Poema da Geladeira Elisa Lucinda

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Parabéns aos profissionais da Radiologia!


Vocês são os artistas da precisão, revelando em tons de cinza o caminho para a cura.

*Verso que versa e reversa*
Juvenil Gonçalves


No terreiro do pensamento,
planto palavra e colho som,
se o vento venta sentimento,
a rima vira meu batom.


Na roça do verso lavrado,
cada som vira semente,
se o povo pensa calado,
o poeta fala diferente.


Quem ama arma alegria,
quem teme treme no chão,
quem sonha semeia poesia,
quem canta encanta o sertão.


O tempo tenta o repente,
mas o repente inventa o dia,
no peito do som fervente,
o verbo vira melodia.


O verso conversa e dispersa,
reversa e se reverte em flor,
na fala que fere e confessa,
a rima é remédio e é dor.


O poeta planta palavra,
palavra que lavra e lavra,
da lavra brota uma lavra,
que lavra o peito e não lavra.


O som assoma no monte,
a fonte afronta o luar,
quem mente sente na fronte
o peso leve de amar.


Se a lua é lume e alumia,
no lume o homem se alinha,
e a língua, límpida e fria,
lambe o lume e se aninha.


No fim, o fim é começo,
o avesso é verso e razão,
quem fala faz do tropeço
matéria bruta do chão.


Pois palavra é viva, é vento,
é semente, é instrumento,
quando o verso versa o tempo,
o tempo inversa o pensamento.

Por favor, chore! Ainda há tempo.
Muitas pessoas cresceram e principalmente os meninos ouvindo frases equivocadas como: "engole esse choro", "pessoas fortes não choram", "chorar só piora as coisas", "lágrimas são sinal de fraqueza". Com isso, muitas estão emocionalmente doentes, tristes e magoadas. As lágrimas que não caíram e os sentimentos que não foram expressos se acumularam internamente, fermentando e se transformando em angústia, revolta e depressão.
Por favor, chore! Pelo bem da sua alma. Desabafe, alivie-se, permita-se, sentir e manifestar e falar dos seus sentimentos e das suas emoções. Não com revolta ou rancor, mas com bons afetos, sentimentos e amor.


Daniel Francisco da Costa

Um muro se ergue,
o coração se cala.
Nenhum beijo no rosto,
nenhuma doce fala.
Um passo em frente,
o outro recua.
Uma chama se acende,
mas a outra atua.
A paixão se apaga,
o desejo congela.
Quando um não quer,
a história não se revela.

Fogo e Gelo
Juvenil Gonçalves


Teu beijo é fogo a arder,
labareda que me conduz.
Teu toque é gelo a correr,
frio que corta e me seduz.
No corpo, o desejo a ferver,
entre chama e cristal reluz.


A língua desliza em lava,
sobre vales de neve e mar.
O calor que incendeia e agrava,
o frio que me faz delirar.
Fogo e gelo em dança brava,
fazem todo o corpo vibrar.


O suor mistura o ardor e o frio,
rios de prazer a se encontrar.
O corpo rende-se ao desafio,
cada toque é fogo a brilhar.
No êxtase se cumpre o desvio,
onde os extremos vêm se casar.


Fogo e gelo em plena fusão,
chama e gelo a se confundir.
Cada suspiro é oração,
cada tremor a se expandir.
No templo do corpo, a paixão,
faz do prazer puro existir.

Olhar profano
Juvenil Gonçalves


Teu olhar, açoite e prece,
Labareda em tom sombrio,
Entre o céu que me enaltece
E o inferno onde me fio;
És luxúria que me impele,
Olhar de cachorro no cio.


Fere, inflama, envenena,
És astro em desvario;
És serpente que envenena
Com veneno doce e frio.
És pecado em forma plena,
Eucaristia do desvio.


No templo da tua face
Arde o culto proibido;
Teu olhar, quando me abraça,
É altar de amor bandido.
Nele o anjo perde a graça
E o santo cai corrompido.


Por ti rasgo o Livro Santo,
Profano a fé que te evoco;
Pois me tomas pelo encanto
Que se oculta em teu sofoco.
E o que era virtude, em pranto,
Faz-se brasa em fogo louco.


Ó delírio que me assalta,
Labirinto sem saída;
Quando teu olhar me exalta
Desmantela a minha vida.
Nele a morte se ressuscita
E o inferno vira guarida.


Se sou servo ou penitente,
Nem o céu define o fio;
Pois me entrego inteiramente
Ao prazer que desafia o brio.
E tudo começa novamente
No olhar vagabundo no cio.

OBRA DA VIDA: Sentido e Propósito Existencial

"Se já nascêssemos sabendo tudo sobre a existência, qual seria o mistério da vida?"

O Paradoxo dos Alicerce
Juvenil Gonçalves



Ergue-se o teto alheio em mãos vazias,
Com calos que não têm onde repousar;
Quem molda o lar de alheias fantasias
Não vê sequer tijolo pra habitar.


Do prumo e praga, em meio à argamassa,
Escorre o pranto oculto do operário,
Que, noite adentro, à sombra que o ultrapassa,
Sonha em silêncio um canto necessário.


Mansões surgem do esforço que não dorme,
Palácios brotam do suor sem nome,
E enquanto o pobre a vida assim conforma,
Nem mesmo o chão lhe serve de renome.


Quem mais constrói, sem ter onde se assente,
Faz do trabalho um cárcere eloquente;
Cimento e dor no mesmo alicerçar—
Que mundo é este em que o abrigo é negado
A quem, com mãos, o abrigo fez brotar?

Serpenteia-me
Juvenil Gonçalves


Tu serpenteias meu peito em espirais,
como cobra de cipó nas rendas do mato,
enroscando teu ser nas fibras vitais
do meu íntimo bosque, denso e insensato.


Teu gesto é lasso, é laço, é nó, é enredo,
é perfume de seiva, é canto de galho,
é murmúrio que roça o sono e o medo,
e enlaça minh’alma num doce agasalho.


Teus olhos, duas luas em pleno enlevo,
teu toque, vertigem de liana e vento,
teu beijo, raiz que adentra o meu enlevo,
e brota em mim jardins de encantamento.


Assim me vences: sutil, doce, voraz,
teu corpo é serpentina a me habitar,
e eu, rendido, sou tronco, flor e paz,
nas voltas do teu seio a me enlaçar.

O sábio e o Idiota apaixonados
Juvenil Gonçalves


Dizem que o sábio é prudente,
e o idiota é sem noção,
mas bota um amor na frente
e se igualam na paixão!
É um tropeçando em sonho,
outro perdido em ilusão...


O sábio, que lia estrelas,
chora por causa de flor;
o idiota, que lia nada,
vira poeta do amor!
Ambos babando besteira,
sem medo, vergonha ou pudor.


O sábio, que em tese ensina
que o mundo é só ilusão,
liga de noite pra amada
chorando igual um bobão;
o idiota, que já chorava,
vira o rei da lamentação!


Amor, esse bicho danado,
não olha a nota nem a razão;
ele laça sábio e idiota
com a mesma corda na mão.
E faz dos dois um só tolo
brincando no mesmo chão!

Há quem critique as chamadas “burocracias imobiliárias”, mas é importante compreender seu papel. Muitas vezes, esses procedimentos são justamente os mecanismos que garantem segurança jurídica para todas as partes envolvidas, preservando o interesse social e a integridade das negociações.


Se alguém não concluiu um negócio por conta da burocracia, é provável que busque alternativas mais alinhadas ao seu perfil — assim como ocorre com quem é aprovado e segue adiante. Portanto, a burocracia não é um obstáculo arbitrário, mas sim parte do fluxo natural do mercado imobiliário, funcionando como um filtro que organiza, protege e direciona os processos.

Como Corretor de Imóveis, compreendo as críticas que algumas pessoas fazem à atuação de profissionais e imobiliárias. No entanto, é importante destacar que o equívoco está em generalizar. Assim como em qualquer segmento da sociedade, existem profissionais comprometidos e éticos, e outros que infelizmente não representam bem a categoria.


Generalizações acabam por obscurecer o trabalho sério e dedicado de muitos corretores que atuam com responsabilidade, transparência e respeito ao cliente. Valorizar a individualidade e reconhecer a diversidade de condutas é essencial para construir relações mais justas e conscientes no mercado imobiliário.

Capítulo 7 — A travessia do campo para a cidade.


Um pouco de mim!


A travessia nunca termina.
Sou parte campo, parte cidade.
Sou silêncio e sou voz.
Sou trator e sou palavra.
Sou memória e sou futuro.
Sou perda e sou encontro.

Congresso Marginal
William Contraponto


As vozes se vendem por moedas gastas,
na mesa dourada que não vê a rua.
Assinam folhas e rasgam promessas,
e o povo assiste, calado, à sua.


Na tribuna, os discursos vazios,
palavras vestidas de falsa razão.
Por trás das cortinas, negócios sombrios,
a pátria leiloada em cada votação.


Congresso marginal, teatro do poder,
onde o voto é moeda e a mentira é lei.
Congresso marginal, palco de perder,
quem acredita sangra outra vez.


Erguem bandeiras que já não tremulam,
são panos de farsa, costura de pó.
E cada silêncio que as ruas acumulem
vira alimento pra quem manda só.


Os olhos do povo carregam cansaço,
mas ainda resistem no peito a lutar.
Pois toda mentira tem fim e tem prazo,
nenhuma muralha é feita pra durar.


Congresso marginal, teatro do poder,
onde o voto é moeda e a mentira é lei.
Congresso marginal, palco de perder,
quem acredita sangra outra vez.

O Preâmbulo do Sinuoso Amanhã



William Contraponto






No espelho o indivíduo se pergunta,


mas não é só de si que diz o reflexo


O tempo o cerca, exige resposta,


entre o que cala e o que desponta.






O amanhã não é linha reta,


carrega desvios, curvas abertas.


Uns vendem certezas já apodrecidas,


outros recolhem verdades dispersas.






A democracia ainda respira,


mas sufocada por mãos de ferro.


O ouro dita leis silenciosas,


o povo tropeça em promessas de desterro.






Entre gritos de ordem e velhos estandartes,


ergue-se o espectro da mentira.


Ela se disfarça em nome de pátria,


mas guarda o preço da ferida.






E o ser, perdido entre lutas alheias,


pergunta se sua voz resiste.


Pois cada passo nesse sinuoso amanhã


decide se a esperança ainda existe.

⁠⁠⁠⁠⁠⁠Eu não tenho barco
Eu não tenho lancha
Eu não tenho jetski
Eu não tenho iPhone
Eu não tenho jatinho
Eu não tenho helicóptero
Eu não tenho carro de luxo
E nunca deixei o Brasil
Vivo aqui honestamente
Nunca aliciei e nem trafiquei ninguém!
Que orgulho eu tenho de mim!

Enfermagem Psiquiátrica Forense:Saúde, Ética e Justiça

A pessoa madura aprende a ter constância nas decisões e resiliência.




Shalimar Farias da Silva

Quem vive trocando de curso universitário ainda não amadureceu. Tendo constância você poderá crescer dentro de um mesmo curso, se especializando ou seguindo na área da docência através de um curso de mestrado ou doutorado.




Shalimar Farias da Silva

O docente em Enfermagem, se aprender a disciplinar suas palavras, poderá alcançar muito sucesso, pois o campo de trabalho para docência é muito vasto.








Shalimar Farias da Silva

Quem sou eu? Essa pergunta é primordial para o seu sucesso pessoal e profissional. Se você não sabe quem é, jamais terá autenticidade e nem autoconfiança.




Shalimar Farias da Silva