Poema de um Homem Apaixonado
O homem reflete suas crenças e reproduz seu Criador: assim como teme perder a fé daqueles que o amam, também deseja que tudo siga sua ordem. Ainda assim, como Deus, sacrifica-se ao permitir que cada um escolha segui-lo ou depositar fé nele.
O Homem é uma criatura tão estranha, tão diversa, que tem sempre uma postura muito perto da loucura e o resto é só conversa.
O homem desconhece o infinito, desconhece o futuro e desconhece o invisível. Na verdade, ele desconhece até mesmo aquele ser controverso
que ele vê quando se coloca em frente ao espelho.
A mulher não faz ideia do sacrifício que um homem faz para deixar ela feliz. Respeite o que ele vai te dar.
"O coração do homem não é forjado no conforto, e sim nos dias difíceis, quando ele clama a Deus implorando pela salvação."
Outro motivo que mantém o Homem Louva-a-Deus preso no cativeiro emocional é a ilusão de que, se ele apenas se esforçar mais, a mulher que o desrespeita começará a tratá-lo bem. Ele acredita que, se ele for mais carinhoso, mais prestativo, mais paciente, mais compreensivo, ela finalmente verá o valor dele e o tratará como ele merece.
Isso nunca acontece.
Se um cara consegue um cargo bom, pode fazer besteira até pegar o jeito, mas a mulher tem que ser perfeita de cara.
O oposto do Homem Louva-a-Deus é o Homem de Valor. Ele enxerga mulheres como parte da vida, não como o centro dela. Ele entende que, se focar em si mesmo e em sua evolução, as mulheres naturalmente aparecerão.
Se um homem deseja desafiar os deuses, ele deve se tornar mais do que um homem. Ele deve se tornar uma fera.
O homem ideal deve ser bonito, cheiroso, gentil e ter mais de um milhão de seguidores no Instagram.
A evolução do homem através do trabalho é pela transformação pessoal que resulta em uma sociedade consciente e inovadora.
“Esta humanidade deve apagar a imagem do Cristo crucificado. Cristo é vida. Esta é uma realidade que deve nascer em todos os homens.”
É no momento mais adverso que o homem é desafiado, pela segunda vez, a despertar-se para a sua subsistência e autonomia. Na primeira vez foi pelo amor.
A política é assim, sempre segregadora. Qualquer pé-de-chinelo se julga no direito de dirigir críticas ao homem honesto, inconcusso, quando este se anima a servir à sociedade só porque o senso comum aponta para a canalhice dos políticos.
