Poema de Paixão
O amor é como uma radiante estrela que ilumina o céu do coração, não existe noite quando o sol da paixão brilha!
O verdadeiro amor faz o mar ficar mais azul, o sol mais dourado e as estrelas do céu brilharem mesmo de dia!
O amor é como plantar uma flor no coração. Com o tempo, muitas flores vão florescer no jardim da paixão!
Assim como Sol que sempre volta brilhar depois da tempestade, assim é o Amor que sempre brilha no Coração com o Sol da Paixão.
O verdadeiro amor da sua vida não entrou pela porta do seu coração, ele já estava dentro dele, esperando que a paixão o despertasse!
Quando Deus Conduz a nossa vida, o sol da felicidade ilumina nosso coração, tendo o amor como a estrela que brilha no céu da paixão!
Se um dia perceber que falta um pedaço do seu coração, foi o amor que roubou, tendo como cúmplice a paixão!
Nunca deixe de regar o seu amor, pois se ele secar, terás que esperar novamente a semente de outra paixão brotar no seu coração!
Não pense que perdeu um amor, pois o amor não se perde, o que perdemos são pessoas que jamais nos amaram de verdade!
Veja onde vai investir seu maior bem, que é oamor guardado no seu coração. Jamais guarde seu amor onde elecorra o risco de ser desvalorizado.
Apaixone-se! Mas apaixone-se muito! Apaixone-se pelo reflexo no espelho, apaixone-se por pequenas coisas, por grandes coisas. Procure paixão. Ache paixão. E logo não precisará mais de um alguém que retribua esse sentimento.
Não importa quantas vezes você diga que não serve pra mim, outras infinitas vezes eu direi que se não for você não será mais ninguém.
Existem alguns amores em uma vida, mas somente um deles é o amor verdadeiro, aquele que insulta todas as dores do corpo trazendo a sensação de calmaria e fascinação. Quando se conquista um sentimento tão profundo, é possível morrer de amor estando plenamente vivo.
Algumas pessoas passam pela nossa vida pra nos ensinar que nem tudo pode ser consertado. E outras chegam devagarinho limpando a bagunça e colocando tudo no seu devido lugar.
Já imaginou nós dois? Domingo, dia nublado, previsão de chuva e um friozinho lá fora. Enrolados num cobertor, comendo pipoca e assistindo filme. Bem clichê.
Beijo no pescoço, que dá um arrepio gostoso de sentir o nariz gelado.
Se você permitir, eu sangro teu nome em cada linha da minha pele. Deixo que a dor vire alívio e o amor, penitência. Porque amar você, nesse estado febril, já não é escolha — é instinto. E instinto não se cura, apenas se obedece.
Transforma meu corpo em relicário do teu toque. Me marca com teus dedos, com tua pressa, com tua ausência depois. Que eu seja cicatriz e não lembrança — algo que dói, mas não se apaga.
Permita-me ser o chão que você pisa com desatenção. Deixe que eu me estilhace sob seus pés, em silêncio, só para ter a honra de sustentar seus passos, mesmo que eles se afastem de mim a cada vez.
Se você quiser, eu me desfaço em névoa e me misturo ao ar que você respira. Eu desejo entrar em seus pulmões e invadir sua corrente sanguínea, para circular em ti, ser parte tua, até que meu nome se torne tua febre e minha ausência, tua doença.
