Poema do Filme em seu lugar
Tenho uma dúvida sobre uma escova de dentes. Sabe se essa escova é aprovada pela Associação de Odontologia?
Ei, você pode fazer o que quiser com ele. Arremessá-lo de um prédio, ok? Incendiá-lo. Atropelá-lo! Certo? Seja criativo!
(Rick Dalton)
Esta cidade contou histórias sobre mim. Histórias horríveis. Mas ninguém percebeu que eu tenho minhas próprias histórias assustadoras.
O livro de Sarah Bellows. Histórias que se escrevem sozinhas e que ganham vida. Quem começou com isso?
Sempre me pergunto: será que é preciso inovar sempre, sempre? Não se pode escrever um livro, pintar um quadro, fazer um filme? Simplesmente. Muitas vezes estamos inovando sem saber, fazendo uma coisa que é necessária e vem do fundo. E há tanta inovação falsa, para chocar, chamar a atenção.
Deixe-me dizer algo, cara. Depois de perder meu namorado e meu emprego em uma semana, eu viajei pelo mundo para descobrir que sou dona de algo que vai me falir.
Aprendi que na Nova Zelândia a gente conserta o que não está funcionando e dá valor ao que vale a pena salvar.
Quando uma voz espectral diz “Saia daí”, você deve fazer isso. Mas na vida real você não sabe que está em um filme de terror.
Passear de mãos dadas, ir ao cinema, ir a uma pizzaria numa sexta ou em qualquer dia da semana de surpresa,ficar em casa assistindo um filme ou fazendo uma receita nova juntos...coisas do coração, coisas de quem aprendeu a amar de maneira certa as pessoas erradas.
Cuidado, se você se eletrocutar, vai parar de nascer cabelo no seu corpo e você nunca mais vai namorar.
– Por que sinto falta dele?
– São seus hormônios. Ou foi uma disfunção metabólica emocional do seu cérebro. Também se chama amor. Acontece, e depois acaba.
Quero querer o que eu quero e não pensar no que eu quero. Eu quero você. E você não é lixo. Você é perfeito.
