Poema Nao Ame sem Amar
Se diligentemente não domarmos a nossa mente e não norteamos os nossos pensamentos a fim de criar crenças apropriadas, que estejam em harmonia com nossos desejos, dificilmente conquistaremos tudo aquilo merecemos.
Se lhe falta coragem, que sobre - pelo menos - a loucura. O mundo evoluiu a partir dos loucos e não dos covardes.
Pensei em ser padre, mas vi tanta ignomínia, que não desisti das religiões, mas sim dos homens que estão nelas.
Depois do que você me fez, criei um ciúme tão grande do meu coração, que já não consigo deixá-lo nas mãos de qualquer um. Acho que isso se chama amor próprio.
Eu vejo meninas de 13 anos grávidas e penso: Meu Deus, porque a mãe dessa criança não deu computador com internet pra ela?
Saudades daquele tempo de moleque, do tempo que eu não sabia de nada,
não sofria tanto quanto sofro hoje como adulto, eu fui burro quando disse ''Quando eu crescer vou ser tão feliz'' é hoje sei como é ser adulto, tanta responsabilidade enfim ... tudo muito mudado.
- Quando estiver triste, e seus ''amigos'' não quiserem ficar com você, pode me chamar, que eu vou. Eu sempre fiz isso, já diferente das pessoas, eu tenho sentimentos. E vou te acolher tão bem, daí você vai ver que quem é realmente seu AMIGO de verdade.
Disseram que era amor, eu acho que não. Na verdade quem só amava era eu, ela só fingia, dizia que me amava, mas era mentira. E o tolo aqui acreditando. Iludido fui na dela, e só me dei mal.
Dá saudade dá, mas não vou voltar não. Quando estou contigo, você diz não me querer, me ofende. Diz que sou só mais um em seu caminho. Acabou, quero que você seja feliz. Pois não sou moleque, de desejar o mal a quem me fez feliz. Seja feliz, mas não me pertube quando eu encontrar a pessoa que me merece tá ?
É necessário compreender o fim. O fim não causa amargura; ao contrário, fortalece. Só existe outras narrativas, porque o fim, cautelosamente, virou o jogo. O fim é apenas uma etapa. E, no fim, sabemos o valor da saudade, da falta, do abraço, do beijo, do conselho, do aperto de mão. É urgente viver o fim. Com ele, revigoramos nossas forças. O fim é espetáculo aos olhos. É delírio retumbante. Um brinde ao nosso fim. Pois, o fim do homem é, simplesmente, o prazer.
As vezes a tristeza pega, a depressão agarra e se a gente não buscar a força interior que todos nós temos, periga desistirmos da luta...! Mas além das tristezas, temos muitas coisas boas para apreciar, como essa luz irradiante que entra pela janela e me faz refletir sobre o verdadeiro sentido da vida! Pode até não ter luz... mas é preciso remexer as cinzas pra encontrar alguma faísca que ficou escondida... e saber que nem sempre a relembrança de algo que incomoda é ruim...Ora... e se as coisas viesse prontinhas, sem que precisássemos nem mover, nem sentir, nem inventar? O que seria do amor se não soubéssemos o que é o desamor? E se não conhecêssemos a solidão, saberíamos valorizar a companhia que preenche nossos dias? Pra tudo tem que haver um contraponto, o bom e o ruim, para que possamos saborear o que nos faz bem com mais gosto e mesmo que o bom demore a acontecer, aproveitemos então o tempo para exercitar a paciência, a resiliência e fazer sempre a prece de Francisco de Assis que diz: “Senhor, dai-me força para mudar o que pode ser mudado... Resignação para aceitar o que não pode ser mudado... E sabedoria para distinguir uma coisa da outra.”
Se não há bondade, se são todos maus, se o futuro está condenado, se todos que amo são monstros, se ninguém merece ser salvo, qual o sentido?
Não há nenhum problema em doar-se, entregar-se, viver da forma como se deseja. As escolhas sempre serão nossas e o direito das consequências também.
Assim, é preciso manter-se consciente na prática do livre arbítrio, já que as consequências virão e tal juízo de valor será tardio.
Alguns venenos, matam se não tomados. Sem poesia tudo murcha, diminui, acaba-se... E ainda que respire, morre-se, por não sorrir.
Se vier tempestade, aproveite a luz que os raios fazem e curta o momento, não é todo dia que se tira proveito de algo que faz um estrago.
Porque eu teria medo da sombra? Se nela não vejo nada? Tenho medo da luz! Que deixa-me ver, e me deixa ser visto!
