Poema na minha Rua Mario Quintana
Sair na rua e começar a perguntar quem compraria seu produto não é pesquisa de mercado. As pessoas respondem facilmente que compram algo quando percebem que no momento não terão que pagar.
...e de vez em quando vai sim rolar uma vontade doida de mudar de história, de rua, de lugar, de corpo, de espaço...
Mudanças nem sempre significa fazer as malas e botar toda a vida dentro dela. Às vezes é apenas ao contrário: desfazer as malas e tirar dela tudo que não te serve mais. Assim a viagem fica mais leve e a vida mais fácil!
Tantos desencontros...e de repente a gente se esbarra em uma rua qualquer. Domingo, rua deserta...destino, tudo acontece quando tem de acontecer !
Gosto de olhar pra pessoas desconhecidas na rua — quando o transito para, quando ando pela cidade ou quando vou a um bar. Gosto de imaginar qual é o problema que as mantém acordadas a noite, o quê as motiva pra levantar da cama e enfrentar mais ou dia ou se elas acordam com sede durante a noite. Gosto de analisar seus rostos, porém tentar olhar através disso. Porque é engraçado como as pessoas passam por você na rua, te olham no sinal e te cumprimentam nos bares, mas não tem noção do que você carrega por baixo. E é engraçado como você dá o seu melhor sorriso e todos os seus medos, esperanças, sonhos, tudo sobre você, fica escondido por baixo dele.
A mãe sai com o cachorrinho do filho, e o filho exclama : se você soltar ele na rua e ele for atropelado eu vou me matar por ele.
A mãe ignora e sai, o filho vai se arrumar, quando ele chega até a mãe ve o seu cachorrinho atirado no meio da rua todo sangrento, e sai correndo e pega o cachorro no colo e foge de todo mundo correndo com o cachorro, quando ele chega num lugar onde não estava ninguém ele pega uma garrafa e a quebra pegando um caco de vido perfurando o seu coração, o menino cai morto no chão com o cachorrinho ensangrentado em seus braços, os pais do menino ficam preocupados e saem a procura-lo , quando veem enchergam os dois mortos, a mãe começa a chorar se culpando...
Se tiveres que chorar. Chore. Chore mesmo. Alague essa rua. Afogue essa dor. Chore, sem medo, sem vergonha, pois chorando viestes ao mundo. Vai ao fundo. Vai! Não se atenha. Não se contenha. Tenha todos os motivos em mente. Ou simplesmente, transcreva-os em um papel e chore um a um, até a última lágrima. Até a última página. E, se tiver que continuar, continue. Soluce. Expulse tudo que te enche, prende e te machuca. Acredite uma hora essa barra passa. Eu sei que passa. Eu passei. Você também vai passar. Faz um bem danado depois que passa. Acredite!
São os pequenos gestos aqueles q nunca esquecemos. Uma flor apanhada na rua, um abraço ou um sorriso podem mudar o dia.
Viver é como caminhar embriagado numa rua larga, só é possível chegar ao destino se alguém estiver do lado nos apoiando e nos levantando em cada queda que formos a sofrer...
Andando pela rua, vejo você no outdoor, sorrindo para mim. Olho novamente e vejo que estava apenas sonhando acordado.
Era tarde, e a rua estava cheia de pessoas vazias. E na costa marítima ele vinha ao meu encontro. Haviam tantos rostos estranhos em busca do meu, pensei ter visto o seu. Talvez. Às vezes, as noites frias me fazem lembrar você.
Jamais vamos mudar alguma coisa ficando apenas no facebook...
temos que ir a rua, boca a boca, calor humano, sentir na pele, viver, se astrever, rever e perceber todo o mal que nos rodeia, pois só assim teremos a sabedoria de combater, e temos que ter toda a inteligencia pra fazer a coisa certa na hora certa e fazer isso não chega a ser uma escolha, mais chega ser uma necessidade... só os fortes ficarão e jamais se acovardarão, e mesmo diante de tantos medos ainda não podemos ter o medo que nós impeça de evoluir cada vez mais...
Homens de rua... Luar e céu estrelado, logo vem o alvorecer obrigando-os a catar do lixo para saciar a fome! Passa o dia de xingadas e menosprezo, matam a sede na chuva e são empurrados pela tempestade.
Ainda lembro de quando você corria pela rua, sorrindo como se o amanhã não fosse chegar, hoje vejo você andando sem rumo, preocupando-se com o amanhã e quando voltar a SORRIR.
