Poemas sobre Dor
As pessoas dizem o tempo todo o que devemos fazer ,que devemos esquecer que é tolice nossa sofrer por alguém que não está nem aí pra gente,mais esquecem que se fosse tão fácil assim não precisaríamos se curar e esse processo demora,antes disso doi, você sente um vazio, a sua alto estima fica lá embaixo,parece que falta algo dentro de você e a cada coisa que você vê dói mais ainda uma dor inexplicável que não desejo a ninguém..Não sou boa com cicatrizes tudo ainda dói bastante em mim,parece que parte de mim se desmorona e o nó na garganta o choro é inevitável...Amar demais dói.
eu não sei o que fazer...parece uma piada mais tudo começou depois de você, não sei se foi eu que te fiz mal, nem se foi você que me fez doer, eu só sei que depois de tanto tempo nisso, eu não sei como prosseguir.
Quando a pessoa chora não significa que ela tem muitas lágrimas dentro da sua alma, mas diante de algumas situações somos forçados a fazer elas caírem como forma de se aliviar.
Cabem a nós, somente, o empenho e a capacidade de reconhecermos nossas próprias necessidades, fraquezas, defeitos e qualidades. É na nossa capacidade de resiliência que entendemos acerca da importância de buscarmos a compreensão e o aprendizado que teremos em cada etapa de nossas vidas. A priore, somos seres mutáveis, nos acomodando às circunstâncias por medo, por proteção, pois, sabemos que é impossível sair ilesos nos processos de metamorfose que a vida às vezes nos obriga a passar. Trata-se da “dor insuportável da mudança”, poucos se submetem a ela, por não terem coragem de enfrentá-la, ficando presos às suas “celas particulares”. Por outro lado, é libertador ver suas próprias asas nascendo, isso confunde-nos e nos faz pensar qual “Ícaro”, que temos total liberdade para voarmos próximo ao sol. Triste ilusão, pois, somos seres frágeis, incapazes de quase tudo, principalmente de alcançarmos por nós mesmos, a nossa própria felicidade. Falsa liberdade, é aquela sem Deus, causa-nos a “dor da queimadura do sol” e a triste sensação que nossos próprios insanos ímpetos nos causam. Não fujamos da metamorfose, ela é sim libertadora, porém, reconheçamos nossos limites, até onde podemos ir, e a partir de onde, devemos simplesmente descansar e nos deixar ser levados pelos braços do pai.
A tristeza não é boa para nós, mas sempre estará nos acompanhando em algumas ou muitas ocasiões da vida. Queira eu ou não, ora ou outra ela aparecerá, daí entrará em cena a maturidade que adquirimos para lhe dá com ela. Ou seja, canalizar a tristeza para trabalhar em meu favor.
Quando já sabemos o que fazer e não fazemos, ou o que não fazer, e fazemos, isso indica apenas que não queremos. ‘Ah mas é porque eu não consigo’. Esse é o ponto: sem uma honesta, legítima e firme vontade, ninguém consegue. Daí a inutilidade de alguém entregar receitas de bolo prontas sobre o que fazer ou o que não fazer, se não estamos dispostos de verdade. Pior ainda se vermos a coisa como ‘obrigação’, e não como ‘movimento inteligente a nosso favor’. Será melhor então ignorar o que temos que fazer e o que temos que evitar, e deixar se manifestarem as consequências dessa negligência, que terão seu preço. Aí sim, quando pagarmos o preço, e doer no ‘bolso da alma’, o aprendizado se engendrará profundamente em nós, e dessa maneira sim passaremos a valorizar (porque passaremos a querer valorizar profundamente) futuros sinais do que é mais auspicioso fazer, e do que é mais auspicioso evitar. E só então enxergaremos como aqueles movimentos são de fato uma manifestação de inteligência, e não os veremos como imposição ao nosso ego.
A doença que cresce e vai devastando o ser humano por toda a vida é a principal responsável pela busca da imortalidade a ser alcançada pela obra de arte construída em independência da dor inafiançável e da exclusão educada do artista pelos companheiros e pelos pares.
Todo o mal que alguém praticar, será cobrado mais adiante. Para alguns, em pouco tempo; para outros, em vidas futuras. Mas nada fica de fora dessa conta. Nem quando surge algum pseudo iluminado afirmando que podemos dissolver carmas. Seria justo que uma pessoa devastasse sua vida e, contraindo um carma pesado com esse ato, fosse lá depois e dissolvesse esse carma? Naturalmente que não. As leis divinas não são passíveis de operações ridículas como essas. Se virou ‘dívida carmica’, não se dissolve: se paga. O lado educativo dessa questão é que o carma, quando vira dívida, pode ser pago com dor ou com amor. Com dor, é a necessidade de suportar o tranco que vier. Com amor, é a disposição de mudar de verdade e profundamente os comportamentos enraizados que levaram a pessoa a cometer a infração da lei cósmica, fazendo-a ter a oportunidade de repetir o erro, e escolher não fazê-lo.
Não adote a postura de fazer algo recorrentemente por alguém, se isso significar que esteja fazendo contra você, contra sua paz, seu equilíbrio, suas convicções e anseios mais nobres. Pior ainda se neste cenário você considerar que esteja fazendo algo no seu limite, e o outro pensar que ainda é pouco. O resultado, por norma, tende a ser dor e sofrimento.
Quando você gosta de alguém, e este alguém te rejeita... dói muito, não é? Mas veja só, um dia este alguém estará precisando de alguém que lhe tenha afeto de verdade, e neste momento lembrará de você. E você? Bem, você deve está plenamente disposto a lhe dar atenção, até afeto se ainda for possível. Se não, seja gentil pelo menos. Pois a dor que sente, não deve ser desejada a ninguém. Seja uma alma linda sempre. Causar dor ao próximo, nunca te fará bem. Pelo contrário, te fará um ser amargo, que estará magoando principalmente, a si mesmo.
Muitas de nossas cicatrizes somem para sempre, mas algumas permanecem mesmo depois de sumirem, pois estas foram marcadas também em nossa Alma.
Algumas cicatrizes do corpo às podemos ver e não mais doerem, mas as cicatrizes da Alma, mesmo que invisíveis, podem doer muito.
Razões pra não desejar a vida e coragem pra não querer morrer; eis a definição do sofrimento que dilacera a existência humana.
A paciência é um estado que precisamos exercitar em muitas ocasiões. Quem é paciente enfrenta os piores momentos sem desesperos. “Antes de dar a dor, Deus dá a paciência”, diz o ditado acertado de Santa Teresa de Ávila.
"Tudo vai ficar bem" — ele disse a si mesmo. Mas no fundo de toda aquela erupção esperançosa, havia sim um núcleo de dor. Acreditar que a lava era feita de esperança fazia com que a dor diminuísse.
