Poema Sobre Escuridão

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sonhos dos nossos futuro.
num caminho de luz ate escuridão.
Andamos ate que pousamos o primeiro passo no desconhecido..
E aonde caminhamos pelo astros da imensidão, somos luzes no breo da ignorância.


buscamos perguntas e respostas diante do desconhecido.
A guerra nos atraza em aapiral de um abismo de destruição.
E abnegação destes fatos so demonstra a fragilidade para o qual devemos ter responsabilidade e dignidade de compreender a derradeira verdade.


A vida floresce e morre. ..
Nos instante da existência somos sonhos do criador...

Suas almas condenadas por unico pecado amar a escuridão.
Seus demônios são expostos pela sua fé e seus fantasmas expostos na sua face, toquei no abismo e senti seu coração ainda bater.
Suas almas estão condenadas pelo amor.

Até dentro da luz existe a escuridão.
Mas, imersos nela, contemplamos objetos que superam a velocidade da luz,
e testemunhamos a evolução.
O ser humano transcende suas próprias limitações;
com o tempo, novas ideias florescem.
Mesmo no coração mais árido, há vida e pensamento.
E quando ouvimos os nossos sonhos, sentimo-nos flutuar
rumo a um novo patamar, onde se encontram o olhar da ciência
e a essência da nossa humanidade.

Nos valores do caos predomina a luz.
Sem a escuridão nao existiria a luz.
Todos atos sao calculados ate amanhã seja hoje.

Brilho na escuridão do espaço.
É brilho na imensidão
O passado é visto para se desvendar o futuro.
Nossos olhos vem luz da estrela mais quando olhamos mais perto a luz se embaraça como pingo cai no lago cria ondas se refleti em profundo sentimento.

A noite tão serena, abriga os sonhadores e os desesperados;
A escuridão que não apaga a luz do existir, só a acolhe e se enfeita, aceita;
Antes o rasgo de um cometa, me acometa com seu encanto, perigo e beleza.. Do que o calmo e superficial olhar que me lança em sua leveza.

A luz pairava amarelada
Até surgir o breu da escuridão
Esconderijo de aranhas, bichos ,escorpiões
Fúnebre lugar na memória
Onde o medo era tamanho
No dilúvio tão rompante
O horror pairava nos gritos
No meio do nada uma confusão
Que assolou toda cidade
Numa imensa devastaçao .
Mas o tempo passou
A luz hoje tem novo brilho
Aquele lugar antes nefasto
Virou lugar de esperanças
Onde fazem festas
Música , flores, danças ...
Creio que o tempo muda
Sacode a
imaginação
Numa nova estação
E da um novo sentido
Às coisas antes vertiginosas
Onde impurezas foram lavadas
Agora até o cheiro de rosas
No ar locomove toda gente
No pulsar eloquente
Transformando pesadelos
Num jardim cheio de sonhos
Hoje os medos sumiram
No amarelado chão de lama
Fantasmas se foram
Pois esperanças marcaram
Uma era de realizações
Um brado de recomeçar !
Nas mãos puseram emoções
Das lágrimas limparam corpo e alma
Tristezas foram pra longe
Com aranhas , bichos ,escorpiões
Antes o que era sujo amarelado
Hoje as cores da alegria
Brilha no caminho antes doloso
Agora se refaz tudo de novo
Iluminada gente desta Mimoso .
João Batista Barbosa

A vida sem Deus é como andar sem destino na escuridão,
só se encontra obstáculos...
Se renove a casa amanhecer
na presença dEle.
És o único e verdadeiro caminho!

O ninja mais poderoso não é aquele que some na escuridão, mas quem domina a arte de existir invisível dentro de si mesmo.


EduardoSantiago

REFÚGIO NA ESCURIDÃO


Na calada da noite, seu coração está inquieto. O céu está escuro. Negras nuvens preenchem todos os espaços. Nesses momentos, os espíritos atormentados vagam com uma paz que é rara na sua essência. Tentam esconder toda a amargura que foi acumulada na sua existência pela Terra.


Os espíritos dos criminosos, suicidas, corruptos, ladrões, egoístas e, enfim, de todos aqueles que cometeram pecados graves quando em vida, tentam encontrar refúgio nessa escuridão sem fim.


Oh, pobres espíritos! Que maldades vocês fizeram? Quantas pessoas vocês deixaram a chorar e a sofrer pela Terra?


Oh, Deus eterno, tenha compaixão e piedade dessas pobres almas. Dá-lhes a luz de que tanto necessitam.

o tempo fechou
escuridão aumentou
barulho de trovoada
tomara não venha
chuva braba


São tentos desastres
A natureza determina
Muita mão assassina
trazendo desequilíbrio
ao planeta


Somos todos prejudicados
é ladeira que desmorona
tantos desabrigados
e outros desalojados


Vigilância é preciso
Já alertava jesus
Sinal do fim dos tempos
A tribulação já começou
Muitos fingem não ver

Minh’alma calada
Trancada numa escuridão tranquila
Mentalmente escreve versos
Descrevendo histórias que não duram nada

Pensamentos que divergem de si mesmos
Tardes de alegria, noites de saudade
Saudade de manhãs que só choviam
Monstros e fantasmas
Que assustavam bem menos que a vida lá fora

Nem mesmo a escuridão de agora
Jamais a trocaria por sorrisos do passado

Minh’alma está calada
De andar pelo mundo
Conhecer a vida e receber sorrisos
Hoje escreve versos solitários
Briga consigo mesma

Não sabe responder se está feliz
Se um dia, alguém lhe perguntar se está em paz
Essa resposta ela tem
Tem, mas não revela nem pra mim.

Edson Ricardo Paiva

ALMA ERRANTE.
"Vaga m’alma impura, mesclada na escuridão,
mostra as mãos em desventura e os cravos da solidão,
há seus afligidos pois pelo amor fora banida...
se arrasta feito o “judeu errante” na terra da podridão.
Privada que fora de sua alegria, olhos cegos de um guia,
que veem os próprios da interrogação?
Liberta-me, liberta-me, clama a pobre alma...
enquanto a nulidade bate à porta d’alma,
vagueia a esmo sem destino...
transportando a nostalgia em pranto fino,
matando sem querer, flora e fauna...
e uni o teu lamento aos trovões, supremo brado!
Liberta-me liberta-me. Pelo ao menos de teu,
que é o meu sumo!
Sofre sombra com o teu martírio!
Com isso, socre-me com água plena...
Quando escuta-se a melodia por longínqua caverna,
eco de anjos,
voz do meu Deus sim e flores nos ventos,
de sua voz."
"Do Livro ‘Sol da Minha Dor’
Marcelo Caetano Monteiro"

MINHA ESCURIDÃO É INFINITA


Eu medi a minha escuridão e descobri que ela é infinita. Diante disto, propus-me a me olhar com outros olhos. Procurei luz na alma, mas só havia sombras. Isso inquietou-me diante da improbabilidade de ver a luz. Então me recolhi, mantendo-me na minha pequena insignificância, porém, não me dei por vencido.
Eu já tinha visto a luz, mas o ego a sufocava. Procurei me despir dele; havia camadas, e lutei com as forças que me restavam. Eu estava cego, pobre de espírito e nu! Mas quem disse que eu estava nu? Meu próprio ego. A briga sempre foi intensa, de causar exaustão.
Procurei sair da bolha em que me meti. Tentei alçar voos, mas sempre era reprimido. Quase tudo que me cercava eram trevas, devido à bolha. Tornei-me um monstro, um ser sem vida, buscando vidas em outras dimensões.
A batalha dual se acirrou, sendo que eu mesmo era o espectador. Eu torcia pelo mais forte, só que, no momento, o mais forte era o obscuro. Os outros "eus" que existem em mim, ambos os lados, não levantavam a bandeira branca, e eu seguia inquieto na expectativa do vencedor!
Por fim, alcancei o chão e, de espectador, resolvi entrar na briga. Foi quando comecei a enxergar um filete de luz na minha vasta escuridão!

A Luz que Pregam


Pregam a luz,
mas vivem na escuridão.
Falam de amor,
mas carregam julgamento no coração.


Pronunciam o nome de Deus
como quem conhece a verdade,
mas esquecem que nenhuma fé
deveria caminhar ao lado da crueldade.


Estendem a mão em público,
sorriem como se fossem abrigo,
mas, quando encontram alguém diferente,
transformam o abraço em perigo.


Pregam aceitação,
mas escolhem quem merece pertencer.
Falam sobre perdão,
mas não sabem perdoar o que não conseguem entender.


E talvez a maior ironia
seja chamarem de escuridão
aquilo que simplesmente não se parece
com a luz que aprenderam a imitar.


Porque há quem acenda velas,
faça orações e fale de salvação,
mas seja incapaz de oferecer
um pouco de compaixão.


Eu não preciso apontar dedos.
A consciência sabe quem é quem.
Afinal, quem realmente vive na luz
não precisa provar que é luz para ninguém.


Há quem pregue a luz em nome de Deus,
enquanto escolhe viver na escuridão
quando ninguém está olhando.

Na face oculta da escuridão
Ver- se alvo como dia
A ininterupta corrupção
Que devora a pátria amada
De povo sem território
E um Estado sem nação
Debandada são as riquezas
Nos destroçar das belezas
Ao forja- se a burguesia
Classe firme
Classe forte
Que nunca precisara
Da sorte
Mas sim da epifania
A fortuna que lhes cercam...
Viera da tortura? Jamais.
Da mão de força
Dos demais
Até os confins dos dias.


190926

O sol se põe pela manhã, ao longo do dia esquenta e ao entardecer se vai e vem a escuridão e o frio.. Mas no final tem a lua que ilumina seu caminho e te acompanha até a manhã seguinte.


Assim são as pessoas que aparecem na nossa vida por um breve momento e se vão, mas sempre haverá outros que virão..
Até que chega um dia, que essa fica e não vai embora e finalmente você tem aquela sensação gostosa, um pequeno gosto da felicidade, um coração quentinho.

Mantenha o foco na certeza de que a escuridão que tentou enterrar te nas dunas do deserto serviu para o sru salto quântico que esta prestes a dar..!


Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado


Copyright direitos reservados

Mesmo quando a tempestade parecer não ter fim,
e a escuridão cobrir o seu caminho,
olhe para dentro e nunca perca as esperanças,
pois o sol sempre volta a brilhar sozinho.

Mas de um céu com luar e estrelado
A escuridão é o que vai sobrar
Do que era tão inocente
Tão diferente pensar.