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Poema na minha Rua Mario Quintana

Cerca de 94430 frases e pensamentos: Poema na minha Rua Mario Quintana

Fale Muito De Deus Pouco DE Você
É Nada Dos Outros !!!

A Dama E O Vagabundo

Todos Temos Problema com o amor. Agora o que fazer para recuperá-lo
Primeiro passo Acreditar e Tentar a Sorte...

Agora a Sorte Tem Que Chegar ate Ela.

Mulheres Adoram Surpresas!

Inserida por MarioG-Unit

O amor tudo supera

Nem todos os dias são bons, mais podemos fazer boas coisas todos os dias.

Inserida por MarioG-Unit

O Amor

O Amor é um bichinho que rói rói e às vezes dói mas é gostoso e sempre se quer mais.

Inserida por MarioPoeta

⁠Sandália grossa
machuca o pé da gente.
Mas, fere mais
a palavra que mente.
É que não tem calo
o coração que sente!

Inserida por mario_sa

⁠As estrelas no céu de meus
pensamentos
São lembranças de histórias
momentos
Marcas do tempo de um viver
Vivas na memória, em meu
anoitecer.

Inserida por mario_sa

⁠A poesia perde a autoria
Se o poeta se queda disperso
E uma alma acolhe seu verso
como uma fêmea a sua cria.

Inserida por mario_sa

⁠Engraçado como era importante para mim apenas ver teu sorriso quando nos conhecemos e ainda não tinha teu contato. Cruzar com você pelas ruas da cidade era prazeroso e me lembro das primeiras palavras tecladas entre nós e ainda hoje estava me recordando da sua resposta à minha primeira tentativa conhecê-la mais de perto, "IMPOSSÍVEL" foi tua resposta... Mas, sabe? Vi naquela impossibilidade uma grande certeza, NADA É IMPOSSÍVEL". Foi a partir daí que vi brotar e crescer o mais belo sentimento que um HOMEM pode sentir por uma mulher, mesmo depois de tanto tempo sem poder de fato chegar ao mais íntimo de ti, mas te vendo, te ouvindo, te olhando e sonhando contigo, enchendo meu coração de esperança porque sabia que alí estava se materializando mais um plano da vida. Vi ao longo de pouco mais de hum ano brotar em mim uma sensação de felicidade jamais percebida e lá no fundo do meu coração mais uma certeza, "VOCÊ ME COMPLETA EM TUDO".
Cheguei a brigar comigo mesmo para não sentir o que sinto, mas, diferente de outras experiências, onde em "legítima defesa matei alguns sentimentos", você me fez perceber a grandeza e a força do que sinto por você, algo que não acaba com o tempo nem a distância consegue separar.
Amar alguém é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso e você não é um acaso em minha vida.
Se esse amor que tens por mim acabar, se você sair da minha vida por algum motivo, se o destino ousar ser cruel comigo, saiba de uma coisa: EU VOU CONTINUAR TE AMANDO, te protegendo e sendo um porto para você, porquê é nisso que consiste o amor.
Te amo, não duvide e não esqueça disso!

Inserida por SUELLEN2911

A minha alma não se angustia apenas, a minha alma sangra.As dores morais transformam-se-me em verdadeiras dores físicas, em dores horríveis, que eu sinto materialmente - não no meu corpo, mas no meu espírito.

Emprego é fonte de renda e trabalho é fonte de vida. Meu trabalho é minha obra.

Doce solidão
Adoro ficar sozinho, em silêncio, curtir minha própria companhia, me perco em pensamentos, silêncio absoluto, não preciso falar, as vezes tenho preguiça de falar, responder, interagir com alguém....preciso desse tempo pra mim....

Ouve esta música? É a expressão da minha vida: uma partitura admirável, estragada por um horrível, por um infame executante.

Preciso marcar uma consulta para meu cachorro com minha psicóloga, antes que ele marque uma consulta para mim com o veterinário dele.

Passei pela minha vida
Um astro doido a sonhar.
Na ânsia de ultrapassar,
Nem dei pela minha vida...

Para mim é sempre ontem,
Não tenho amanhã nem hoje:
O tempo que aos outros foge
Cai sobre mim feito ontem.

O pobre moço das ânsias...
Tu, sim, tu eras alguém!
E foi por isso também
Que te abismaste nas ânsias.

A grande ave dourada
Bateu asas para os céus,
Mas fechou-as saciada
Ao ver que ganhava os céus.

Como se chora um amante,
Assim me choro a mim mesmo:
Eu fui amante inconstante
Que se traíu a si mesmo.

Passado, presente e futuro
O passado é o conjunto de folhas, as quais escrevi minha história, algumas até já me esqueci, outras, grifei, não quero perdê-las, preciso lembrá-las, elas contam a estória que escolhi lembrar. Algumas folhas arranquei, melhor esquecê-las, outras escolhi não escrever nada.
O presente é o que escrevo, o que vivo, o que sinto e o que penso, com certeza sofre influência das folhas passadas, mas mudei, me reinventei e talvez nem escreva mais como nas primeiras páginas, o importante é que continuo escrevendo.
O futuro me espera como folhas brancas, aguardando o que ei de me tornar, o que ei de escrever, ou talvez nem escreva tanto, o ritmo diminuirá com certeza, ninguém deseja viver tudo o que tem de viver, pois se as páginas se esgotam, a história termina, o livro é esquecido....

⁠Tinha de acontecer

Nós os dois tinha de acontecer para que a minha existência começa-se a ter sentido

Por sua causa sai de casa várias vezes, deixando os meus demônios morrerem

Tinha de acontecer

Estou ciente que não fui um bom par pra você

Aconteceu o que teve de acontecer embora eu tenha me calado quando tinha de falar

Causei-tê dor, é isso me doi
nunca antis eu havia cometido tamanha besteira em minha vida

Me sinto apavorado, minha mente não para a noite tenho tido alucinações

Tinha de acontecer para que eu começa-se a me reativar para vida

Tinha de acontecer para que eu começa-se a respirar de verdade

Contigo me senti seguro, mais infelizmente quase tudo tem tempo de validade

Sei dos teus sentimentos para comigo chega ser frustrante não ter te recompensado direito

Por #Gonçalotiago5

Suco de maracujá
A década era de 1980, o ano não lembro ao certo, eu era acordado por minha mãe todas as manhãs com o intuito de ir à escola, época de prova acordava mais cedo pra estudar. Meio que no automático eu levantava e ia para a mesa tomar meu café, me servia de café com leite e pão caseiro com margarina, na época chamava de manteiga, não tinha noção que a verdadeira manteiga era mais cara. Dificilmente aguentava tomar um banho que preste, quando somos crianças sentimos tanto frio, meio que só molhava o cabelo e vestia a farda azul da escola Instituto José de Anchieta de Bragança, pegava a merendeira e nunca sabia ao certo qual seria o lanche daquela manhã.
Junto com meus irmãos, já prontos, também seguíamos em caminhada com destino à escola, eu nunca fui só para a escola, já que fui o segundo filho a nascer, sempre tive a companhia do meu irmão mais velho nessa caminhada. Os demais irmãos se juntavam assim que alcançavam a idade de estudar.
O caminho pra escola era seguido de algumas brigas e brincadeiras. Cada parte do caminho tinha para a gente uma conotação especial. Chegado à escola nos dirigíamos as nossas respectivas salas. Ainda lembro das primeiras letras que consegui fazer e sempre ficava muito feliz com cada coisa nova que aprendia. Na hora do intervalo, todos as crianças tiravam de sua lancheira os lanches e faziam sua refeição, ali mesmo sentados na mesma mesa a qual estavam estudando. Naquele dia minha mãe colocara alguns biscoitos e suco de maracujá, após o termino do intervalo recomeçava a aula, o pensamento as vezes voava longe, dando asas à imaginação e dando continuidade àquilo que a professora acabara de falar. O término das aulas era anunciado, me juntava aos meus irmãos e fazíamos o caminho de volta, com as mesma estórias, as mesmas brigas, com o pensamento longe e a imaginação fértil, imaginação que apenas as crianças podem ter...

Inserida por professormariocelio

Na sombra do teu carinho, apaguei minha solidão.
Nasceu a esperança e o caminho, dentro do meu coração.
Teus olhos lindos brilharão, ao se encontrarem com os meus.
Meus olhos tristes luziram, ao se apaixonarem pelos teus.

Inserida por mario_lucio_borges

Serradura

A minha vida sentou-se
E não há quem a levante,
Que desde o Poente ao Levante
A minha vida fartou-se.

E ei-la, a mona, lá está,
Estendida, a perna traçada,
No indindável sofá
Da minha Alma estofada.

Pois é assim: a minha Alma
Outrora a sonhar de Rússias,
Espapaçou-se de calma,
E hoje sonha só pelúcias.

Vai aos Cafés, pede um bock,
Lê o <<Matin>> de castigo,
E não há nenhum remoque
Que a regresse ao Oiro antigo:

Dentro de mim é um fardo
Que não pesa, mas que maça:
O zumbido dum moscardo,
Ou comichão que não passa.

Folhetim da <<Capital>>
Pelo nosso Júlio Dantas ---
Ou qualquer coisa entre tantas
Duma antipatia igual...

O raio já bebe vinho,
Coisa que nunca fazia,
E fuma o seu cigarrinho
Em plena burocracia!...

Qualquer dia, pela certa,
Quando eu mal me precate,
É capaz dum disparate,
Se encontra a porta aberta...

Isto assim não pode ser...
Mas como achar um remédio?
--- Pra acabar este intermédio
Lembrei-me de endoidecer:

O que era fácil --- partindo
Os móveis do meu hotel,
Ou para a rua saindo
De barrete de papel

A gritar <<Viva a Alemanha>>...
Mas a minha Alma, em verdade,
Não merece tal façanha,
Tal prova de lealdade...

Vou deixá-la --- decidido ---
No lavabo dum Café,
Como um anel esquecido.
É um fim mais raffiné.

Inserida por solitaria543

Das Sete Canções de Declíno

Um frenesi
hialino arrepiou
Pra sempre a minha carne e a minha vida.
Foi um barco de vela que parou
Em súbita baía adormecida...

Baía embandeirada de miragem,
Dormente de ópio, de cristal e anil.
Na ideia de um país de gaze e Abril,
Em duvidosa e tremulante imagem...

Parou ali a barca – e, ou fosse encanto,
Ou preguiça, ou delírio, ou esquecimento,
Não mais aparelhou... – ou fosse o vento
Propício que faltasse: ágil e santo...

...Frente ao porto esboçara-se a cidade,
Descendo enlanguescida e preciosa:
As cúpulas de sombra cor de rosa
As torres de platina e de saudade.

Avenidas de seda deslizando,
Praças de honra libertas sobre o mar...
Jardins onde as flores fossem luar;
Lagos – carícias de âmbar flutuando...

Os palácios a rendas e escumalha,
De filigrana e cinza as catedrais –
Sobre a cidade a luz – esquiva poalha
Tingindo-se através longos vitrais...

Vitrais de sonho a debruá-la em volta,
A isolá-la em lenda marchetada:
Uma Veneza de capricho – solta,
Instável, dúbia, pressentida, alada...

Exílio branco – a sua atmosfera,
Murmúrio de aplausos – seu brou-há-há...
E na Praça mais larga, em frágil cera,
Eu – a estátua que nunca tombará...

Inserida por lovelyjay