Poema de Mario Quintana Decendo as Escadas
Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta,
Mas um dia afinal eu toparei comigo...
Se nos deixarmos levar pelos sentimentos, corremos o risco de julgar como nos convém,
ainda que inconscientemente.
Quando estamos em pedaços, nada como o ouvido de um amigo;
quando estamos inteiros, nada como a companhia de uma pessoa agradável.
Nenhum homem é indispensável. Não chore por mim. A única maneira de honrar minha memória é continuar meu trabalho! Exceda-o!
Muitos gastarão a vida toda aprendendo, outros, no meio vão parar de
aprender, mas continuarão gastando, até não ter mais o que viver.
Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida. Se deixares escapar esta oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço como o meu esqueleto. Então, vai apanhá-lo!
Pode ficar irado como um cão raivoso da forma como as coisas acontecem... pode praguejar e amaldiçoar o destino... mas quando chega perto do fim... tem que perdoar.
Liberdade de espírito é o que te faz bem. Às vezes um simples pedaço de poema que se encaixa na sua história.
"As vezes vivemos por anos em um labirinto, nos perguntando onde seria a saída e quando a achariamos. Mas quando finalmente estivermos pronto para encontrar, no fim vai ter algo bom a nós esperar".
Às vezes são precisos dias, meses ou anos para construir uma história de amor, mas para terminar essa história só são precisos alguns segundos.
Quando alguém te deixar triste, lembre-se que também existe alguém que pode te arrancar muitos sorrisos"
Menina tu não fazes a ideia de quanto eu te quero, andar de mãos dadas contigo. Sentir ciúmes do condutor de autocarro. Ti irritar por ter lavado mal os pratos, limpar as lagrimas porque sorriu além da conta. Menina eu quero me habituar às tuas chatices, raivas, nudez rostos dos nossos filhos. Ainda mais quero-te sem te querer longe das minhas mãos e braços ao longo dos anos por vir.
ontem a noite estava a passear com a minha maquina fotográfica na calma noite da cidade. ouvi a alguma distancia uma musica ao tom do calmo vento que fazia e pus-me a pensar na possibilidade do som, a sua velocidade até mim, fotografei tempo e as ondas do som, ficou o momento e o som continuou nas suas ondas, eu continuei a andar. vi duas passarinhas a andarem abraçadas com asas no ar, mas com indícios de já terem habituados ao mundo dos homens, eles ao me virem choraram, por terem sentido os sentimentos. fotografei o choro. alguma coisa daquele momento tinha a ver comigo. ao lavar a foto descobri a mesma doença. sofríamos da doença de saudade e do mal da distancia de casa.
Saudade é uma chateação, chantagem em viagem na razão, meio ferida e quase cicatrizes por sarar no interior e corredor da distância.
