Poema de Feliz Aniversario Fabricio Carpinejar
Eu ouviria as mais BELAS palavras,
sentiria os mais APERTADOS abraços
e dançaria as mais BELAS músicas
AO TEU LADO
Cantaria as canções mais PROFUNDAS,
nadaria nas águas mais FUNDAS
e receberia as piores notícia
DE SEUS LINDOS LÁBIOS
Você criou uma BELA eternidade,
em nossos dias NUMERADOS.
Eu amo,
Eu amo tu, eu amo ela,
Amo sem ver, amor verdadeiro,
Eu também me amo,
Amor magistral,
Isto é,
Amor incondicional.
Solitude é saudável
Faz bem para o coração
Isolar-se, voluntário
Bom pra ter reflexão
Estar só por um momento
No traz enriquecimento
Não é nunca solidão.
Muita gente vem dizer
Que esse ano foi perdido
Que não teve um prazer
Nesse tempo tão sofrido
Mas há muito a se fazer
Então quero agradecer
Por mais um ano vivido
Cada novo amanhecer
É um convite a renascer
Crescer, mudar, melhorar
Caminhar com fé, viver
Céu azul de novidades
Mar de possibilidades
Só fazer acontecer
Esse parque de Ubajara
No Estado do Ceará
Tem caverna e cachoeira
Lugar lindo pra se amar
Na trilha ou no mirante
É beleza a todo instante
Como não se apaixonar?
O Natal do meu Nordeste
Não tem neve, mas tem sino
Não tem gelo, mas tem fé
O jantar é gordo ou fino
Pode até não ter presente
Mas não sai da nossa mente
O nascer de Deus Menino
Pássaros no céu,
Continuamente voando sobre as flores,
Descartando qualquer sentido de suas ações,
Abaixo se via as flores,
Belas e floridas, ricas de pólen, prontas para serem recolhidas.
Entretanto nenhuma abelha vinha...
O céu se fechou,
Trazendo consigo uma forte tempestade,
Os pássaros como de costume se escondiam em algum lugar bem longe, mas as flores ricas de pólen apenas recebiam o frio abraço da dor,
Sem escapatória, sem esperança,
Elas apenas morriam.
Quando o dia florou novamente do Horizonte,
As flores morrendo apenas viam os pássaros voando no céu.
Página Virada
O tempo é veloz
É folha de outono amassada
É saudade num retrós
Fazendo da alma amarrotada
Ah! Poema de nostalgia
Com rimas em preto e branco
Que dói no peito sem serventia
O fado com crueldade e tão franco
Sim, quer me enganar com ilusão
Escondendo a vil realidade
Do poeta que fantasia a emoção
Bordando sonhos e felicidade
Nada sobrevive sem quimera
Nem tão pouco o amado ou amada
São flores sem validade na primavera
Oh! Tempo. Na desilusão, página virada...
(Não se pode ao sentimento esconder,
o meu amor não existe sem você)
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
03/01/2015, 22’18” - Cerrado goiano
Fantasmas do passado
Às vezes parece que o passado está voltando para nos assombrar no presente, é como um longo fio preso em você,mesmo depois de tanto tempo, você percebe que aquele fio ainda existe e te puxa de volta, e você revive tudo aquilo que já viveu, medos, lágrimas e traumas.
Chega o momento em que você precisa saber como enfrentar os mesmos fantasmas de antes.
Reflexões sobre o ocaso III
O que dirão os futuros vermes
Que hão de comer minha matéria?
O que dirão a respeito do que lhes espera?
Ficarão satisfeitos com tanta podridão?
Eu estou longe de ser imaculado.
Reflexões sobre o ocaso IV
O que me sobra
Ao fim da caminhada?
Um punhado de terra
E ser comida de bactérias.
Reflexões sobre o ocaso V
A sensação de chegar ao topo
É desanimadora.
Cheguei até aqui para nada?
Qual é a minha recompensa?
Eu não sou o vencedor?
"Melodia ressoa
A mente se abre
E o pensar, longe voa
Não mais gravitacional
Ansiando por algo mais, além da beira
E quando olhar pra trás, nessa jornada passageira
Quisera ter o rastro deixado
Pela cabine de si ter pilotado
Na própria vivência. Não na sombra do que quebra"
Wesley Poison - Ar[Riscado]
"E quando mais nada sobrar
Potencializaria a equação do verbo amar?
No acabar
No após
E durante
Cada pegada escaldante
Mesmo que pareça fora de alcance
A miragem de real nuance"
Wesley Poison - Cor[Ação]
Ou marcella pq vc és tão bela,
Tornou minha vida doce e singela.
Quando eu te vi na primeira vez acelerou-se meu coração,
Quando eu te dei o primeiro beijo aí é q ele foi a milhão.
Dedicado 100% ao amor da minha vida, marcella... Te amo
Canais
Canais são pequenos caminhos de vida
Eles levam e trazem as marés
E depositam nossos sonhos nos rios
Eles são como veias distribuídas
Por todo o corpo desta cidade
Que embora intensa, moderna,
Urbanizada (e civilizada),
Ainda se conecta de muitas formas
Com a natureza,
Com os rios e com seus cursos.
Canais são isso; conexões com o fluxo do
Tâmisa, pequenos fragmentos de uma
Imensidão sem fim, a desaguar no mar.
Também somos canais.
Pequenos fragmentos
Fôlegos de vida levando o que deve ficar
Para trás e trazendo esperanças
Somos canais de amor.
Precisamos desaguar
Este afeto, este desejo de mudança
Para o mundo neste imenso rio
Que flui sob as nuvens de anseios
Aguardando por desaguarem abraços e choverem reencontros.
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