Poema curto
Velhos ditos ditando novos versos
Versões vistas de cima psicografadas ao andar de baixo aos seres abertos.
ESTÁ PROVADO: O triunfo do bem só pode ser provado em silêncio. Em alguns casos, forçado pelo próprio mal.
Muitas vezes quando recomeçamos ficamos sem chão, é como se um lugar seguro nos faltasse. Com um bom coração e uma pitada de sorte somos capazes de nos reconstruir e reinventar uma nova forma de viver e de aprender.
A vida tem me ensinado a dar preferencia sempre para o que acho ser melhor para mim no aqui e no agora, mesmo que para isso eu precise voltar atrás de todas as vezes que não estiver feliz ou que não me sentir confortável.
Tua alma tem nuvem ⛅ leve, sabe.. assim como algodão doce, tão doce que chega a pedir água, porque água é transparente assim como o vento, que passa na gente como um toque tao leve que a gente não vê só sente.
Odeio pedir desculpas, perdoe meus “excessoss”, e, não gosto de histórias inacabadas, cheias, de vírgulas, que terminam antes mesmo de um ponto final.
Então, tente me entender, assim que seja, que seja assim
Vai ficar só me olhando ou vai querer me aplaudir.
Tanto o lobo vestiu lã, que o cordeiro aprendeu a caçar pra vestir pele e também estar no meio da manada imperceptível.
Água mole em pedra dura tanto bate, até que cansa e segue a corrente. E tanto ela bateu, por ser mole. Antes fosse sagaz, entendendo a natureza dura, rude e imóvel da pedra, quando a própria natureza destinada é ao mar.
Ela sabe que o que (a) apequena está apenas confessando sobre o quão pequeno é. E o que é pequeno assim, o olho dela só diminui. A intensidade dela só aumenta o que é grande, e o que é grande é o que evolui.
Verdes são seus olhos dos mais belos verdes que já vi em toda minha vida. Neles vejo a cor da esperança agora tenho a certeza que estou indo no caminho certo.
Enquanto o brilhar ambíguo atordecia as visões fracas, os adormecidos encontravam esperança no sem sentido.
nos dias que eu não consegui dormir, a arte me cantou uma música de ninar e puxou o cobertor até a minha orelha. nos dias que eu senti medo ela me abraçou, nos dias que eu chorei ela me convidou para dançar e nos dias que eu quis gritar ela me mostrou que eu podia escrever.
