Poema da Beleza

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⁠Quando o amor é verdadeiro a beleza é desnecessária
Mas, quando o interesse se camufla
Os sentimentos ficam sem graça;

⁠Jeito de boneca, lábios carnudos, pele rosada... A sua beleza é um absurdo!
Acho eu, que posso me apaixonar
Sou facinho de conquistar

Vai depender de quão cheio está o seu coração
Para que eu possa me candidatar;

Eu não te prometo nada, além do meu amor
Do quero entrar em seu coração... Me dá licença, por favor?

Uma verdade


O homem sábio não se preciona com a beleza mas sim com o comportamento que ela apresenta....


Binilson Quissama

Dajolag ✨
A voz do invisível.


Transformo dor em beleza,
memórias em versos
e emoções em eternidade.


Não sigo caminhos — crio-os.
Não imito — sinto.


✍🏾 Josemar Maurício

Somos sacos de memórias, fotografias vivas em movimento. Ainda assim, diante da beleza, da dor, do amor ou do espanto, nosso primeiro impulso não é sentir, mas sacar o smartphone. Trocamos a experiência pelo registro, a presença pela prova, a vivência pela evidência.


Filmamos o pôr do sol sem perceber suas cores. Fotografamos os sorrisos sem participar deles. Gravamos shows que jamais assistiremos novamente e arquivamos momentos que nunca chegamos a viver de fato.


Talvez a maior ironia da nossa época seja esta: possuímos milhares de imagens da vida e cada vez menos lembranças capazes de nos atravessar a alma. Estamos construindo cemitérios digitais de instantes que sacrificamos no altar da documentação.


Porque há emoções que morrem quando são interrompidas por uma câmera. Há experiências que exigem entrega, não armazenamento. E existem momentos tão sagrados que, ao tentar capturá-los, acabamos expulsando-nos deles.


No fim, a pergunta não é quantas fotos você tirou da vida. A pergunta é: de quantos momentos você esteve realmente presente antes de transformá-los em arquivo?


Talvez a memória mais valiosa seja justamente aquela que não pode ser publicada, compartilhada ou reproduzida. Aquela que vive apenas dentro de você, indomável, imperfeita e intensamente humana.




Estamos registrando tudo para não esquecer, ou fotografando tanto porque já desaprendemos a viver o suficiente para lembrar?

“A verdadeira beleza de um ambiente
não está no que ele mostra, mas no que ele faz sentir.”


— Daugliesi Giacomasi Souza

Há beleza na constância de quem permanece em si mesma,
e há poder em aceitar que algumas pessoas não nasceram para andar ao nosso lado,
mesmo que já tenham
compartilhado passos conosco.

Gosto dos meus finais, do jeito que os traço, e gosto quando gosto disso!
há beleza no adeus quando sigo meu passo.
Deixo pro último dia, veneta que vem,
“deu na telha”, eu rio.. Loucura faz bem.


Louca?.. Talvez. Mas quem é são de verdade,
se conter o transbordar é negar liberdade?
Encerrar minha participação especial na vida de alguém
é arte que dói, mas que dá no que falar
porque até no adeus, eu sei me reinventar.

RESPOSTA:


Sim.
Existe beleza na atividade.
Há beleza em quem continua, mesmo cansado. Em quem trabalha sem aplausos. Em quem constrói aos poucos aquilo que ainda não pode mostrar ao mundo.
A atividade é movimento. E tudo que vive se move.
Uma árvore cresce em silêncio. Um rio segue seu caminho sem pedir licença. Uma pessoa luta todos os dias para manter os sonhos de pé.
Isso também é beleza.
Porque não está apenas no resultado, mas no ato de fazer, tentar, aprender, cair e continuar.
"Existe beleza na atividade, porque é nela que a vida acontece."

Havia uma pessoa que levaram quase tudo.
Levaram a beleza que ela tinha quando era jovem.
Levaram o tempo que não volta mais.
Levaram o emprego, a rotina, o chão.

E por um tempo ela achou que tinha ficado sem nada.

Mas ninguém conseguiu levar o que ela é por dentro.
Ninguém levou a força de levantar quando dói.
Ninguém levou a sabedoria que só a vida ensina.
Ninguém levou a luz que acende nela mesmo nos dias escuros.

A juventude foi embora, mas ficou a maturidade.
A beleza mudou, mas ficou a dignidade.
O emprego acabou, mas não acabou a capacidade de recomeçar.
O tempo passou, mas o que importa é o que ela ainda vai fazer com o tempo que resta.

Ela não é o que perdeu.
Ela é tudo o que sobreviveu.
E quem sobrevive, reconstrói.
Devagar. Um pedaço por vez.

Porque no fim, o que ninguém pode tomar...
é a chance dela de se reencontrar.

Dizem que ela perdeu demais.
A beleza da juventude, o tempo que não volta, o emprego, os planos.

Mas ninguém viu o dia em que ela decidiu não desistir de si.

Ela entendeu que recomeçar não é voltar pro zero.
Recomeçar é usar os pedaços que sobraram e construir algo novo.
É pegar a sabedoria que a dor ensinou e transformar em coroa.

Ela não tem mais 20 anos.
Tem algo melhor: tem história.
Não tem mais o mesmo emprego.
Tem as mãos que ainda sabem trabalhar.
Não tem mais o mesmo tempo.
Tem o agora. E o agora basta.

Devagar ela vai.
Planta de novo.
Sorri de novo.
Acredita de novo.

Porque quem já perdeu tudo...
descobre que ainda tem o mais importante:
a si mesma.

E com isso, ela pode começar quantas vezes forem preciso.

Em Paris


"Meu Deus! Quanta beleza..."
exclama o poeta Castro Alves...
Meu Deus! Quanta tristeza...
horror, indignação
achar que a solução está...
nas próprias mãos...
Ou... pior... achar que É a solução.

⁠O voo é perfeito,
o salto é incrível...
O início supera a beleza do instante.
Mais uma dose de felicidade, por favor!

Escrever é dar vida as palavras transformando a beleza em arte é conforta os corações, é voz aos inspirados é inspiração as mentes distantes é um sonho, um desabafo, um grito, e acima de tudo é a eternidade nas palavras.


PauloRockCesar

Coração traidor


Se foi contigo a minha beleza,
A minha felicidade, a minha fé e a minha autoestima,
Perdi tudo, querido, em minha incerteza,
Pois ao te expulsar, traí o que o coração estima.
Apaixonei-me por outro — que mera ilusão...
Pois, em cada gesto ou defeito alheio,
Era você quem ainda habitava o meu coração.
Hoje vejo que troquei o amor verdadeiro,
A certeza do porto pela incerteza da estrada;
Perdi meu abrigo, meu mundo inteiro...
Volta, querido, nem que seja em sonho, nesta jornada.




Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides.

O OLHAR DE CATARINA
A beleza das coisas
Tem uma face obscura oculta,
O seu sorriso contente,
Tem uma tristeza secreta
A terceira margem do rio,
Na sua essência
Está submersa
Boas ações muitas vezes
Têm uma finalidade perversa

Assim me perco em divagações
Passo a noite a contemplar estrelas
E não entendo o olhar de catarina
Não entendo o seu universo
E por mais que eu filosofe e faça versos,
Não encontro uma rima
Passo a noite a contemplar estrelas
E não entendo o olhar de catarina...

⁠É impossível não te elogiar, que mulher de fibra, de uma beleza única, incomparável. Você é aquela mulher que não esconde o que sente, é aquela que fala e age conforme o que diz, é aquela que não tem medo de ser feliz!
Tão admirável e desejada ao mesmo tempo.
Mulher de fibra, a sua personalidade que te faz feliz!

Foi na calmaria despretensiosa e na beleza pura da simplicidade do seu coração que encontrei, enfim, o tesouro mais valioso.
Você não precisa de artifícios para ser o meu mundo inteiro, basta ser exatamente quem é, com essa alma limpa e esse amor que acolhe todas as minhas tempestades.
_Enzo Ruchell_

Linda mulher com sua exuberante e orgulhosa beleza preta
belezura de uma raça majestosa e imponente
que não se deixa afetar pelo racismo e preconceito daqueles
que tem a alma e a consciência escura.

Sem Amor


Onde não há amor,
tudo em volta
é sem brilho,
sem beleza e luz.
Sem Amor!
São puros defeitos e
incorreções toleráveis.
Permitidas!
Para esconder aos olhos
do coração,
a infelicidade da alma
que sem calor anseia,
vivência,
vida.


Ademílton Batista
Brasil Bahia Itabuna
Direitos Reserrvados