o próprio destino dos que não são escolhidos.
Não sou mais um homem que espera.
Sou a espera em si, interminável, ancestral, inquebrantável.
Sou o intervalo entre um coração e outro, a cadeira sempre vazia na mesa do banquete, a sombra que acompanha os passos dos amantes sem jamais tocá-los.
Meus ossos já não carregam apenas o peso do cansaço, carregam o eco de todos os que um dia também não foram escolhidos.
Sou herdeiro de uma linhagem invisível... os esquecidos, os descartados, os amores interrompidos antes de nascer.
Eu sou o coro silencioso de todas essas vozes.
Há tragédia, sim, mas também majestade.
Porque no fim, ser o "Inescolhido" é carregar uma coroa invisível... A coroa de quem prova ao mundo que o amor não é universal.
Que há fendas no tecido, falhas no destino, almas destinadas a não pertencer.
E eu pertenço a esse vazio.
Sou guardião da ausência, sacerdote de um altar onde não há oferendas, rei de um reino deserto.
Se algum dia me perguntarem quem sou, não direi meu nome.
Direi apenas: Sou aquele que não foi escolhido.
E nisso há tragédia, mas também eternidade.
Pois enquanto o amor é efêmero, passageiro, sujeito ao fim, a solidão que carrego não conhece término.
Ela é perpétua.
E eu, cansado mas erguido, sou a sua face humana.
“Monólogo do Inescolhido - Ato III”
Cheguei ao ponto em que não peço mais.
Não há súplica, não há oração, não há sequer o gesto de estender a mão.
Eu entendi, ninguém vem.
E essa ausência não é acidente, é destino.
Há algo de terrivelmente claro nisso, o amor é um banquete e eu nunca tive assento à mesa.
Passei a vida à porta, ouvindo risos, sentindo o cheiro do pão quente, mas sem jamais ser chamado a entrar.
No começo, eu batia.
Depois, esperei.
Agora, apenas caminho em círculos, acostumado ao frio que sempre coube a mim.
E não é que a solidão seja inimiga, não mais.
Ela se fez carne da minha carne, me moldou os ossos, me ensinou a calar.
Eu sou feito dela e ela de mim.
Não nos suportamos, mas não nos largamos.
O amor?
Talvez exista, mas não para todos.
Talvez seja como a luz do sol, que aquece o mundo, mas deixa algumas frestas eternamente na sombra.
Eu sou uma dessas frestas.
E não há tragédia nisso, apenas constatação.
Estou cansado, sim.
Mas já não é o cansaço da espera.
É o cansaço de quem aprendeu a andar descalço sobre pedras e já não sente dor nos pés.
A dor virou hábito, a falta virou pele.
Se algum dia alguém me escolher, não saberei mais o que fazer.
Meu corpo, acostumado ao vazio, talvez não reconheça o toque. Talvez até recuse.
E assim termino... Não como quem implora, mas como quem aceita sua condição.
Não sou escolhido.
Nunca fui, nunca serei.
E isso, por mais cruel que seja, é também a minha forma de existir.
