Poema Infantil de Vinicius de Moraes
Viva como se não houvesse amanhã, mas tenha em mente que, se houver, você terá consequências de ontem.
A ironia é que você se queixa de solidão, enquanto despreza o cuidado de quem está ao seu lado, obcecado pela atenção de quem não se importa.
Reclama que ninguém se importa com você, ignorando quem se importa, simplesmente porquê não tem a atenção de quem você queria ter.
Se você conseguir se imaginar amanhã e tiver orgulho do que está fazendo hoje, com certeza é o caminho certo.
No dia seguinte, vai acordar e se arrepender de ter feito, no outro vai se arrepender de não ter feito, o importante, é que uma hora, não haverá dia seguinte.
Um dia você acordará e se arrependerá do que fez. Em outro, se arrependerá do que não fez. Até que um dia, simplesmente, você não acordará.
ENTRE O HOJE E O AMANHÃ
A SOLIDÃO ESTÁ ME FAZENDO PERDER NOITES INCONTÁVEIS DE SONO, OLHAR PARA O TETO OU PARA OS LADOS ME REVIRANDO NA CAMA SEM SONO VIROU ROTINA, NÃO SEI DIZER QUANDO TUDO ISSO VAI PASSAR, MAS TENHO A NECESSIDADE DE RECOMEÇAR, SAI DA MINHA ABA TRISTEZA, VÁ EMBORA SEM OLHAR PARA TRÁS SAUDADE INCOMPREENSÍVEL, QUERO VIVER UM NOVO E PRAZEROSO ROMANCE, TUDO QUE ME FAZ MAL DESEJO MANTER DISTÂNCIA; VEM ME ABRAÇAR COM VONTADE DIAS DE PAZ, TRAGA-ME UM NOVO AMOR, UM NOVO RECOMEÇO, O QUE É DO PASSADO DEIXAREI NO ESQUECIMENTO, A CADA DIA DO MEU TEMPO PRESENTE IREI ALIMENTA-LO COM AMOR E VITÓRIAS QUE IRÃO ME ACOMPANHAR ATÉ O MEU FUTURO, VIVER FELIZ NÃO É UM SONHO É MINHA REALIDADE!
A música, tem o poder de alimentar um momento, uma lembrança, uma nova história ou até mesmo, um grande amor.
Chega de loucura, deixa eu dormir! Ou você vai embora de uma vez ou eu vou morar em uma clínica psiquiátrica...
Simbolicamente ainda posso dizer que você mora comigo, verdadeiramente sonho com isso todos os dias…
Medo de lembrar porque a memória não avisa ela chega traz seu nome seu riso o que fomos lembrar é abrir o que tentei fechar
porque algumas lembranças não querem ser lembradas querem ser sentindas
Me disse que acabou, mas algo em mim não entendeu por que o amor era tanto e se perdeu. Fiquei com ausência no peito e um adeus que não aconteceu.
Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.
Coração Acelerado
Basta um olhar teu passar e o peito começa a gritar sem toque sem aviso você já é meu paraíso
Existem produtos impróprios para o consumo e pessoas impróprias para o convívio. Leia os rótulos antes de consumir e os olhos antes de conviver.
Quem um dia soube admirar um brinquedo na vitrine, mesmo sabendo que ele nunca poderia ser seu, teve uma experiência primária de Deus, a quem amamos sem possuir.
Hoje chorei. Como havia muito tempo não chorava. Não havia razões claras. Apenas chorei. Talvez por razões passadas, histórias ancoradas no porto do meu ser, ali onde a dor não se ossificou, não se fez concreta, não mostrou a face, mas pairou soberana e silenciosa.
Talvez por razão nenhuma. Nem sempre a dor tem razão. Dói por doer, por não ser outra coisa, por ser dor apenas.
"Quando olhamos para uma árvore, vemos apenas à árvore. Não vemos os átomos que formam a árvore. Quando todas as centelhas se juntarem; Deus aparecerá".
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