Poema de Despedida de Amor

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⁠La Agenda Roja - Sofia Lundberg

Foram todos esses livros fantásticos os que me ensinaram muitas coisas sobre a vida e o mundo.

O amor sempre encontra caminho sempre que está destinado a acontecer.
Todo mundo tem um amor que nunca esquece (...) Alguém que se meteu e ali ficou.

Não há nada tão perfeito como o amor perdido.
Não será mais que tua alma.

O amor não entende de gênero(...) E não é o gênero que importa tampouco deveriam fazê-lo as pessoas.

O sol é o suficiente para iluminar teus dias, a chuva o suficiente para que aprecies o sol.

A alegria para fortalecer tua alma.E a dor é suficiente para que aprecie os pequenos momentos de felicidade e os encontros são suficientes para que possa dizer adeus de vez em quando.

Inserida por lucijordan

⁠Vai embora

A porta está aberta, pode sair, eu te deixo ir, vai, leva tudo, deixa só o que eu preciso pra continuar...

A porta tá aberta, pode ir, vai e leva as horas de conversas arquivadas aqui...

A porta está aberta, vai embora, tô te liberando, me libertando...

A porta está aberta, só vai sem olhar para trás, eu não quero mais, apesar de te querer...

Inserida por AnayaG

⁠Fui condenada por Matar.

Esta feito. Terminado .

Sempre achei que os finais eram rápidos, um golpe certeiro no peito e pronto, acabou, mas acabou para quem se esse pode ser apenas o início do termino, quanto tempo leva eu também não sei, mas ele se inicia com uma decisão.
Eu fui condenada por matar, mas antes escolhi morrer, desaparecer aos poucos, a medida que a força acabava meus labios sorriam, estava mais perto da morte o quanto podia, a dor da alma se aliviava enquanto a pele sofria, esquecer a própria história, deixar-se apagar as próprias conquistas, viver o outro enquanto de si próprio esquecia, uma alusão a realidade, ver por outros olhos o quão lindo esta o dia, estar perto, tão perto que já me sentia dentro , ofuscada pelas asas que protegem e não te deixam ver , surda pelo barulho que ensurdece e não te permite ouvir , calada pelo incômodo de existir.
Algo vai te olhando e observando , até que uma voz te sussura de perto " você tem mais uma escolha" , desta vez quando tive que escolher entre matar ou morrer , escolhi matar , matei para me manter viva, foi em legitma defesa, mas será que o juiz acredita?.
Comecei sufocando aquela voz que ainda dizia que amava, adentrei profundamente as lembranças que machucaram, deixei suas feridas expostas e fui envenenando diariamente os sentimentos , abri a janela do meu Eu , o sol entrou e eliminou a escuridão, consegui ver o que me apodrecia.
Após longos dias , percebi a casa interna mais limpa e bonita , porém estou condenada , precisei arcar com o alto preço, minha condenação não é a prisão cheia de grades, mas viver a realidade com o peso das escolhas que fiz.
Dariamente mato as lembranças de algumas histórias , porém já não sei o que foi verdade e o que mente cria.

Inserida por rosariosaraiva

MEMÓRIAS
Tiro estas memórias de uma gaveta
memórias estas que me atormentam.
Posso limpar a gaveta?
Mudar a ordem do que me atormenta?
Encontrar nova ordem para as arrumar?

Deitá-las ao lixo, uma opção
rasgá-las, uma boa razão
Mas será que vão para sempre?
Nunca terei a certeza.
Talvez o melhor seja,
olhar de novo para elas,
tentar dar-lhes outra solução.

Vou limpar a gaveta,
dar-lhe alguma beleza.
Tirar o pó que a contamina,
dar-lhe uma certa leveza.

O que fazer às memórias?
Não tenho previsão,
mas vou confiar na vida,
e tratá-las com o coração.

Tanto mal, talvez não me fizeram
pois se aqui escrevo, sobrevivi.
Por mais que isso me custe,
(vou ter que admitir),
fazem parte da minha vida,
com elas, também cresci.

Aceito a nova decisão,
sobre a forma como as vou tratar.

Entranho-as nestas páginas,
agora com uma nova visão,
de que, para crescermos na vida,
é também preciso, sentir a desilusão.

Bem arrumadas na gaveta,
já sem o pó que as contamina,
fico mais leve,consciente.
São apenas alguns momentos,
alguns instantes da minha vida.

Inserida por FilipaGalante

NOVO CAMINHO

Saudades, disse-me.
A vida é assim.

Sem querer somos abençoados, com uma dança na rua. Um estranho que nos toma e nos leva por sua mão ...
Não há poesia, mas há magia. E assim as
saudades vão.

Simples sentimentos, parte das opções que fazemos na vida, dos novos caminhos que escolhemos percorrer.

Saudades, disse-me.

Também já as tive e usei-as para pensar honestamente, sobre quem sou e o que ando por aqui a fazer.

Que não me tome por vulgar passado, nem tão pouco esquizofrênico presente.
Dei o melhor de mim, até de "mins" que desconhecia.
Mas quando o caminho escolhido é outro, por favor, que me deixe seguir no meu.
Gosto de te ver, disse-me.
Mas teus olhos a mim já não são foco de luz.
O meu caminho está feito. Gosto de mim e respeito-me.
Enfrentei os meus “fantasmas” pois, quem não enfrenta os seus, dificilmente se encontra. Saltita entre soluções desenfreadas, por caminhos de sol ateu, para tentar descobrir uma essência num percurso de vida que é apenas seu.
Deixei que a dor me consumisse até que me faltasse o ar e que todas as lágrimas de tristeza e mágoa criassem um lago chamado passado. Um passado que deixei para trás, longe da felicidade que merecemos viver e do amor que merecemos receber.
Às vezes temos tudo nas mãos e por incapacidade, deitamos tudo a perder. Não há culpas nem culpados. Apenas caminhos a percorrer.
Quando os meus olhos se encontram com os teus e me confronto com a minha própria ilusão, cresço por dentro e desafio-me, a manter um sentimento de amor digno, integro e incondicional e que não sirva de alimento a qualquer vazio que ainda exista dentro de mim. Talvez por isso, agora não te queira eu ver.

Felicidade só se pode desejar, a quem escolhe exacerbada realidade, de densa energia satisfatória acompanhada de uma verdade tão igual, a sua própria ilusão.

Inserida por FilipaGalante

⁠Nunca mais verei teu rosto, teus olhos brilhantes,
A vida nos levou por caminhos distantes,
E nesta solidão meu peito chora e lamenta,
Pois sei que é para sempre o adeus que me atormenta.

Inserida por verdadeiramente

Gaiola

Por ventura um pássaro sentiria saudade da própria gaiola? A que ponto somos presos e oprimidos pela falta que sentimos, por alguém que não volta mais! Saudade é um aperto no coração tão descontente como se uma parte de nós estivesse presa e querendo voar.

Anndré.M

Inserida por anndre_mendanha

DOIS MINUTOS PRA VOCE DESPEDIR DA SUA MAE
Acho importante homenagear sua mãe, mas procure faze-lo todos os dias e não somente no segundo domingo do mês de maio.....Os dias vão passando e voce nem percebe e não valoriza o tempo de estar ao seu lado dela......Talvez o dia que voce queira ver pode ser que seja tarde, talvez voce vai escutar apenas: so mais dois minutos pra voce despedir da sua mae.......Ali, fria, numa maca ou num caixão, não vai adiantar dizer me perdoa mae, eu errei...eu te amo .....to com saudades, JÁ SERA TARDE DEMAIS......
Louvo a DEUS por minha mae estar viva e me emociono com aqueles que não tem aquela guerreira ao seu lado.....Se voce tem, valorize......Se tiver dinheiro invista e tendo ou não dinheiro, invista emocionalmente, não custa nada......ligue todo dia pra dizer que a ama, tire alguns minutos do seu dia pra escuta-la......Talvez hoje voce tenha nojo de falar com sua mae, mas vai chegar o dia em que voce vai dar a sua vida so pra ouvir ela dizer: oi filho, oi filha..........
Onde voce estiver, procure sua mae, converse com ela, saia de mãos dadas, dê atenção........E se voce acha que sua mae fez algo que voce não gostou, perdoe, lembra quantas vezes voce errou e mesmo assim ela te amou?
E parabens para todas as maes, que em muitos casos, além de mãe, foi pai tambem

Inserida por wandersonferreira

⁠Gratidão, Fevereiro !

Hoje nos despedimos de fevereiro com o coração cheio de gratidão.

Cada dia trouxe aprendizados, desafios superados e momentos especiais. Que possamos levar conosco as boas lembranças e os ensinamentos que este mês nos proporcionou.

Obrigado, fevereiro, por cada oportunidade de crescimento! E que março chegue trazendo ainda mais luz

Gratidão pelo que foi, esperança pelo que virá!

Inserida por iran_amador

⁠Despedi-me de ti, mas não de mim. Despedi-me do que fomos, mas não do que sou. Despedi-me do teu abraço, mas não do meu calor. Despedi-me do teu olhar, mas não da minha luz. Despedi-me do teu sorriso, mas não da minha alegria.

Despedi-me de ti, mas não da vida. Despedi-me do que passou, mas não do que virá. Despedi-me do teu beijo, mas não do meu desejo. Despedi-me do teu corpo, mas não da minha pele. Despedi-me do teu amor, mas não do meu amor-próprio.

Inserida por verdadeiramente

E eu? Continuo aqui olhando suas fotos, nossas fotos, lendo e relendo cartas e tudo aqui que mais ligava a você. Músicas, filmes, frases e tudo que um dia nos uniu. Por mais que o tempo passe e eu diga que não, ainda existe dentro de mim cada história, cada momento nosso. É difícil lutar todos os dias contra um sentimento que vence sempre. Eu queria deixar para lá, esquecer e viver como se nunca tivesse existido, mas existiu, marcou e não posso me negar a isso. Dói, dói todos os dias e principalmente naqueles que fico aqui simplesmente remoendo minha saudade de te ver, abraçar e sentir teu cheiro. Por favor, me perdoe o momento de nostalgia, mas para mim só não morreu ainda, está vivo aqui dentro, persistindo em vencer essa tua frieza um dia.

Não sou poeta, longe disso...apenas escrevo o que não fui capaz de dizer olhando em seus olhos.

Saudade
O meu coração te grita, mas o seu orgulho te surda, eu lhe envio cartas soletrando um "eu te amo", mas sua vaidade lhe cega, eu quero um abraço seu, mas sou recebida unicamente pela saudade. Eu não desisti, apenas cansei de amar alguém que não anda de mãos dadas com a reciprocidade!

O tempo é implacável e as mudanças acontecem repentinamente, deixam marcas, histórias... Deixam lembranças. Aproveite cada segundo, pois o abraço afrouxa, o sorriso se desfaz e as lembranças mínguam.

Sinto como se levasse embora uma parte de mim, mas pensando bem, talvez ela não seja mais minha...

Sabe minha pequena, a vida precisa seguir mesmo que alguns ciclos não sejam fechados. Não quer dizer que teve pouca importância e muito menos que não se teve sentimento. É necessário seguir, pois muitos desses ciclos são completos somente com acontecimentos posteriores a eles. Talvez os anos a mais que você me amadureceram e fizeram com que eu saiba esperar e, com toda certeza, esta é uma das piores coisas. Esperar sem ter certeza alguma do que vai ou pode acontecer, sem imaginar as reviravoltas, as novas páginas que nossa história escreve dia a dia.
Há anos também vivo presa, de alguma forma, à você. Sentimento não se explica, apenas se deixa sentir mesmo. Não queria ser esse tal motivo da sua aflição, essa pessoa que tão distante, ainda assim consegue mexer contigo. Mas sei que é involuntário, porque você me causa o mesmo, existe reciprocidade em cada pontada no estômago, em cada saudade.

Quantos dias faltam?

Para o sangue pulsar;
O ar em meu peito faltar;
Minhas mãos trêmulas, suar...

Quantos dias faltam?
Pouco importa, esse dia há de chegar;
As lágrimas secarão;
Quando depararme com a imensidão;
D'estes olhos da cor do mar;

Quantos dias faltam?
Até lá, vez ou outra, num de repente distraído;
Sua imagem e seu cheiro se fará presente;
E meu juizo é quase consumido;

Quantos dias faltam?
Pouco importa, esse é meu instinto;
Fechar os olhos e te ver num dia lindo;
Quando a contagem cessar e esse dia chegar;
Segurando sua mão, ao seu lado por todos os dias quero estar.

Uma lágrima...


Invento entre nós uma ponte
Que vai de meu coração ao seu
Feita dos carinhos por ti esquecidos
Mas que juntos passamos: você e eu


Não foram dias e nem meses, mas anos
Sorrimos, choramos, brincamos, amamos
Me coube a seriedade de ser varão
E a ti, ser a flor, maternal paixão


Deixaste, em algum momento
Toda dor que reside na saudade
Dentre tantas, saber que em nosso lar
Eras eterna, terna em pureza, meu alento


E na falta desse encontro diário
Finda-me a festa de saldar sua presença
Sua sensível beleza de ser fortemente frágil
De ser luz, essência, minha querença

Ouviu certa vez, de um grande sábio que ela não lembra o nome, que a liberdade dela assustava. Mas e daí? Que gente medrosa!

No fundo ela acredita no amor.

Acredita que qualquer dia, em uma esquina qualquer ela encontrará alguém que não lhe roube a liberdade, que não lhe peça para ser aquela garota perfeita e sem loucuras contidas, que não exija que ela gargalhe sem barulho algum – que sem graça -, ou que ela não fale alto em meio a aquelas pessoas desconhecidas, muito menos que lhe peça para ser mais discreta na forma de se vestir, que a deixe ser o que é.

Ela acredita que qualquer dia ela esbarrará em alguém que lhe diga o quanto ela é perfeita com aquela coleção quilométrica de defeitos.

Lembro de tentar não olhar mais na direção dela, mas era inevitável.
A camisa branca folgada contrastava com as tatuagens evidentes e a calça preta. As pernas dobradas em posição de índio e o copo de café tamborilando entre os dedos.
Aquele sorriso tímido... Aqueles olhos que sorriam. Não conseguia distinguir quem estava sorrindo mais... Eu ou ela. Não por haver algo engraçado no momento, mas Lembro de tentar não olhar mais na direção dela, mas era inevitável.
A camisa branca folgada contrastava com as tatuagens evidentes e a calça preta. As pernas dobradas em posição de índio e o copo de café tamborilando entre os dedos.
Aquele sorriso tímido... Aqueles olhos que sorriam. Não conseguia distinguir quem estava sorrindo mais... Eu ou ela. Não por haver algo engraçado no momento, mas ela simplesmente continha o poder de iluminar e incendiar tudo só com aquele sorriso.
Aquela havia sido apenas a primeira vez.
A primeira vez em que eu via a garota de olhos sonhadores e espírito incorformado.
Os cabelos pendiam sobre os olhos e o jeito como ela os sacudia para trás só me deixava mais hipnotizada.
Eu estava em choque.
Devia estar ridícula, mas nada mais naquele local me importaria. Eu estava ao lado dela.
A menina que havia tirado meu sono diversas vezes antes mesmo de eu saber o seu nome.
Dona do toque mais eletrizante e do cabelo... Ah... Aquele cabelo... Mais que qualquer um.
Lembro dela não cheirar a perfume, lembro do teu cheiro... Daquela pele quente... Da vontade que senti em parmanecer no abraço desde o primeiro instante.
Eu lembro de cada detalhe de quando você chegou e como a história me fez pirar, mas agora que se foi... O que contar?