Poema de Mario Quintana Sonhos
A Flor-de-Outubro
floresceu nas mãos,
Quando existe a ânsia
é o sinal de alguma
entrega mesmo que.
digam que não existe
para nós uma regra;
Retirei o eu e você
da poesia que nasceu,
para tornar em nós
em nome do que ainda
nem mesmo aconteceu:
Na minha cabeça
a gente já se envolveu.
(Permito-me assim decretar).
Não educaram o suficiente
os olhares para discernir
o quê realmente pertence
à nossa amada Pátria Natal.
A Era da Inteligência Artificial
anda sussurrando que talvez
seja ou não por premeditação,
corremos os risco iminente
de virem nos "tirar até o chão".
Sei como é uma Lanterneira
e não perdi a minha memória,
se sou de fato poeta ou não,
não deixo perder a História.
Se não reconhecermos
a imagem do que é nosso,
não julgue como coisa de loucos:
não vai demorar muito
para esquecer quem somos.
Floresce outubrina
o amável Cajá-Mirim,
Os frutos que posso
colher este mês
são os teus beijos
reservados para mim,
E tudo aquilo que não
haverá entre nós fim.
Outubro de Jarandéua
em floração,
De amor sublime
no coração,
Nada mais desvia
a atenção,
A sedução embalada
está ganhando
estrada e tornando
a cada dia mais real
a nossa aproximação.
Lagrimas
Eu só choro por não ter motivos pra chorar;
Sequei as lagrimas quando vi que a dor que me faz chorar não é maior que a vontade de continuar;
Porque chorar por alguém que não chorou por você?
Porque chorar por alguém que quis não te querer?
Apenas acredite que tu tens de acreditar;
Que a dor e o desespero não são dignos das lágrimas que caém do seu olhar;
Acredite, tu tens de acreditar;
Que o olho no olhar firme é o símbolo do sonhar;
Lagrima, é um líquido produzido pelas glândulas lacrimais que serve para limpar os olhos, segundo a ciência;
Mais pra mim significa o desespero de alguém que se deicha levar pela sua inocência;
Alguém que chora pelo outro porque abandonou-o movido pela delinquência;
Seque as lagrimas pois quem te fez, te fez a sua imagem e a sua inteligência.
é que ela não me pertence
me judia, não a descrevo
homem nenhum se atreveria
a torná-la a poesia
de amores em mentes outras
não me atrevo
a dá-la tão fácil assim
— nem a você
Sentaria na calçada com você,
para admirar as estrelas.
Mas você não entenderia a língua das estrelas,
e não toleraria ouvir-me te explicar.
Você é o poema que eu nunca escrevi , pois, se acaso ousasse tê-lo escrito não seria tão bonito quanto a ti reli.
As lágrimas expressam profundos sentimentos. Quando me emociono diante de um poema, de uma imagem, de uma situação, meu coração bate mais forte, minh’alma fala pelos olhos e se expressa pelos dedos, ao criar poéticas prosas, românticos contos. A lágrima é uma das expressões do amor incondicional. Quem não lagrimeja ao ouvir "Eu te amo?" Ao ver o dia amanhecer? Ao respirar profundamente com o sol a pino ou ao se enternecer, no magistral anoitecer?
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Infelizmente a infancia não é eterna, mas pode-se imaginar outras vidas em outros morros, cheios de flores e crianças a levitar em asas, com sorrisos a circular o perfume das flores. Refazer, refazendo e partindo para outros lugares. Refazer o eu. Quem sabe seres que renascem?Quem sabe seres que nunca morreram dentro de nós? Quantos vivos por lá passarão? Ora, basta um clique de memória, e tudo girará,girará, girará...
Essa é uma linguagem ampla: a vida é a rota para a morte. Poderá ser interrompida na criação dos sonhos, das fronteiras. O morro tem duplicidade mórfica: é substantivo ou verbo?
"Tu és mesmo assim,a lirica sonhadora da familia,sempre a acreditar no belo das coisas e das pessoas,e eternamente na expectativa que o mundo sofra a tal metamorfose que tu desejas."
"Sei q n sou a melhor filha do mundo ou a filha perfeita,mas sabes Mae,eu tb n acredito mt em coisas perfeitas.Prefiro acreditar em coisas e pessoas boas...pessoas cm tu"
E sabes quando é q tudo começa a ter sentido? Quando me lembro que para começar de novo preciso de mim inteira.
Se cada uma das pessoas que pedissem para as pessoas serem sinceras com elas, também fossem sinceras o mundo seria feito apenas de verdades.
Estou ficando sem ar
Preciso respirar, isso tudo por causa de um sentimento.
Porque?
Porque os sentimentos machucam tanto
Principalmente o amor
Machuca no tão chamado coração, mas porque isso acontece.. será pelo motivo de se apaixonar por alguém ou coisa?
Não sabemos ao certo por que machuca
Só nós machucamos, tem vezes que eu falo que isso está me machucando sem ao menos saber o por que machuca
Por quê? Não sei ao certo, não faço a menor ideia..
O Sentimento de Amar e se apaixonar por alguém ou coisa é maravilhoso, você deveria experimentar
Mesmo se acabar machucado no final
Nunca deixe de amar alguém ou coisa
Amar é essencial do ser humano
Não deixe de fazer isso
Não deixe de ser feliz por um sentimento como esse, por motivo de se machucar, te fazer chorar, te deixar para baixo, tentar a morte
Não deixe esse sentimento atrapalhar a sua vida
Somente viva, mesmo com o amor esteja te machucando,
Não para de amar alguém ou coisa
Simplesmente ame como se não houvesse amanhã.
Uma queda sempre será uma queda!
Muitas vezes você deseja tanto uma coisa que passa a coloca-la acima de outros sonhos. Ai quando você está no lá alto, a ponto de conseguir toca-la, você tropeça e cai de lá de cima. A queda é tão forte que você mal consegue se levantar, não basta ser forte, não basta ter pessoas para te erguer, uma queda sempre será uma queda, se levantar é fácil, difícil é curar os machucados que ficarão; Mais é ai que você se olha caido no chão, você repassa a cena da sua queda muitas vezes para tentar entender o porque de você não ter previsto uma coisa tão ridícula, com tantos sinais, tantos alertas, mesmo você sendo sempre cauteloso você caiu. Então você olha para cima, se levanta e diz pra você mesmo que haverá outros sonhos, outras conquistas e com certeza muitas quedas. Mais se uma coisa você vai aprender, não basta querer, não basta apenas sonhar. Nada se cria sozinho mais evolui e se transforma com o tempo.
Despido, me contemplo
Da coragem que tanto anseio, e que ainda me falta.
No desequilíbrio que me habita, Dentro do meu recinto, dentro do meu peito.
Nos dias em que nem mesmo me reconheço, Deixo-me passar despercebido, para calar meus desejos, E silenciar tudo aquilo que sinto e ainda vejo.
