Poema Eternidade de Xico Chavier

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⁠A vida é um segundo
Um sopro de verdade
É uma nota do mundo
No som da eternidade

⁠Deus da eternidade chorou pela humanidade

Deus estava contemplando a humanidade,
E tudo que via entristecia a eternidade.
Um pesar sem maldade invadia seu coração,
E não como uma resolução, sentiu uma vontade de chorar.

Mas via um homem e uma família,
Que maldade não havia.
Esse homem avisou,
Que o coração de Deus se lamentou,
Que iria chorar muitos dias sem parar,
E por muito tempo se lamentar.

E 40 dias e 40 noites chorou,
Um lamento inundou toda a terra,
A maldade então se encerra.

E uma aliança, que aos de uma criança se formou,
Era colorida,
E voltou a dar a vida,
Esperança em que sempre recomeçou.

" O mundo que vivemos pode
até ser bom de se viver ,
mas não pra viver a Eternidade⁠ "

⁠Ser feliz é
saber viver uma eternidade
dentro da efemeridade
chamada de vida.

⁠Nada
Há promessas
de eternidade,
mas...
- Nada resiste -
(Há falácias em tudo),
nem o corpo,
nem a alma,
nem a mente resiste.
Ante o corpo nu,
o desejo aflora
e vai embora.
Tudo
(À força da marreta)
sucumbe,
desanda,
desmonta.
Ao demolir-se,
ou se perde,
ou renasce,
em cinzas,
sobre as águas salgadas.

Onde espera viver a sua eternidade?!

Você tem 10 milhões de anos da eternidade para viver;

E mesmo que viva os 10 milhões de anos dessa eternidade,ainda sobrará a eternidade para viver.

E isso infinitamente..]

meu amor
o meu amar
é mar
e amar
é maré
é arte
é felicidade,
tristeza,
eternidade
e quem sabe
um pouco mais.




No Banco da Eternidade
Encontrei um bilhete assim:
Perseverança no Bem
Dá dividendos sem fim.

Se Deus é justo,
como posso passar a eternidade sofrendo no inferno,
se eu não passei a eternidade cometendo erros,injustiças e pecados?


Essa balança foi adulterada por alguém .

E o que é a vida terrena perto da eternidade? É como uma faisca que brilha e logo some. É como a neblina das manhãs que esvai-se com o sol. Como um vento de inverno, vem e logo passa. Os castelos que lutamos incessantemente para construir vão passar e a beleza, a ostentação, o suor, o tempo gasto não valerão de nada.
É possível ver o amor? Não.
É possível ver o espírito de um homem? Não.
É possível ver a Deus? Não.
O amor, o espírito de cada um e Deus são eternos e por isso não visíveis. Quando o homem entende que essa vida é apenas um vestibular para a eternidade, é dado o primeiro passo para Deus.

Sonhei que eu era amiga
das borboletas e
em outro mundo ....
Beijei a Eternidade !

Amor em decomposição

O amor que tive apodreceu no peito,
como cadáver preso à eternidade.
Não há perfume — só o desafeto,
e a carne exala a própria saudade.

Teu nome vibra em células partidas,
como um lamento ácido e profundo.
E eu sou ruína, sombra entre ruínas,
amando o nada que restou do mundo.

Ja diz biblia: "tu é vaidade",
mas estar bem e pra eternidade.


nao é o que veste sim o que sente,
assim como o que fluem em minha mente.


Somos fraçoes do que um dia sonhamos,
por isso perdemos pedaços ao que amamos.

O Arquiteto da Eternidade

Sou o marinheiro perdido no mar,
sou o piloto que teme ao aterrissar,
sou resistência que insiste em lutar,
sou nuvem clara a te guiar.

Sou a dor que ensina a viver,
a ferida que insiste em florescer,
sou pedra que aprende a renascer,
sou o fim de guerras que vão se perder.

Sou você ontem, sou ele amanhã,
eco profundo em túnel de afã,
sou a eternidade que nunca se cansa,
sou busca e luz, sou fé e esperança.

Sou guia do profeta, voz que consola,
sou invisível presença que te ampara e rola,
sou quem responde antes da pergunta soar,
sou o onipotente a te guiar e cuidar.

Sou Deus, sou força, sou arquiteto do céu,
sou o universo contido no véu,
sou tudo e nada, sou tempo e direção,
sou o eterno pulsar do coração.

A alma não envelhece —
ela se lapida.
Cada dor é um golpe do tempo
esculpindo eternidade.

Eternidade do Nada


(Letra original por Maycon Oliveira dos Santos)


Eu vi o tempo se curvar diante dos meus pensamentos,
Transformei o silêncio em direção.
Há mil verdades presas no vento,
E eu aprendi a ouvir a contradição.


Eu sei o que é cair em ruínas e erguer castelos com o olhar,
Sei quando o mundo cala, é hora de falar.


Porque eu faço da ausência, presença,
Da dor, uma promessa que ascende.
Eu crio eternidade do nada,
E transformo o vazio em chama ardente.
Eu faço da sombra, luz,
E do fim, um novo início — consciente.


Aprendi a amar o caos como um velho amigo,
Ele me ensina onde a ordem se esconde.
Há beleza no perigo,
Quando a alma não se rende ao que não responde.


Eu sei quando o medo tenta se disfarçar de paz,
Mas minha mente é o fogo que jamais se desfaz.


Porque eu faço da ausência, presença,
Da dor, uma promessa que ascende.
Eu crio eternidade do nada,
E transformo o vazio em chama ardente.
Eu faço da sombra, luz,
E do fim, um novo início — consciente.


Se o tempo apagar meus rastros,
Que apague tudo, menos minha intenção.
Pois quem ama com lucidez,
Transforma o destino em criação.


Eu faço da ausência, presença,
Da dor, o mapa da existência.
Crio eternidade do nada,
Sou o eco da própria consciência.
E no fim, quando tudo silencia,
É lá que minha alma começa.


— Por Maycon Oliveira Dos Santos

Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.

Quando o amor transcende...
Ao tempo, ao risco do destino
A eternidade se faz presente
nada muda este rabisco.

Te amar é incendiar o silêncio,
é transformar cada instante em eternidade.
Teu olhar é tempestade e calmaria,
me arrasta como rio, me acolhe como mar.
Não há fronteira que contenha o ímpeto,
nem distância que apague o fogo que arde.
És o grito mais doce da minha alma,
a poesia que sangra e floresce no mesmo verso.
Quando toco tua pele, o mundo se curva,
o tempo se rende, o universo se cala.
E nesse encontro de corpos e destinos,
somos chama, somos infinito, somos tudo.

Não há ouro que resista ao tempo,
nem poder que se sustente na eternidade.
A coroa pesa, mas não liberta;
é prisão disfarçada de glória.
O povo, cego ou cúmplice,
aplaude sombras e se curva ao vazio.
Mas toda autoridade é pó,
todo império é ruína,
todo rei é apenas homem.
A verdade não se cala:
o trono é provisório,
a vaidade é efêmera,
e a história não perdoa.
É em vão servir um rei que serásubstituído por outro.