Poema curto
"Colocar alguém em destaque é dar domínio sobre a sua vida. Você passa a se sentir devedora para com alguém que nem te deu a vida"
Lembre-se, se a vida te der um chute na canela olhe bem nos olhos dela e diga... vou contar pra minha mãe! E saia chorando feliz e contente com o problema resolvido.
Podíamos deixar de julgar tanto as atitudes alheias...com certeza a ingratidão e o egoísmo desapareceriam da face da Terra instantaneamente.
"Estás sozinho?
Entra no teu quarto, dentro de você, feche a porta, os teus olhos, converse com teu Pai que está em secreto, com certeza Nele encontrarás, pai, mãe, filhos, irmãos, então jamais te sentirás sozinho"
Não demostre seu carinho, seu afeto e seu amor por mim, e nem me mande flores quando eu morrer, e sim enquanto eu estiver vivo.
O que levamos no coração dita nossa vibração, e o que vibramos reverbera em todo Universo e em tudo que tocamos com nossa alma.
Agradecer, agradecer,, e agradecer um pouco mais. Muitas vezes não é fácil, não é simples, nem parece justo. Mas é o caminho mágico para continuar crescendo e alcançando todas as bençãos que são nossas e de mais ninguém.
Quanta beleza existe na diversidade. Olhar para os outros com o mesmo olhar que desejamos que nos enxerguem, não é tarefa fácil, como pode a princípio parecer. É um exercício diário de autoconhecimento, humildade e amor.
As vezes, eu só queria deitar na grama ao final da tarde, olhar o céu limpo, e escrever todas as coisas que nunca diria a você.
Eu, poeta, sinto inveja do que posso compor. Se escrevo belas palavras, as escrevo como tradutor. Os sentimentos que aqui brotam são de outro semeador. O verdadeiro artista me abraça com seu calor. Encheu-me de rimas, plantou em mim o seu amor.
O plot em você, sua vida em minhas mãos, seu carinho em meu cabelo, teu cheiro em meu nariz, a saudade aprisionada ao peito, a pressa nos pés para te encontrar, o amor para te proteger e manter a salva de seus temores, nossas memórias em meus sonhos.
Somos todos uma adição não muito subjacente ou combatente de meias palmas.Somos todos uma divisa – expressão recorrente ou pouco insipiente de meias panças.Somos todos uma fração não muito igual de meios termos e meias verdades.
Somos todos uma multiplicação não muito promitente ou onipotente de meios abusos... Somos todos protetores – potenciação essa não muito intercambiável de meios tratos... Somos todos uma radiciação não muito equivalente de meios tempos e de infindas utopias.
Somos todos uma soma não muito congruente de meios papéis, ecos da pluralidade e política. Somos todos a resistência, e somos iguais –independentemente das incipientes e meias paixões.
Somos próximos... Ainda que a realidade pareça estar longe de ser plena e razoável a todos.
Somos... a integridade e a tessitura que soma todos nós... Eis a mistura, um caldeirão de etnias, tempera o que somos!
Como seguir em frente? Cadê as palavras? Burguesas perguntas não há. O planeta navega a esmo, desejo e volatilidade da humanidade é porta aberta.
A vida acelera e quase macha... Sintonia nunca é regra, pode gerar angústias e selvas. A coisa é incerta e, não ficará pedra sobre pedra. Desmontam-me e quebram-me, sangro!
Libertária, a biblioteca prisional, agente institucional e humano, provoca mudanças...
Empodera, encaminha, reduz a pena, converge novo planeais ao detento... Ousa transformar!
Talvez reflita sobre as vezes que falamos sobre sonhos, sobre a alegria compartilhada, sobre nossa intimidade.
