Poema de Pablo Neruda Crepusculario
"Vivemos em um mundo hipócrita, de porcos capitalistas, onde o dinheiro sempre esta em primeiro lugar; onde alguns tem muito, e ao mesmo tempo, muitos não tem nada."
O que é o amor? Sempre dar significado a algo abstrato e desconhecido. Não seria isso o amor verdadeiro?
Dói-me saber que a lua que agora vejo, também olha prá você inteirinho... Dói-me, não por ser lua, mas porque ela te vê e eu não!
E mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria,
saber que já não sou a mesma de ontem me fez perceber que valeu a pena.
Descobri uma lei sublime, a lei da equivalência das janelas, e estabeleci que o modo de compensar uma janela fechada é abrir outra, a fim de que a moral possa arejar continuamente a consciência.
Este meu ser insignificante mas pleno de significado teve no aluno mais errante o que de melhor há no aprendizado: o amor.
O medo de sofrer deve ser esquecido porque, todos, sem exceção, quando projetam uma ação de vida, fazem antes uma prospecção para analisar as probabilidades e, se após isto falharem, não há o porquê sofrer, pois havia a consciência.
Hoje conheci uma pessoa especial, e pessoas especiais nos fazem alegres. Sentimos que estamos vivos. Isso não é bom, é ótimo!
Eu sempre acreditei em contos de fadas. E sempre sonhei em viver um. E agora, tinha acontecido, mas era o conto de fadas errado.
Hoje sou livre como um pássaro e não me importa que me achem do tamanho de um grão de mostarda, por que plantando, regando, cuidando o pé de mostarda cresce e dá sombra para abrigar o pássaro que sou.
Tente, tente sempre, porque se você não tentar, com certeza sofrerá pela dúvida, mas nunca pela desventura.
Quando alguém conhece a si mesmo está conhecendo a singularidade e não a totalidade do homem. Conhecer a nós mesmos não é a garantia de conhecer os outros.
