Poema de um Homem Apaixonado
Torna-se digno de ser ouvido o homem que, depois de anos vivendo o que pensa, fala com a autoridade das próprias ações.
Sábio é quem compreende que o tempo muda tudo; o homem muda com ele, mas nem sempre percebe o que se transformou nem o que permaneceu imóvel.
A clareza de propósito torna o homem imperturbável, porque o impede de chamar de realização aquilo que só produz satisfação fugaz.
Nos tempos de hoje, o homem de verdadeiro caráter é muitas vezes confundido com um tirano, porque sustentar princípios inegociáveis parece, aos olhos frágeis, uma ameaça maior do que a própria decadência moral.
A esposa é a empregada mais barata que um homem pode ter, porque na maioria das vezes o único “pagamento” pelo trabalho doméstico é o arroz com feijão.
A mulher foi feita com muitas qualidades e se encontrar algum defeito de fábrica é culpa do homem que não providenciou a peça de reposição.
Tanto a mulher quanto o homem, fazendo coisas erradas contra sua moral, reputação ou fidelidade, se arma de desculpas falsas e mentirosas.
Homem criou deus a sua imagem, e não deus criou o homem a sua imagem, pois se ele o fez é um deus medíocre.
O inimigo mortal do homem é a miséria. Não há pior discriminação do que a miséria. O estado de direito, consectário da igualdade, não pode conviver com o estado de miséria. Mais miserável do que os miseráveis é a sociedade que não acaba com a miséria.
O homem tem toda vantagem em fazer endossar por Deus os códigos que fabrica: e, particularmente, como exerce sobre a mulher uma autoridade soberana é útil que esta lhe seja conferida pelo ser soberano. Entre os judeus, os maometanos, os cristãos, entre outros, o homem é senhor por direito divino: o temor a Deus abafará no oprimido toda veleidade de revolta.
Por que geralmente só o homem demonstra interesse, enquanto a mulher sente vergonha ou insegurança para fazer o mesmo?
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O papagaio não fala porque quer ser humano; ele fala pra lembrar ao homem que até o eco pode ter alma.
"Senna não desafiava a física, ele a convencia a recuar; foi o homem que transformou o asfalto em altar, provando que a imortalidade não se alcança cruzando a linha de chegada, mas habitando o milésimo de segundo onde o medo se ajoelha diante da vontade."
