Poema de Pablo Neruda Crepusculario
Somos muito pequenos. Como ratos que têm que ir pela vida fazendo buracos, porque não temos nem ideia de outra coisa para fazer.
Quando penso nos meus amigos e familiares que continuam suportando no Brasil uma vida só de pequenos obstáculos e impossibilidades, esmagados sob milhões de probleminhas insignificantes e insolúveis, como que assediados por exércitos inumeráveis de mosquitos de ferro, sinto que não há em todos os olhos do mundo lágrimas suficientes para chorar tamanho desperdício de energia humana, tamanha celebração do insensato e do absurdo.
Sempre ouvimos dizer que não se deve ter vontade de voltar no tempo, de se arrepender de nada que passou. Enfim, de um passado não tão distante, mas que marcou e deixou saudades (e bota saudades nisso). Rimos, brincamos, brigamos, choramos e fomos amigas, crescemos juntas em meio a tantas idas e vindas. Hoje, mais uma vez distantes uma da outra, só nos restou lembrar e desejar que essa amizade do passado continue no presente e no futuro, e que a distância que sempre ousou nos afastar fisicamente, não seja problema! Guardo no coração sua amizade e que seja eterna até depois dessa vida! Que saudade ingrata!
O aborto pode ser combatido mediante a adoção. Quem não quiser as crianças que vão nascer, que as dê a mim. Não rejeitarei uma só delas. Encontrarei uns pais para elas. Ninguém tem o direito de matar um ser humano que vai nascer: nem o pai, nem a mãe, nem o estado, nem o médico. Ninguém. Nunca, jamais, em nenhum caso. Se todo o dinheiro que se gasta para matar fosse gasto em fazer que as pessoas vivessem, todos os seres humanos vivos e os que vêm ao mundo viveriam muito bem e muito felizes. Um país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre uma grande pobreza.
Sim eu conheço meus inimigos, são os professores que me esinaram a lutar contra mim: compromisso, conformação, assimilação, submissão, hipocrisia, brutalidade, a elite... todos são o sonho americano
Quanto ao amor por outra pessoa, sou radical: ou é tudo ou é nada, não aceito migalhas. Ninguém merece ser amado pela metade...
Quer ser feliz? Observe as crianças. Elas não lamentam o passado e não se preocupam com o futuro. Elas simplesmente aproveitam o presente com tudo que ele oferece. Se dói, choram. Se é bom, distribuem gargalhadas contagiantes. Simples assim. Liberam seus sentimentos e vivem.
“Gorjeio é mais bonito do que canto porque nele se inclui a sedução. É quando a pássara está namorada que ele gorjeia.”
Manoel de Barros
A perfeição é atingida não quando não há mais nada a acrescentar, mas quando não há mais nada para tirar.
Que todos os dias quando você acordar receba dos céus a bênção de ter sempre por perto as pessoas que te amam!
A atenção é a substância da identidade humana. Dominá-la segundo uma ordem de prioridades é dominar o destino até o extremo limite das nossas forças. A principal função da mídia é impedir que isso aconteça.
O riso é uma expressão vulgar com que exprimimos a alegria e o bom humor, mas o sorriso é diferente, é a exalação da alma, que nos momentos de calma e tranquilidade vem desabrochar nos lábios.
Aquele que amar apaixonadamente Jesus escondido nas forças que fazem a Terra crescer, a Terra, maternalmente, o levantará em seus braços gigantes, e o fará contemplar a face de Deus.
As crianças ricas brincam nos jardins com seus brinquedos prediletos. E as crianças pobres acompanham as mães a pedirem esmolas pelas ruas. Que desigualdades tragicas e que brincadeira do destino.
Há tanto casal errado e portanto tanta infelicidade no mundo porque pais avarentos ou burros combinam antes bens que caracteres.
