Poema de Desejo
Eu desejo uma coisa e não posso ter , eu quero aquilo mas não posso fazer isso , isso é o amor proibido.
Eu desejo a todos que me desejam mal o melhor que a vida possa oferecer. Acredito que o Universo nos devolve o que desejamos aos outros.
Desejo-lhe que no jardim da sua vida germine flores de esperanças.Que tenha o discernimento e humildade para cuidar da árvore da harmonia e muitas almas reverdecer.
As águas que desaguam dos teus olhos, os conflitos possam varrer. Que a paz permeie seus passos, o amor s faça prevalece.
Você me deseja tudo de ruim mais eu já não pelo ocontrario desejo ate a ultima felicidade do mundo para eu viver por uma vez em paz ...
Os olhos ardidos de sono avistam o movimento percorrido pelo vento matinal. Tenho desejo de cama diz o corpo, de coberta, de ser coberto por sua cálida pele.
Sigo sinuoso e veloz. Desejo muito ver os teus olhos de perto se você deixar, vai, tira os óculos. Por vezes sinto-me torto, isto é estranho. Tenho pausas constantemente. O tempo ajuda-me a entender um pouco os atravessamentos que sofre o corpo. As vezes me calo quando quero te dizer alguma coisa. Não costumo calar. É "tempo de pipa". Existe uma canção com este título. Lembra das mãos? Ei, você não pode esquecer. Meus olhos estão fechados, minha garganta seca, meus pés na cabeça... Vixe! alguém caiu depois de tropeçar no beija-flor. A chuva quando desce do céu pela manhã é transparente - sinto-me invisível. Invento muito sobre nós dois, sobre o castor e a tartaruga. Ouvi falar que as tartarugas duram muito tempo. Tenho medo do tempo - ouço o piscar dos teus olhos. O tempo ajuda-me a entender os atravessamentos que sofre o corpo. Ops! acho que já mencionei isto. Antes de dormir penso em lugares fora de todos os lugares - estou contigo neles. Acho que devaneio quase sempre. Cadê a nuvem? Poxa! acho que alguém a bebeu.
Desejo cantar nos teus ouvidos a canção produzida pelos pássaros matinais. Desejo falecer nos teus braços olhando-te profundamente nos olhos até minha alma ser arrancada de junto de ti. Invadir o teu corpo é o meu desejo último, assim como a faca rasga as vísceras de um corpo.
O gosto da liberdade inflama o desejo de voar feito as águias que voam alto.Ao contrário, as galinhas não poderão voar. Assim ao longo do tempo renovar as asas e buscar nova vida.
Desejo nos seus lábios nos meus mais uma vez. Quero sentir sua barba por fazer arranhar meu rosto como sempre faz. Buscando com ânsia minha língua delicada. Quero de novo poder saborear o gosto da sua saliva que trocamos quando nossas línguas se entregam a uma louca dança sugestiva... Então venha e me beije mais uma vez... queria sentir de novo o gosto do seu beijo.
Somos seres desejantes à deriva. E não há limites para a imaginação e as articulações do desejo humano.
Josué Morais.
Tudo fica guardado: o relâmpago, a fome, o sonho e mesmo o desejo escondido. Tudo fica guardado até que o corpo os liberte em cor, canto ou palavra.
Sou enfático no que falo, não ligo para quem é indiferente comigo, só desejo boa sorte, não estou aqui para agradar ninguém, não sou máscara da hipocrisia.
''Sois feito de sangue, vontade e desejo. Desejo que cega o ego e o elo suicida dos fracos... Fracos que se cansam de poucas vitórias e incontáveis derrotas.''
Tudo tão simples, tão concreto que desejo a vontade de ser pleno e juntar duas partes, ser completo, e esquecer que sou pouco e tão pequeno.
Aos caminhos que com desejo me tentam digo lhes: iluminai-vos pois, antes que a solidão se consolide
Sem regras, sem dogmas, sem ortodoxias, sem promessas... Apenas o desejo de conhecer a vida concreta (por vezes tão incerta), com intensidade de escuta, com calor, com atenção incisiva, com delicadeza extrema, cheia de respeito.
Teu nervosismo ao meu encontrar mostra teu desejo por mim tens vergonha de falar comigo mas não sabes que quando te vejo sinto meu peito arder como nunca senti antes quisera eu que você soubesse o bem que me faz...
Tive um desejo de poder me realizar, me faltou coragem, então chorei, sonhei com as estrelas e desejei tacá-las, minhas mãos eram de algodão e no seu calor rendera no entanto a queimá-las, então num pranto pus-me desejar meio as marejadas lágrimas; dum, porém pude por final no flagelar-me apagá-las...
