Poema curto
A saudade é uma janela construída num canto secreto dentro de nosso coração. Quando queremos rever o que ficou no passado, a abrimos e temos à nossa frente todos os quadros que a vida pintou.
Só devemos nos importar na vida com o que sentimos e somos, não interessa o que as pessoas pensam de nós. Devemos agir sempre de acordo com a nossa consciência.
Com gostinho de café com leite, ou que seja de hortelã, vale um beijo de qualquer jeito, porque já é nova manhã. Assim prossegue o sentimento, mesmo em correrias e tropeços, não podemos perder a sensibilidade, a quem temos apreço.
A poesia não é efêmera, moldada por tendências passageiras.
Rimar com o coração e escrever com a alma ainda permanece relevante através dos tempos.
Minha alma se alinha e alegra com a arte que oferece uma visão mais colorida da vida, com os riscos das palavras que alimentam o espírito e com a voz que grita em linhas.
"Forjei o poeta que sou, num crisol de muitas dores. Entre elas a mais cruciante foi a ignorância do meu semelhante."
Ah, o mais belo do aguaceiro; é o amansar a terra turva, é o banhar o solo a chuva, levantando junta a brisa o teu cheiro.
"Eu não compro presentes caros para ser admirado, porque o valor verdadeiro está no gesto, não no preço."
"A mentira é uma película temporária, que mais cedo ou mais tarde se desfaz, revelando a verdade por trás dela."
Não demostre seu carinho, seu afeto e seu amor por mim, e nem me mande flores quando eu morrer, e sim enquanto eu estiver vivo.
No fundo, eu penso quem vai determinar se sou ou não poeta/poetisa é o leitor. Não me sinto com tal autoridade para dizer se sou ou não poeta/poetisa.
A minha poesia não está a venda, ela é o meu colete salva-vidas que no máximo posso emprestar. Vender nunca.
Não permita que a ignorância estabeleça território em ti. Se você não é filiado/militante deste ou daquele partido, você é eleitor simpatizante ou não de uma sigla ou de um político. Não assuma um papel que não é teu.
