Poema da Liberdade
Pra mim, ser de Direita, defender Deus, pátria, família e liberdade não é só uma questão de opinião. É o caminho certo. A verdade absoluta.
Ser Kamorra é carregar Deus, pátria, família e liberdade no peito, e não se render a nenhum obstáculo.
A Kamorra que carrego no peito é feita de Deus, pátria, família e liberdade — valores que não se vendem.
A liberdade não é um presente do Estado. É uma conquista diária do homem que se recusa a ser escravo.
Somos reféns da liberdade alheia, do livre arbítrio criminoso, onde quem escolhe ser protagonista da violência, transforma em vítima quem não pagou o ingresso para participar da barbárie.
Apaixonado? Sim, pela vida, por vivê-la, em sua plena beleza, de uma liberdade em amar que me faz não querer desistir, apesar de muitas vezes cair na tentação de achar que não vale mais a pena amar... mas sempre valerá.
O pássaro, ao voar, encontra no céu o verdadeiro poder da liberdade; o homem, ao pular de um prédio, busca a mesma liberdade, ainda que saiba que ela será breve e ilusória.
Todos nós temos liberdade de agir, mas como indivíduos livres devemos estar ciente que também podemos enfrentar as consequências e a responsabilidade de ser livre."
Há aqueles que abrem mão de si mesmo para agradar os outros. Renunciam a sua própria liberdade para demonstrarem aquilo que não são em busca de aceitação e apreço alheio
Embora todos tenhamos a liberdade de agir, é fundamental reconhecer que essa liberdade vem acompanhada de responsabilidades e consequências.
Liberdade e Justiça Social são tão fortemente inconciliáveis quanto a luz e a escuridão. Para uma existir, a outra precisa ser dissolvida.
*Como nasceram meus contos.* Eu morava no bairro da Liberdade, em São Paulo e trabalhava em Corinthians Itaquera,por anos.Todos os dias, no metrô, eu era bombardeada por histórias. Pessoas falavam ao celular, discutiam com amigos ou contavam segredos a estranhos. Eu tentava ouvir cada história até o final, mas a multidão era impiedosa. Conversas eram interrompidas, vozes se perdiam no barulho e histórias eram engolidas pelo tumulto e o barulho do abrir das portas . Mesmo assim, eu continuava a ouvir, as que não ouvia por inteiro eu as reenventava... fascinada pelos contos que fluíam ao meu redor. Leila Boás
