Poema de Tristeza
Vejo no semblante alegre de uma criança, a expectativa do futuro. Vejo no semblante triste do ancião, a saudade do passado.
Quando uma pessoa querida nos mente ficamos triste, não tanto pela mentira em si, mas pela quebra da confiança que é comparada a um cristal que, quando quebra, não mais produz o mesmo som.
Com sentimento de tristeza vejo soçobrar no oceano do esquecimento o barco que conduz a nossa amizade.
No grande palco da Vida, os espetáculos alegres ou tristes, são diários, incessantes. Só terminam quando as luzes da ribalta se apagam por ordem do Criador.
Se a sua viagem é para descansar, não leve peso na bagagem, abandone a tristeza, a raiva, o medo a inveja ou qualquer outro sentimento pesado.
Faça uma catarse em seu peito e libere todo esse sentimento de revolta, tristeza, raiva e ódio e deixando o espaço livre para entrar o sentimento de resignação, compreensão, alegria, amor e verá o quanto a vida ficará mais prazerosa.
Fico triste quando ouço um idoso dizer que gostaria de ter a juventude de outrora com o conhecimento que detém hoje. Deus é perfeito, não cometeu nenhum erro em suas obras. Se o idoso possui limitações físicas para por em prática seu aprendizado. a falta de conhecimento serve de freio à impulsividade do jovem.
É com muita tristeza que que constato que todos os valores que aprendi a cultivar durante a minha vida tais como: disciplina, respeito, humildade e altruísmo, perderam os significados nos tempos atuais.
Ao embarcar numa viagem, coloque no modo avião todos seus sentimentos ruins, tais como: tristeza, raiva, ódio etc... conecte-se com Deus e tenha uma boa viagem.
Triste é quando, depois de muito tempo, percebemos o quanto nosso preconceito nos fez desperdiçar a incrível oportunidade que tivemos de conhecer pessoas maravilhosas.
Eu estou triste até a minha alma, um véu sombrio que me cobre. Em cada esquina do ser, a melancolia ecoa, um lamento que a luz do dia não alcança. Os risos se perdem, os sonhos desvanecem, e só resta o silêncio que grita, um companheiro constante em meu retiro solitário. Ah, como pesa esse céu cinzento em meu coração cansado! Mas ainda assim, sigo, um espectro na névoa, vagando em busca de um sussurro de esperança.
Sinto uma profunda tristeza ao me deparar com pessoas que, o tempo todo, enxergam maldade e falsidade em quem não deveria, mas logo dou um passo a frente e me refaço novamente.
Existem pessoas dignas de pena, e isso é uma coisa muito triste. Quando alguém me olha com pena, sinto que perdem o respeito pela minha história e enxergam apenas a figura fragilizada. Essa “solidariedade” envenena mais do que auxilia, pois revela preconceito velado, acham que minha existência se resume ao sofrimento, e não ao ser humano que ainda resiste.
A dor me faz triste. Cada fibra em mim lateja memórias que nem a medicina apaga. Sou um retrato ambulante de perdas, do movimento, da autonomia, da esperança. E assim… Atristeza brota sem cessar,
como uma secura interna que nenhum afago alcança.
Minha vida… um depósito de excessos inúteis. Tristezas, pensamentos sombrios, compaixão mal direcionada… restos de guerras sem vencedores. Sou um reservatório entupido de emoções tóxicas, incapaz de filtrar o que me faz bem. Cada sorriso forçado… é um disfarce frágil
diante da avalanche de memórias escuras. No fim… essa batalha interna não deixa heróis, apenas sobreviventes… exaustos.
O seu ciúme as vezes me deixa triste, me frusta e me confunde. Em outras vezes, o mesmo ciúme me excita, me envaidece.
Olhando para o fundo daqueles olhos, pude contemplar uma tristeza assoladora, amargurando aquela pessoa, seu olhar abatido e caído esperando quem o consolasse.
