Poema de Feliz Aniversario Fabricio Carpinejar

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Para quem não tem juízo os maiores bens da vida convertem-se em gravíssimos males.

Nunca perdemos de vista o nosso interesse, ainda mesmo quando nos inculcamos desinteressados.

Onde os homens se persuadem que os governos os devem fazer felizes, e não eles a si próprios, não há governo que os possa contentar nem agradar-lhes.

Eis a natureza que te convida e te ama; mergulha no seu seio que ela constantemente te oferece.

Capitulamos quase sempre com os nossos males, quando os não podemos evitar ou remover.

Um grande crime glorificado ocasiona e justifica todos os outros crimes e atentados subsequentes.

As verdades mais triviais parecem novas quando se enunciam por um modo mais elegante e desusado.

O tempo pretérito se torna presente pela memória, e o futuro pela nossa imaginação.

Os velhos erram muitas vezes por demasiadamente prudentes, os moços quase sempre por temerários.

Os grandes homens, ao ensinarem os fracos a raciocinar, colocaram-nos sobre a estrada do erro.

Como o espaço compreende todos os corpos, a ambição abrange todas as paixões.

Os velhos caluniam o tempo presente atribuindo-lhes os males de que padecem, consequências do passado.

O desejo da glória literária é de todas as ambições a mais inocente, sem ser todavia a menos laboriosa.

Os grandes estados devem dispensar as alianças e os pequenos não devem contar com elas.

Quando os prazeres nos esgotaram, julgamos haver esgotado os prazeres; e então dizemos que nada pode saciar o coração do homem.

Em diversas épocas da nossa vida somos tão diversos de nós mesmos como dos outros homens.

Quando o despotismo está nas leis, a liberdade encontra-se nos costumes, e vice-versa.

Não há homem que não deseje ser absoluto, aborrecendo cordialmente o absolutismo em todos os outros.

A opinião da nossa importância nos é tão funesta como vantajosa e segura a desconfiança de nós mesmos.

Tudo é grande no templo do favor exceto as portas, que são tão baixas, que por elas apenas se pode entrar de rastos.