Poema de Apaixonado e Amantes

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A TARTARUGA TUNGA
ENSAIO POÉTICO.


Infantil.


Poema De Félix di Láscio


A Tartaruga Tunga,
Devagar
no seu mundo.
Nem olhou por céu,
Tirou de mansinho ,
Nem contou os segundos.


Tunga, Runga, Lunga ,
Lunga, Runga ,Tunga...


Lá vem ela,
Mastigando os dentes,
Deu para perceber ,
O seu ar,
De contente!
Lá vem ela ,


Tunga, tunga,tunga,
Tunga, tunga , tunga...


Nas pressas ,ela esqueceu
a sua Sunga.


Tunga, Runga, Lunga,
Lunga, Runga, Tunga.




Félix di Láscio ,Poeta e letrista Brasileiro.
O poeta também,escreve para crianças.

POEMA: NADAR — inspirado em SWIM do BTS

Deixar a terra firme, o mundo que cansa,
mergulhar fundo, sem medo da dança.
A água salgada leva o peso da estrada,
renova a alma, acalma a jornada.

Não correr, apenas seguir a corrente,
manter a cabeça erguida, firme e consciente.
Sem pressa, sem tempo a controlar,
nadar é viver, é simplesmente continuar .

Ondas vêm, mas não fazem parar —
é no movimento que se encontra o lugar.
Água escorrendo, limpando a dor,
nadar é coragem, é liberdade, é amor .

Mesmo confuso, mesmo sem saber,
basta seguir: só nadar, só viver.
Esse é o caminho que o mar nos ensina:
quando continuamos, a alma se ilumina .

ENSAIO MUSICAL INFANTIL
Poema de Félix di Láscio


TIA ZULÚ


Tia Zulú,
Tia Zulú...
Ela não ouve,
Ela não escuta.
A vovó ficou biruta.


Tia Zulú,
Tia Zulú...
Ela não larga
O penteado,
Nem sabe quem
Está do seu lado! (bis)


Tia Zulú,
Tia Zulú.
Por que todo mundo
está de azul?


Tia Zulú,
Tia Zulú.
Ela não ouve
O canto do peru:


— Glu! Glu! Glu!
— Glu! Glu! Glu!...


Tia Zulú,
Tia Zulú.


(REFRÃO)


Ela não ouve,
Ela não escuta,
A vovó ficou
Biruta.


Não espalha brasas,
Cortaram as
minhas asas.


Félix di Láscio
Poeta e letrista brasileiro.
06/07/2026 – 20h26

Eu achava que aquele seria o último poema meu para você, mas ainda há um pedaço seu em mim, talvez um pedaço permanente.
Eu juro que tentei deixar esse sentimento de lado, pena que é a ele que me controla.
Meu coração sempre foi lento mesmo em aceitar despedidas, só que quando soube da sua partida — vi que meu amor por você continuaria viva, até o silêncio pareceu mais pesado e percebi — sua ausência vai me afetar em tanto.
Minha visão vendo você ir embora irá ficar por algum motivo embaçada, pelo menos irei tentar aceitar oque mais dói.
Você não foi feito para ficar.

Poema do além
24/11/25
Acordado, talvez?
Me sinto perdido, mas livre
As folhas balançam e eu as escuto
Seria algo me dizendo algo?
Não sei, mais se sei, nunca descobrirei
É algo invisível?, ou do além?
Existe algo fascinante, ou estou fascinado?
Isso dizia mais sobre quem sou
Mas nunca daonde vim
Viemos de muito longe, só passamos tempo aqui
Vamos voltar e voltar
Até que um dia
Seremos nós o além....

Sábado à Noite/poema


Hoje o dia foi mais tranquilo —
mas o trabalho, cansativo,
mil pensamentos querendo sair correndo
pela porta do serviço.
Vontade de ir embora,
mas o medo da instabilidade
segura meus passos
como âncora no peito.


E no meio do barulho das tarefas
surge o sonho antigo:
abrir meu próprio negócio,
ser dono do meu tempo,
da minha coragem,
do meu caminho.
Foi um dia corrido.
Relógio apressado,
mente acelerada,
coração dividido.


À noite cheguei em casa mais leve,
mas não vazio.
Pensando em mudar de cidade,
por não ter amigo nem parente
onde estou agora,
achando a cidade tão chata,
tão silenciosa demais.


Fui ao posto,
na conveniência comprei
uma coxinha e uma coca —
pequenos confortos de sábado.
Na esquina, perguntei do hospital.
Particular. Pago.


E lá veio de novo a pergunta
que nunca dorme
onde está minha estabilidade?


No meio de tudo isso,
só queria alguém para desabafar,
uma conversa sincera na madrugada,
um ouvido que ficasse.
Mas não encontrei.


Entre sonhos e contas,
entre vontade e medo,
o sábado termina
quieto por fora,
barulhento por dentro.

Poema depois do sábado


Domingo amanheceu em silêncio
com o sol entrando devagar.


A noite foi longa nos meus pensamentos,
mas nenhuma noite sabe durar.
Ainda caminho sozinho,
mas já não me sinto perdido.


Há vazios que são só espaços
esperando ser preenchidos.


Talvez o próximo sábado
me encontre com outro olhar —
não procurando alguém no mundo,
mas aprendendo a me encontrar.


Porque a solidão, quando escutada,
não é castigo nem fim:
é o começo de um abraço
que nasce primeiro em mim.

⁠LAGOA AZUL...
(Autoria: Otávio Bernardes. Poema baseado no filme...)
Por um momento, eu paro
e penso em você.
Mais do que uma “lagoa azul”,
eu imagino você vindo para mim...
Acho-a linda, muito linda...
Meus pensamentos se perdem
na imensidão das águas,
buscando, procurando por você!
Olhe, meu bem, a solidão pior do mundo,
é a solidão de um ser querendo outro ser!
“Lagoa azul,” misto de pureza e inocência.
Mas, meu amor, eu não sei...
Estou revoltado, deveras chateado!
Por um momento, eu paro e penso em você.
Talvez, desaparecer por um lugar assim... azul..
Aliás, azul é uma cor que admiro muito.
Anseio um lugar só pra nós dois,
para poder te amar.
Por isso, meu amor, pra mim
a vida está vazia, bastante sem sentido...
Não encontro lugar para te amar.
O mundo apregoa tantos lugares,
mas, não encontro o ideal...
Até parece que pra você
sou “trancado,” “múmia,” ensimesmado.
E é por isso, meu bem...
Não encontro o lugar ideal
para dedicar-te o meu amor.
“Lagoa azul,” apareça, converta-se em realidade!
Eu preciso de você, do jeitinho que é,
do tamanho que você é...
“Lagoa azul,” talvez os namorados, os casais,
os que se amam possam te encontrar...
Porque a vida seria melhor
se eu, se você, se nós,
se nós que nos amamos,
construíssemos uma “lagoa azul” assim... desse jeito...
Meu bem, meu amor, saia de você,
esqueça o mundo lá fora
e venha para os meus braços,
para todo o meu ser, para a minha “lagoa azul” imaginária...
onde encontrei você!
Otávio Bernardes

Um poema à graça.

Graça é um dom — graça é amor de Deus.
A graça produz alegria — é boa notícia.
Não há evangelho sem graça
A graça nos salva e dá vida.
..
A graça é razão de amar
A graça nos faz perdoar.
A graça é riqueza do grande pensar:
Que somos peregrinos de volta ao lar
..
A graça edifica e produz crescimento.
A graça é esperança — sabedoria de Cristo.
Antes da Cruz, havia a casa da lei
Na nova aliança — surgiu a beleza de Deus
O valor de uma cruz, o favor de um pai!
A beleza de Cristo.

O mais belo poema da vida
Universo escondido
Nos recônditos da alma
Arte esculpida de algodão
Nas nuvens que vi no céu
Dos sonhos de criança
Que um dia todos sonham
Em voltar a ser

Onde a única lei
Que desejamos ver obedecida
É a lei da gravidade
Quando a gente escorregar num papelão
Por sobre um imenso barranco gramado

Não precisa ir muito longe
Não preciso ter dinheiro
A beleza mora nos detalhes
Agora mesmo, olhando em volta
Olhando as folhas lá no alto
Eu pressinto, um dia vão cair

Meus passos apressados ao pisar o asfalto
As contas atrasadas
A parede que precisa há muito uma pintura
Vamos todos cair, a exemplo das folhas

Minha pressa não levou-me a nada
A conta que interessa é o correr
Dos dias que não vão jamais voltar
As paredes das nossas vidas
Essas sim, precisam ser pintadas
Com as cores da coerência e fantasia

Pra que a gente enxergue em volta
A mais linda poesia da vida
Continua sendo escrita todo dia
Com a tinta da saudade que sentiremos
Das pessoas apressadas e insensíveis
Que um dia fomos.

Edson Ricardo Paiva

Eu não sei escrever direito
Poema nem poesia
Se soubesse, faria pra ela
O melhor poema do dia
Minha mente tem duas metades
Uma delas eu usava
pra viver a vida
a outra pra pensar nela
Não havia neste Mundo
Nenhuma grade que me prendesse
Mas eu estava preso a ela
Por causa desse amor
Nunca fui bom em amor
Poesia e nem palavras
Agora vem aqui,
termina de esburacar meu peito
...escava
Aquele amor não existe mais
Era pouco pra você
Mas era tudo que ainda restava.

Poema(autor: Levy Cosmo Silva)


NAS RUAS CLAMAM


"Escuto vozes que clamam,
sinto o sangue que grita,
lembranças na mente emanam,
e o meu ser então se agita.


Perdoem almas que vagam,
também as mães que choram,
do mal muitos se livraram
e ao bem hoje se aportam.


Nunca fui um santo ,
nem tampouco monstro,
Luto silenciosamente no canto,
usando a dor como encosto.


Morte, solução de covarde,
Sorte, coube a mim.
Gratidão em Deus me invade,
pois ele adiou meu fim.


Vou indo a caminhar,
rumo ao desconhecido,
vendo o mundo fico a pensar,
onde há um só amigo?"


Autor: Levy Cosmo Silva

Tu


Tu és o poema que não ouso escrever, mas que o meu coração declama-o em segredo.


Tu és o segredo do meu corpo
quando ele pede mais.
Cada suspiro meu, tem a tua pele ,
cada gemido, a tua eternidade em mim.
Tu és o fogo que me devora
e a calma que me consome depois.
Quando tu me prendes ao teu corpo, sou infinito.
Dentro de ti, descubro que o amor
também sabe ser vulcão .
O teu calor envolve -me inteiro,
as tuas unhas riscam o meu desejo,
e dentro de ti, vagarosamente,
afundo-me cada vez mais fundo.
Não há palavra — só o choque,
o atrito, a explosão de nós dois,
quando o mundo se dissolve
no momento em que
juntos gememos um verso de fogo.

Pele e Chocolate


Passo o dedo
no chocolate
e escrevo na tua
zona umbilical
um poema, que o irei ler
com a minha boca.


A minha boca aprendeu
a língua do Amor
quando encontrou
o teu molhado beijo - e um pedaço de chocolate.

A cidade oferece ruas;
nós oferecemos passos
e desse pacto nasce
o poema que o
chão murmura.

Poema sem nome (e sem fim)


Mais um dia chega e o mundo continua sua rotação comum.
As cores estão lá, do mesmo jeito, em seus devidos lugares.
Sou eu que estou em preto e branco.
Esgotada das coisas lá de fora, amedrontada pelas coisas daqui de dentro.
Tudo é uma questão de sabedoria e de deixar comigo os sentimentos que me afligem.
É isso, vamos viver no mundo da resignação.
Ou melhor, vamos falar as coisas erradas para as pessoas erradas. Pronto.
Essa é a solução do problema.
Ou talvez devêssemos ser mudos.
Mas será mesmo que as palavras ditas machucam mais que as que ficaram por dizer?
É um caso a ser pensado.
Entretanto, deixemos de lado as reflexões mundanas e foquemos no meu ego, objeto principal desde (des)pretencioso texto que nem nome tem. Não quero, caro leitor, lhe aborrecer com minhas considerações metódicas e até mesmo imparciais, frutos de hora e meia de reflexões e perguntas sem respostas.
É apenas que as palavras me conferem um certo entendimento da vida, que clama por ser melhor analisada.
Também não quero reescrever minha história, já que ela tem sido desempenhada com tanto sucesso (digo isso sem medo de errar). Só preciso apontar o lápis.
Um dia eu continuo esse texto.

Poema para Felipe, o que ama demais


Felipe é daqueles que ama sem freio,
Que chega com tudo, sem plano nem meio,
Entrega o peito como quem se perde,
Mas ama bonito — e isso é o que serve.


Não teme o naufrágio, mergulha sem medo,
Mesmo que o mar lhe devolva o segredo
De um amor que partiu, de um adeus maldizente,
Felipe ainda crê... e ama diferente.


Ele escreve com a alma em carne viva,
Cada linha uma dor que se ativa.
Mas também há ternura, há sol e há festa,
Mesmo quando a ausência se arrasta e detesta.


Tem Zoinho Trocado gravada no peito,
E Marisa Monte rondando em algum leito.
Tem cartas, silêncios, tem reencontros quebrados,
Mas o amor... ah, o amor — nunca é descartado.


Felipe, poeta sem pena nem pauta,
Tem Vinícius no sangue, e a alma exalta.
Porque o que importa, no fundo, é sentir —
Mesmo que doa, mesmo que parta ao partir.

Eu sou um verso
do mistério da vida
no poema do universo.


Eu sou uma poesia
que não se mede,
não se ajoelha
e nem se deita
em linhas e estrofes.


Eu sou um poema
escrito sem espaço
nem tempo,
na memória do tempo
atemporal.


Eu sou um ponto de interrogação
exclamando as reticências
de um ponto final,
perdido entre o início
e o fim.
✍@MiriamDaCosta

Ler um poema


"Ler um poema é despir-se dos sentimentos mais profundos, permitindo que a mensagem escrita no papel encontre o coração de quem a lê. É um encontro silencioso entre a alma do poeta e a sensibilidade do leitor, onde cada verso ganha vida e cada palavra desperta emoções que, muitas vezes, nem sabíamos que existiam."


(FURUCUTO, P. D., 2026).

A vida dolorosa,
No poema triste.
E sigo minha intuição,
Entrando por portas
Onde não sou bem-vindo.
Dizem que, aqui,
O amor deixou de existir
Tudo é abstrato,
Pura ilusão.