Poema Infantil sobre Viajar pela Leitura
Doce aparição amorosa,
A minh'alma serena o teu nome,
O amor brota no jardim na forma de um poema cor-de-rosa.
Doce reverberação.
O céu deste
entardecer
parece até
um chiffon
multicor
esvoaçante,
E como um
beijo a noite
no cânion
nos deixou
perto de Órion;
Não sei se
é imaginação
minha ou
se foi a Lua:
Algo vem
me dizendo
que és meu,
e eu sou tua.
Neste peito
que é oásis
e paragem
romântica,
a existência
do teu amor
vem sendo
uma miragem.
No teu íntimo
sou a tua
Lua muda
e imensa
em terra
estrangeira,
a minha presença
te entretém
a noite inteira.
Surjo sempre
quando te falta
a esperança
de vencer
a escuridão
que sei que
você se encontra;
No céu cruzo
os morros
beijando as matas
para sossegar
o teu coração,
contigo estou
por cada estação,
na tua oração
e em cada canção.
Todo aquele que
tem o quê oferecer
planta árvores,
flores e a beleza
sempre espalha
nos campos
de altitude
e pelos lugares
por onde passa,...
Quando não escreve
pinta, cozinha,
conserta, esculpe
ou costura,
Busca a plenitude
da arte intensa
de viver sidéreo;
Vive carregando
em si o sentimento
poético do mundo
que vai além do que
uns dizem e você pensa;
e alcança a graça
do alto da Lua Cheia
que com a sua grinalda
luminosa a serra enfeita.
Quando o amor
na vida acontece,
ele jamais passa,
O amor quando
é amor sempre
permanece,
Onde quer que
os meus poemas
se encontrem
do teu peito
eles fazem parte.
Você é feito
de Sol, Lua
e todas as estrelas,
e eu toda tua.
Aconteça o quê
acontecer,
e seja onde for;
Se ele não
ficou é porque
era tudo
só não era amor:
Você é feito dele
inegavelmente,
até quando a mente
pensa diferente,...
Não do jeito
que idealiza,
Tudo o quê você
fez ou faz com
amor sempre
repercute
na eternidade,
Não importa
o curso que tome:
Você é importante,
e tudo o quê
você fez ou faz
sempre será grande.
Sem ter vergonha
nenhuma e como
quem arranca
as pétalas de uma
rosa com a boca:
Nos lábios teus
os meus arrancam
os teus beijos,
Porque por ti sou
perdidamente louca.
Com a companhia
da Lua amável
e você no coração,
esta cena me vem
quase todo dia:
No transe da ambição
que sacode deste
corpo o pó da rotina,
Porque és encanto
e luxuosa perdição.
Uma inspiração
travessa que dança
nos campos meridionais
fazendo com que
não desista do nosso
encontro jamais.
Nada é comparável
ao Universo e o luar
atravessando
a floresta amazônica,
riscando os cipós
acendendo os igarapés,
e transformando a terra
numa outra galáxia,...
Por isso canto
e escrevo para você,
para quem sabe
um dia juntos vamos
os caminhos da Lua
entre as folhagens
e os rios caudalosos
iremos percorrer
com o mais sublime;
Aquilo que sempre
encontro sentido
significa para você,
neste sentir místico
por antecipação
no teu aguardo vivo
como não tivesse ido,
e como a gente já
tivesse se conhecido.
Por isso de olhos
fechados em oração
tu és meu divino abrigo,
e na dureza da escuridão
sei que sou eu o teu
carinhoso arrimo,
agimos assim para nada
nos afastar do caminho.
O luar diurno
redesenhando
as correntes
marítimas,
e pincelou
de igual maneira
a mata costeira,
Compõe o soneto
da coroação
no alto do topo
da Mata Atlântica,
faz de mim
talvez a última
alma romântica;
Porque é no dito
como irrelevante,
sempre encontro
o alucinante
e o quê faça
valer dignificante
a existência inteira,
Passo o tempo
para encontrar
o tempo nosso,
neste mundo
descrente de tudo
que se arremessou
da ponte dos afetos.
Os mistérios
do Universo
e a escuridão
das noites
sem você,
sem luar,
e sem paixão
na caatinga
doce e bendita.
Nada jamais
terá o poder
de te afastar
da minha
íntima mandala
onde és inteiro
e pacífico
milagre total
do coração,
e fascinação.
Nada deixa
menos infinita
a inspiração
para trazer
a melodia
dos astros
que encante
e nos reúna
até a próxima
noite de Lua
neste sertão.
Divina atração
que nua faz
coreografia
domina
e entretém
o meu coração,
vou trazer
você para mim
e irás cair
como peixe
na minha
rede de sedução.
Tens a licença poética,
e até mesmo profética
de criar novas palavras:
por por realismo
e de sobrevivência
existencial neolog(ética).
Se não houver mensagem,
ao menos um sentido
doa a quem doer,
não é neologismo, meu amor.
Nem se licença houver
ou 'permitida' for,
doa a quem doer,
é erro ortográfico, meu amor.
Tens a liberdade da crítica,
e até mesmo ética
para iluminar
sem causar dor,
mesmo que seja
expressão de certo rigor.
Sob a luz do amoroso luar
nos campos da hileia,
entenda e não se feche
como se vivesse numa ilha.
Ao som da sinfonia lunar,
serei a alegria pelo ar
sendo somente tua
nas tuas mãos e de alma nua.
É recorrente lembrar
do período das cheias,
e que a vida por aqui
nunca foi um
factóide existencial:
Na Terra dos Homens
que se esqueceram
das boas maneiras,
e recordar da época
que o Pantanal
nunca houve seca,
No meu nostálgico
rimar interior ainda
canta a chalana
nas águas dos rios,
e recorda a Lua
que solitária rompia
a madrugada crua.
Na Terra dos Homens
que se esqueceram
de viver corajosamente,
sem ter medo da vida
das tempestades
e das correntes,...
A Lua que reunia
estrelas infinitas
para cobrir cidades,
aldeias indígenas
e a tropa que ao som
da moda de viola
ao redor da fogueira
se distraía até
o aguaceiro abaixar,
e com o seu rebanho
conseguir passar;
Na Terra dos Homens
que se esqueceram
como o peão era
feliz por vir de longe
para o amor encontrar
e por ele se deixar levar.
I
Você prendeu
No meu cabelo
Somei Yoshino,
Sob a luz da Lua,
Você me fez tua.
Cinco pétalas...
II
No caminho enfeitado
Por rastros de Ichiyo,
Em plena Lua Azul,
Sou tua de Norte a Sul.
Vinte pétalas...
III
Cobriu-me de amor
E de Kikuzakura,
Sempre serei tua,
Muito além da Lua.
Cem pétalas...
I
A Lua pegou
a cor-de-rosa
emprestada
da Kanzan,
E eu que roubei
um beijo
sabor hortelã.
Flores da árvore...
II
Flores amarelas
da Ukon são gotas
que escorreram
da Lua-de-Mel
de um romance
entre ela é o céu.
Árvore e suas flores...
III
Gyoikou-zakura
têm flores verdes,
Como o céu tem Lua;
E estão para nascer
de um amor que
tem como prever.
Árvore com flores...
I
O teu perfume
de cerejeira
Somei Yoshino,
Neste instante
eu respiro,
Estar com você
lá na Lua,
eu aspiro (...)
Cerejeiras...
II
O teu balanço
de Yamazakura
na ventania,
É algo que vou
sentir de perto
sob a luz da Lua.
Cerejeira...
III
Dizer que só
o amor cura,
Mas ele não
se cura só,
Para nós basta
o florir sob
a Lua de uma
Shidazarekura.
Cerejeiras e outras...
I
O amor acontece
mais cedo
do que se espera,
A Kanzakura
em floração
anunciando
antes da Superlua(...)
II
Os meus lábios
colori com
o rosa escuro
Kawazuzakura,
E o brilho peguei
emprestado da Lua.
I
Não existe tempo
para o amor,
Ele sempre chega
no seu próprio
tempo de amor;
Para uns como
um Ichiyo,
Florada julgada
como tardia
na Lua certa
no mundo da pressa.
Cerejeira tardia...
II
O amor vem,
e por ele coloco
as minhas duas
mãos no fogo;
A Lua absoluta
jamais nos trai,
Te garanto que
o amor vem,
Só quando for
para o seu bem.
Tardia cerejeira...
III
A formosura
da querida Lua
se confundiu
com a florada
da Jugatsuzakura,
E alguém disse
que eu é que
fiquei distraída
sonhando com você.
Cerejeiras tardias...
Ainda recordo
a canção
de Tanabata:
"As estrelas brilham,
brilham,
como pó
de ouro e prata",
A princesa
tecelã bordou
diamantes
brancos e azuis
na constelação
de(Lira):
O meu corpo
pelo teu delira,
Sei que sou
a estrela da águia
_constelação;
O pastor
deslumbrado
afastou as nuvens
para vê-la toda
de Lua ainda
mais bonita,
O meu peito
com a calma
de um cisne
na lagoa é
_constelação,
De longe você
admira a cena
de dentro do teu
carro dourado
conversível,
E sonha com um
mundo possível,
mesmo que digam
que é impossível,
Vega, Altair e Deneb,
o Triângulo do Verão
próximas do Sol,
e você que entregou
para mim o teu coração.
Há um romance
escrito à mão
que não mais
saiu da cabeça
nem mesmo
quando fecho
os meus olhos.
Arcturus linda
como um
rubi brilhante
que ora surge
como um
diamante
alaranjado,
Surgiu bem
na noite de luar
para me dar
o seu
erótico recado:
Há um romance
escrito à mão
que não há
como ocultar
no meu peito
e por todo
este nosso lugar.
Nunca recusei
qualquer coisa
para o teu charme,
Você ainda está
se divertindo
com a minha
louca fantasia
e fascinando
todas as garotas
da nossa cidade.
Há um romance
escrito à mão
que previa
que você viria,
e como uma
grata surpresa:
você reapareceu.
Você envolvente,
convenceu
novamente
e me levou
neste lindo carro
cor de moldavita
para ensinar
os segredos
dos vinhos
e da Lua,
lá na Vinícola.
Um carro
desfilando
leve na rua,
emoção e
pele de flor,
e a tua à
flor em pêlo,
De todas
a mais alta
conspiração
surgida até
para o teu
sono ocupar,
No teu céu
tornei-me
a tua Lua
_suspensa,
em teus
sentidos
_presença,
E total
_sentença
que tuas
mãos não
podem
capturar;
Betelgeuse,
Antares,
e Aldebaran
ao redor
da cintura:
o meu rubi
na boca tua.
Nesta noite de infinita
Lua de Sangue,
prevejo um romance,
te vejo chegando
com um Kadomatsu
nas tuas mãos,
e entregando de vez
para mim a sua paixão,...
Sem você saber
diariamente venho
inventando mil
formas de pedir
mais do que a tua mão,
Escuto a felicidade
em forma de matsu
saudando um sugi,
e diante Monte Fuji
o seu afeto enfeitando
a minha fronte
com o seu amor,
uma coroa de sakura
e sem nos importar
que chamem isso
de absoluta loucura.
Sem você saber
eroticamente venho
testando mil
maneiras de fazer
você cair na sedução,
Através nobres danças
da taiga do arquipélago,
com paciência,
música apaixonada
e poesia da Lua,
o amor arquiteto
com romantismo e doçura.
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