Poema dentro e Fora

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⁠Para cada Cobra Grande
de duas pernas
vivendo fora d'água
eu respondo
com silêncio e oração,
Tenho mesmo é que
me preparar para receber
o amor no coração:
Deus é meu guardião,
E não vou viver
para alimentar a maldição.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠LOBO MAU.
Pela cidade a fora ele vai bem contente
A procura de uma presa, de uma dama inocente.
Ele é astuto e muito sagaz, nunca se contenta com uma
Sempre quer mais.
Ele é bonito e muito encantador
E a dama inocente por ele se apaixonou.
Presa em suas garras ela está
E deseja ali para sempre ficar.
Pena que é um caçador e sempre quer mais
Deixa ela hipnotizada enquanto vai atrás.
De extinto egoísta nunca divide sua conquista
Prefere ficar de guarda e não a deixa solta na pista.
Ele é feroz e muito esperto
Sabe que tem outros lobos ali por perto.
Sempre marcando território e mostrando quem manda
Além de ser bem conhecido por sua grande fama
Sempre se identifica com o dona da dama.
E ele o terror por onde andar
Pois sabe como pegar suas presas e as devorar.
Pela cidade afora
Ele anda sozinho
Levando de casa em casa o seu docinho
Ele mora longe
O caminho e no caminho é esperto
Sempre pega uma presa que passeia ali por perto.
Ele é lobo mau, Lobo mau..
Pega as daminhas pelo...
SSB.

Inserida por SamBarbosa05

⁠⁠Assim como Páris em sua busca fora do normal
Quero buscar-te, bela, culta e intelectual
Mesmo que eu tenha que lutar ou roubá-la
Mas a sensação de tê-la junto a mim, será especial

Assim como a mais bela das mulheres
Nos relatos filosóficos tenho com quem te comparar
Helena, a mais doce tentação que existiu
Que Tróia por sua culpa, teve um alto preço a pagar

Não esperarei por dez anos
E como Menelau eu terei que traçar uma missão
Para conquistá-la, buscá-la e tê-la
E para sempre ter seu puro e doce coração

Não quero perder a oportunidade de apreciá-la
Ó garbosa, cintilante e galante sedutora
Deusa filha de Afrodite no meu pensar
E do meu ingênuo e sincero coração receptora

Inserida por Elder_de_Jesus

⁠" DESIGUAL "

O desigual, às vezes, favorece
e, o que fora de prumo, dá sentido
ao belo, ali contido e adormecido,
que, sob o nosso olhar, então, floresce!

A estética diria haver despido
o que a beleza, aos olhos, enaltece
e não se sabe como isso acontece,
mas fato é que há o perfeito no descrido.

As diferenças não são mais notadas
e, as formas desiguais, lá, desprezadas
porque o conjunto todo, ao fim, agrada…

E, o que era pra ser feio, fica lindo
enquanto essa beleza vai remindo
ao que tocado foi por mãos de fada!

⁠Até o curso de um rio
fora de um momento
não se desafia em nome
do seu próprio tempo.

O Rio da Madre ensina
até quando se lida
com gente é preciso
sempre aguardar na vida.

Desafiar não é a opção
em nome do imprevisível
que podermos contar.

Amar e o tempo respeitar
seja para ir de barco, canoa
ou até mesmo para nadar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Aos que vestem virtude só por fora
Nada é mais miserável
do que quem se esconde no escuro
com as mãos sujas,
mas sai pra rua com a alma engomada,
ensaiando bondade no espelho.
Gente que sorri com versos santos,
mas pisa em chão rachado por dentro.
Fala de amor,
mas não ama.
Fala de perdão,
mas julga com gosto.
Fala de luz,
e caminha nas sombras…
de si mesmo.
É fácil parecer limpo
quando ninguém vê a bagunça que você tranca.
É fácil apontar o erro alheio
quando ninguém conhece seus bastidores.
Mas a verdade não se apaga
com filtro, frase bonita ou pose de justo.
Cedo ou tarde,
a máscara escorrega.
E o que fica —
é o que sempre esteve lá.
Não existe paz
pra quem finge ser o que não é.
E não existe cura
sem coragem de se encarar.
Melhor ser quebrado, mas real,
do que inteiro de mentira.

Inserida por ZANUTE

⁠Beijar sem se importar
com o que se passa
lá fora e sem se preocupar
até mesmo com a cortina,
não nos privar de toda a poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

CAFÉ, CHUVA, EDREDOM

Lá fora a tarde acinzentou
O dia perdeu as cores
O alegre sol se escondeu
A chuva parece tão triste
Até as gotas que escorrem na janela parece chorar

Aqui dentro uma xícara de café frio
Um edredom que já não aquece
Um livro infeliz na cabeceira

Parece que todos percebem
Seu lado vazio da cama.

Inserida por elis_barroso

Os rabiscos

Os rabiscos todos joguei fora...
Aqueles que falavam das dores...
E do amor no meio das dores...

Ah! Sempre tem um no meio do outro...
Não queria ter jogado fora...

Mas eu queria que um pouco de mim que doía
Fosse embora também...
E foi!

Será que eu gosto de sofrer?

Inserida por NinaChris

Louco ou Gênio

Ouvi uma teoria a algum tempo, dizia:
O louco está fora da redoma dos costumes da sociedade
O gênio é aquele que está na beira da redoma, observa com desejo a loucura de se arriscar, mas convive na sociedade preenchendo os deverem sociais obrigatórios.
Será?
O louco pode ser de fato alguém atormentado, mas como um trunfo ele está acima de nós em uma decisiva questão...
O louco é imprevisível e isso o torna perigoso aqueles que coordenam e instituem a barreira da redoma...
Pois bem, neste sentido não seria a própria imprevisibilidade do louco onde se encontra sua genialidade?
E não é todo gênio, um louco enrustido?
E não é você arrogante ser superior que não encontrou ainda a genialidade da loucura?

Vamos colocar os poetas para fora já que estamos em 'quarentena'? Que tal todo mundo começar a escrever poesias, poemas, micropoemas, microcontos e prosas colocando os seus posts no modo público?

Sugestão de hashstag:

#PoesiasDeAmorPeloBrasil

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠É quarentena e um vírus voa lá fora, invisível! O mundo parou em 2020. Muitas frases de efeito filosóficas já circulavam pelas redes sociais antes disso, mas agora, as pessoas procuram compartilhar aquelas que propõem profundas reflexões e mudanças: nos outros.
Estamos sempre esperando que o mundo ao nosso redor fique perfeito mas não mudamos a nossa própria estrada torta.
Vivemos em trilhas improvisadas a benefício do imediato, do bem viver hedonista, da aparente vida perfeita separada pelas traças que mantemos por trás das cortinas que encobrem a nossa intimidade, a nossa verdade tão necessitada de reparos pessoais.
A asas da tecnologia nos permitem alcançar janelas espirituais e culturais com fortes apelos à transformações mas eu não sei se o ser humano está acordado ou vive em sonambulismo profundo. Talvez estamos recebendo apenas mais uma pressão a um sono turbulento que vivemos.
O que precisamos mesmo neste momento é acordar. Ninguém consegue realizar coisa alguma em sono profundo. Como poderíamos promover mudanças de qualidade?
Acordar torna-se neste século o ponto de partida. Inibir os passos que seguem as multidões em manadas de fúria, embaladas pelo vazio.
Acordemos!
Depois, quem sabe, conseguiremos alcançar alguma racionalidade.

Inserida por jozedegoes

⁠Para a grama verde lá fora
Virei cenário
Agora é ela que me observa
Presa aqui, na moldura da janela

Inserida por writer10

A paixão

Tudo fica sem nexo
Quando triscamos,
Em um rubro, a paixão!
Te deixa fora de ti
É uma fisgada!
Que te pega com garras
De dragões
tudo entra em chamas.
A paixão é uma loucura
Instantânea,
Nem sempre
Dá para segurar.

Valter Bitencourt Júnior
Passagem: Poesias, 2017.

⁠Aprenda que o amor
não é algo que se brinca
Ou que se joga fora
É algo para admirar
É algo para chorar
É algo para memória
É algo para o coração
É algo para o bem estar
É algo para amar
E para sofrer com isso
Pensando em que:
Não se pode jogar fora ou brincar com o amor
Mas que as vezes é melhor
Se afastar dele, ou
O amor vai ser algo para
Sufocar o coração
Até que não sobre ar

Inserida por Maria_Meireles

Ouça os cães uivando fora do tom
Para um hino chamado "fé e miséria"
E sangrando, a companhia perdeu a guerra hoje.

Inserida por isisjung

Tempo perdido que não volta mais.
Aqui sozinha no meu quarto e ninguém mais.
O clima lá fora está frio.
Névoas a esvoaçar, mas não me importo com a neblina já que é assim a me agradar.
Apesar da algidez do dia ouço cachorro latindo, crianças gracejando, gangorra da praça a ranger.
E eu aqui pensando o que poderia ser melhor sem meu aparecer.

Inserida por SAMANTABERNARDI

Abro o livro das páginas da vida
espelhos de encontros, desencontros

Chove lá fora, estará a lavar o chão
da rua, o mundo, a alma, o corpo

Palavras deitadas ao vento
poemas desaparecidos no silêncio

Lírios perfumados palidez dos caminhos
noites de sonho entre as páginas gastas

Veneno oculto arrastado nos ossos
angústia escrita sobre a almofada

Escuridão do rosto da morte matada,
morta, esquecida, perdida..!!!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Eu dirigia na estrada da vida.
Lembro que a tempestade rugia lá fora.
O pavor era vibrante, o medo era palpável.

Eu guiava com cautela e temor
sempre a vigiar o retrovisor,
Lia com atenção as placas.

Ao entrar na curva do teu corpo,
eu virei o volante, o corpo não respondeu.
Os pneus não tiveram aderência, eu capotei.

Os estilhaços, o horror,
a dor de saber tarde demais
que o melhor a fazer era ter esperado
o mau tempo passar.

Roney Rodrigues em "Aquaplanagem"

Inserida por RoneyRodrigues

Me prove na “real”
Não quero os “noves-fora”
Pois, há erro
Preciso de um argumento certeiro
Sem secura na boca, nem malícia,
Sem gaguejar, nem desmentir a física
Quero uma operação real
Uma prova nada subjetiva
E que seja objetiva

Inserida por Poetaantonioferreira

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