Poema na minha Rua Mario Quintana
Algo que só agora pude notar, como esta minha sanidade? Me confronto sobre esse assunto tendo em vista que eu sei que ninguém lê o que escrevo, mas tenho recentemente feito questão de mencionar os inexistentes leitores, formar um diálogo mais aberto, não sei se é por influência dos livros que leio ou por buscar ter minha voz ouvida, ou por algo mais egoísta e depravado como orgulho? Um dia saberei responder as duas perguntas.
Será que eu tou me iludindo? Pq somes? Pq não apareces? Será que só estou bem na minha imaginação?? Me responde por favor... Diz a verdade me amas?
Quando aprendi o ofício da discrição, eu não sabia que estavam a amordaçar a minha voz e o pensamento.
Eu decidi que vou fazer minha vida dá certo agora...
E se não der certo não tem problema, já tá dando tudo errado mesmo, E eu não tenho nada a perder.
Nem todo sol é amarelo, nem toda lua é um satélite e nem toda estrela se encontra no céu, a minha estrela está lendo esse poema! ✰☉
O fato de vê-lo correr e explorar o mundo lá fora fez minha frustração de ver você preso ser ainda maior.
A vida é um quadro, e a simplicidade é a cor mais bonita. Um cafezinho e minha própria companhia são a minha obra-prima.
Eu tenho tomado cuidado ao preparar os sermões, para que esses sermões não seja para minha própria sentença.
Deus me da graça pra pregar!
Como um caloroso nascer do sol me veio a resposta a minha triste questão, advinda do meio mais adverso, um panfleto religioso, Deus realmente surge das formas mais adversas. A resposta para minha questão é ao fechar o livro ele se encerra e vem uma continuação da história, com um enredo que não me vêem a visão, mas que tem a premissa de superar o anterior. Então posso ler com calma, aproveitando a jornada e sem temer o fim do primeiro livro.
Sê fiel, Igreja, minha esposa querida, minha eterna companheira. Um dia, cearemos juntos e adoraremos ao nosso Deus, Jeová Jireh. Esse dia será tão lindo que todos nós choraremos de alegria. Então, uma nuvem colossal de anjos voará com suas múltiplas asas em direção a mim, Jesus Cristo, o Nazareno.
"Não reajo por impulso, calculo. Minha paciência não é fraqueza, é estratégia. O silêncio não significa rendição, mas observação. Quando devolvo, é com precisão e no momento certo. Nada se perde, tudo se transforma em combustível."
Tenho vários defeitos, mas nenhum deles é ter um coração ruim. Minha essência sempre foi sincera, mesmo quando minhas escolhas não foram perfeitas. Posso errar, mas nunca por maldade. Minha consciência segue limpa, e isso basta.
Minha versão mais doce foi rejeitada. Minha versão fria é desejada. Engraçado como a gentileza afasta e a indiferença atrai.
Minha linguagem de amor? Te contar coisas aleatórias do meu dia, sem motivo, só porque quero te incluir nele. Te mando detalhes que ninguém pediu, porque é assim que meu coração se abre.
Silêncio é o banquete para minha alma sedenta, faminta, de paz, de solicitude, de sossego, de quietude, de íntimo aconchego consigo mesma.
O olhar do outro me define, me limita, me transforma em objeto. Minha liberdade se esvai, subjugada à expectativa alheia. Será que sou eu quem vivo, ou a imagem que o outro vê em mim?
Não quero saber de inteligência artificial. A minha, que é natural, anda pensando besteira. Imagine a artificial!
Minha linguagem de amor? Te mandar um ‘olha isso’ e ter certeza de que você vai entender. Te incluir até nos pensamentos mais aleatórios, porque tudo fica mais especial quando compartilho com você.
