Poema do Filme em seu lugar
Quem dublou o chapeleiro do filme Alice no país das Maavilhas foi o vocalista do raça negra né? Só pode.
Minha filha é tão ruim em Lingua Portuguesa que eu acho que vou fazer um filme chamado Eu,Minha Filha e a lingua portuguesa.
Se minha vida fosse um filme não seria um blockbuster, talvez um filme indie daqueles que quase ninguém entende, mas que o cineasta é aclamado como gênio pela crítica especializada.
Sempre antes de dormir a vida passa em sua cabeça como um filme. Você analisa cada palavra, cada gesto, cada rosto... Você imagina se poderia ter feito algo diferente ou se simplesmente poderia não ter feito algumas coisas...
Então você começa a sorrir sozinha e se alguém te olha logo pensa que você só pode está ficando louca! Mas o que você não imagina é que cada imagem, cada rosto, cada gesto e cada palavra irão te levar a uma só lembrança... Então é nele que você pensa,aquele sorriso, aquele olhar, aquele beijo...E as cenas ficam indo e vindo na sua cabeça só para você ter certeza de que não perdeu nenhum detalhe, você reinventa,cria, vira tudo de cabeça pra baixo e espera sonhar com ele segurando você em seus braços, se perdendo dentro dos seus olhos por que mesmo que seja só uma lembrança é nela que você se apega por que é ela que te acalenta e te faz sonhar....
...É como um filme antigo de Charles Chaplin, sempre que eu vejo eu posso sorrir, me divertir, aprender, chorar, me emocionar, nunca ninguém vai poder fazer igual, e nunca vão poder apagar uma Amizade verdadeira.
Hoje acordei, passou um filme na minha mente. Vieram flashes de memórias do passado. Flashes de momentos difíceis, cansativos e flashes bons, especiais que estarão em minha memória sempre. E hoje eu decidi aumentar as memórias boas, criando versões melhores, de uma mãe, esposa, de filha, de uma profissional, de uma MULHER, sim de uma mulher única, que merece sempre ser amada. De uma mulher que se ama e busca o melhor para si sempre, sempre!
É verdade que o tempo cura tudo?
Todos os dias, passa um filme na minha cabeça, é como se eu estivesse vendo toda a minha vida em um flash de memórias durante alguns minutos. Tenho sido atormentada por milhões de pensamentos, que têm tirado o meu sono. Perguntas como tudo vai melhorar? e Eu vou me reencontrar daqui a um tempo?' estão ecoando constantemente em minha mente e me deixando atordoada. É muito comum ouvirmos que o tempo cura tudo, mas será que cura mesmo? Essa é uma resposta que ainda não sei sobre sua veracidade, mas o mais íntimo do meu ser está ansiando positividade.
Largue de mão o que você não pode controlar.
Ate a rede na beira do rio, assista um filme que ainda não viu coloque o sapato e vá caminhar.
É possível ver o passado o filme de uma vida, difícil será compreender tantas falhas olhando para trás escrita no mural do tempo.
O momento em que choramos num filme não é aquele em que as coisas são tristes, mas quando se tornam mais bonitas que aquilo que esperávamos que viessem a ser.
Não contribua para a sociedade para que façam um filme sobre você, mas para que dê sentido à busca de alguém.
As vezes é bom dar asas ao pensamento e ir lá na infância e voltar vendo o filme de coisas que aconteceram contigo em alguns casos voce vai ri, em outros você vai gelar...
Quando o filme da sua vida passar, vai ser um curta, meia ou longa metragem?
Eu espero que se não for um longa, que seja digno de um oscar.
0286 "Meu ex amigo criou outro título de filme: 'Turbilhão de Acasos'. Perguntei se nesse ele havia se inspirado na labirintite que o deixava em redemoinho. Ele não gostou... Passamos, então, a ex amigos!"
Uma vez, você lê que, em algum momento da vida, aprende que o filme pode terminar no meio e que talvez você viva sem ver o final que espera, mas que nem sempre o final que espera é o mais feliz. O curioso é que o amor pode matar às vezes, como na chamada síndrome do coração partido, mas, principalmente, vai, pouco a pouco, apagando as partes mais bonitas que existiam dentro de você. Não é uma destruição brusca; é lenta. No fim, talvez não exista fim. Talvez a vida seja feita de capítulos interrompidos, de histórias que não se fecham, de silêncios que dizem mais do que palavras. Você aprende que não é o desfecho que define a beleza da jornada, mas a intensidade com que caminha até ele. E, se o amor pode matar, também pode renascer em formas inesperadas: na memória, na saudade, na coragem de seguir. O pior final pode ser, paradoxalmente, o mais feliz, porque ensina que a felicidade não está em chegar, mas em ter vivido.
