Poema de Mãos

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“Às vezes, as feridas mais profundas não vêm das mãos… mas da boca de quem jurou amar.”

O destino pode quebrar os seus planos, mas ele não tem mãos para tocar na sua alegria, a menos que você as empreste a ele. Rir diante do fracasso não é sinal de loucura, mas de uma inteligência superior que entende que a queda é apenas a terra se aproximando para lhe oferecer um novo ponto de partida. Quem consegue rir de si mesmo na derrota já venceu o mundo.

Eu queria saber antes do começo, que é o fim. As tuas mãos são gélidas, a face horrenda. Despertas a minha compaixão.

Demoramos para perceber que a nossa felicidade não está nas mãos de quem amamos, nem no corpo de quem apreciamos, está antes na sabia maneira como conduzimos a nossa vida pelo mundo.

O fogo nas mãos de um sábio aquece famílias; nas mãos de um tolo, destrói cidades.

Que eu nunca mude; que as minhas mãos sejam sempre estas mãos acolhedoras, acolhedoras, acolhedoras.

⁠É preciso ferir os pés nas pedras do caminho e as mãos nos espinhos da vida, para sabermos quanto custou uma pequena fatia de felicidade.

⁠Não se pode abraçar o mundo com as mãos, mas a mente o traz até você através das viagens, muitas lembranças à memória.

Prefiro ficar ao lado daqueles considerados loucos sem padrão, do que caminhar de mãos dadas com a hipocrisia e falsidade.

Eu aprendi que nem tudo depende de dinheiro quando a vida está nas mãos de Deus. Houve um momento em que meu corpo chegou ao limite, um colapso séptico que quase me levou. E ainda assim, eu voltei. Hoje entendo que Ele moveu o mundo por mim, colocando as pessoas certas no caminho, na hora exata, para uma cirurgia de emergência. Desde então vivo com serenidade, sabendo que não estou sozinha e que, quando parece impossível, Deus ainda está trabalhando.

“No Natal, as pessoas abraçam o presépio com as mãos limpas e o coração sujo: celebram o nascimento do amor enquanto crucificam o próximo em silêncio, embrulhando a própria hipocrisia em papel dourado".

O teu corpo tem o poder do transe perfeito, Lábios que me rendem, Olhos que me seduzem e mãos que me prendem.

Plantei raízes no silêncio ansiando pelo sol da esperança, mas mãos alheias cobriram a terra, impedindo-me de florescer.Meu caule se ergueu trêmulo, buscando o céu em vão, pois a sombra de terceiros pesava mais que minha vontade. E assim sigo, metade semente, metade lembrança do que poderia ser; um destino podado antes do tempo, um sonho que ainda respira sob a terra.

Não me faltou vontade, nem coragem para crescer. Faltou-me apenas o espaço que mãos alheias roubaram. Chamaram de orientação o que era apenas prisão; chamaram de liderança o que não passava de opressão.

O regresso é miragem, um delírio da memória, a farsa de que ainda existe um ontem em nossas mãos.

Aprendi a falar pouco sobre dor, falo mais sobre resultado, minhas mãos contam o resto.⁠

A jornada foi escola de paciência, sei esperar o tempo que o fruto precisa, colho com mãos firmes.

Não busco abrigo, eu o crio, a casa nasceu das minhas mãos, e hoje habito onde antes só soprava o vento.

Minha compaixão brota de ter sofrido, conhecer a dor ensinou a aliviar, dou mãos onde precisei delas

Fui moldado pela dor e lapidado pela paciência. Cada sofrimento foi um cinzel nas mãos do tempo, esculpindo em mim a consciência de que nada é em vão. A dor me rasgou, mas também me abriu para o divino que habita no silêncio. A paciência, essa artesã invisível, me ensinou que o amadurecimento não é pressa, é entrega. Hoje entendo que fui forjado não para ser perfeito, mas para compreender a beleza do processo, o sagrado que existe em suportar e florescer, mesmo em meio ao fogo.