Poema de um Homem Apaixonado
“Rico é o homem pobre, que sabe que doar… só o deixa mais rico. Todavia, pobre é o homem rico que acredita que doar… só significa perder.”
Ney Paula B.
“Enquanto o homem não compreender a diferença entre desejo x vontade, meta x objetivo e plano x propósito - suas chances de crescimento, principalmente espiritual, são poucas.”
Ney Paula B.
“O grande desafio para o homem é
ter sabedoria para saber viver sem que o Apego, a Paixão e a Volúpia o façam infeliz”
"Se uma mulher, acaso se perceba inferior a um homem, que seja por não desvelar o amor da mesma maneira que ele o revela."
A maior semelhança entre um homem e uma máquina é que ambos tem seu sistema de ações moldados por homens.
O homem mais corajoso é aquele que reconhece seus medos; o homem mais sábio reconhece que a sua sapiência vem dos mais leigos.
A liberdade está expressa no conhecimento. Um homem distante dos livros está próximo de suas correntes.
O homem pode saber muito, porém nunca saberá tudo. O acesso ao conhecimento é amplo, mas limitada é a capacidade da mente humana, que muito depende da soma de conhecimento ao longo dos anos, numa total certeza de que somos dependentes uns dos outros, ao ponto de não existir humano auto-suficiente.
O homem necessariamente, não precisa de credo religioso, mas sim de religião, religar sua decadente vida ao Eterno Pai de toda criação.
Não se trata de integrar-se a uma seita, mas simplesmente, reconhecer que há um intercessor, um mediador, único e suficiente Salvador.
Não se mede o caráter de um homem pelas suas palavras, mas pela manifestação diária de teu proceder no âmago social.
A morte é a maior adversária da soberba, o homem orgulhoso não se conforma com a sucumbência da vida.
O homem pode se diferenciar dos outros em vida, mas quando a morte vem, não há dinheiro que a detém.
O maior adversário do homem é o seu "eu". Lutas diárias e sem armas, mas recheadas com requintes de crueldades.
Já farto de dias, plenamente saciado, ciente de que a vaidade do homem é tentar viver o pequeno lapso temporal com toda intensidade, ante uma eternidade existencial.
